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Sábado, 06 Fevereiro 2021 23:05

Me sinto invisível

Escrito por

 

  •  
  • 23/12/2020 11:23
  • Encontre-se por Carol Fontan

Me sinto como se não fosse desse planeta, como se não fizesse parte de nada importante, de nenhum grupo ou família... É solitário e às vezes dói muito, mas já me acostumei, e percebi que sou a melhor companhia que posso ter!

Esse é o relato de uma pessoa que aprendeu a ser invisível, no início foi satisfatório usar desse artifício para não chamar atenção para si, mas, hoje dói não ser visto e como conforto acredita-se ser melhor assim.

Sim, desaparecer também pode ser um mecanismo de defesa aprendido. Imagine um lar repleto de caos, pai alcoólatra, mãe com comportamento instável, trabalhava muito e ao chegar em casa despejava seu cansaço aos berros, irmãos brigando e apanhando por estarem aprontando todas para chamar a atenção de seus pais, uma casa barulhenta, lotada, desorganizada, suja e com gritaria constante. O caos ocupava tanto espaço em casa que quando desaparecíamos de cena, ninguém percebia, podíamos estar presentes ou não, ir p/ rua e não voltar, nos trancar no quarto sem fazer barulho. Alguns até riam de nós nos chamando de mudo ou simplesmente diziam que éramos tão bonzinhos que não dávamos trabalho porque até esqueciam que estávamos ali.

Nesses momentos era bom ser invisível, porém, não conseguíamos estabelecer amizades porque nãos nos percebiam, éramos aquela coisa no pátio da escola, sem voz, sem desejos, sem expressão. Isso nos afundou em tristezas insondáveis e na sensação de não ter um lugar no mundo. Crescemos afastados do grupo de seres humanos que vivem suas vidas, estudam, trabalham, se relacionam, se amam, se divertem e tem uma vida social. Algo que parece não ter sido feito para nós.

A solidão e a sensação de não pertencer a lugar nenhum estão sempre presentes. Os benefícios desse personagem estão relacionados com não ter responsabilidade sobre nada. Não existimos, portanto não estamos envolvidos nem temos de sustentar nenhuma relação, nenhum conflito, nenhum desafio. Todos esses problemas são delegados aos outros. O invisível saiu do cenário para se salvar e hoje em dia continua do lado de fora, incapaz de se envolver com algo ou alguém.

talvez você se identifique com algumas partes desse personagem, ele existe em muitas versões.

Quinta, 04 Fevereiro 2021 21:56

A dor só passa quando é sentida

Escrito por

A dor só passa quando é sentida

  •  
  • 03/02/2021 11:47
  • Encontre-se por Carol Fontan
 

A Dor só passa se for sentida

Não se trata de uma frase de efeito, mas talvez de um efeito que trata...

Parece um tanto contraditório precisar sentir para que possa passar né?. Ate me lembra aquele ditado" Se correr o bicho pega e se ficar o bicho come", de tanto tentarmos fugir da dor aprendemos a conviver com ela.  

De forma neuroquímica e funcional, o cérebro tem diversos mecanismos de defesa que ao dectar uma ameaça dispara esses mecanismos que nos fazem lutar para combater qualquer tipo de ameaça que possa nos causar danos ou sofrimento. Para ser mais sincera, também estaremos em fuga de tudo aquilo que for desconhecido para nosso cérebro. uma questão de economia de energia.

O fato é: recalcar sentimentos, reprimir, fantasiar, distorcer, negar, projetar são só algumas maneiras que praticamos diariamente e de forma sutil para nos manter "seguros".  

Há uma metáfora muito interessante, que narra a viagem de um escritor.

Em dado ponto da estrada, que cortava um deserto norte-americano, o homem resolve parar o carro num posto de gasolina para abastecê-lo. Vê um velhinho perto da bomba de combustível e ao seu lado um cachorro deitado, que uivava de dor. O homem pede que o velhinho ponha a gasolina e fica observando intrigado o cachorro, que não para de gemer.

– O que acontece com esse cão? – Perguntou o escritor ao velho. – Por que ele não para de uivar?

– Ah! É porque ele está deitado na tábua.

– Só por isso?

– Bem, é que na tábua há um prego.

– Sei… E porque ele simplesmente não sai de cima do prego?

– Meu amigo – responde o velhinho -, é porque a dor é suficiente apenas para que ele gema e se lamente. Mas não é suficiente para que ele saia de cima do prego.

Essa metáfora nos mostra que é preciso que haja dor suficiente para que nos provoque uma mudança, e essa dor precisa ser sentida para ser processada...

Assim como o cachorro, somos capazes de suportar pequenas dores, aquelas que já conhecemos e chegamos até a cultivar como uma velha amiga...

È preciso confrontar, encarar, meter nos peito o vem ne mim, suportar para superar. não é a toa que muitos profissionais de saúde mental é adepto da técnica do confronto, aquela técnica que te coloca de frente em acariação com suas sombras, com suas verdades ocultas. é preciso doer para curar.

há em nós uma força vital que nos torna capazes de suportar e superar grandes dores e ainda assim seguir a vida sorrindo. Entretanto é necessário permitir que essa força faça seu papel e isso só acontece quando nos permitimos sentir, viver é sentir.

a dor só passa quando é sentida, graça a ela somos capazes de identificar o que é a alegria e o amor. Permita-se sentir, encare-se, não fuja, confronte, esteja disposto a viver e assim verá os epsodios de dor perderem a força e a frequência em sua vida.  

Assim como em todas as vezes eu escrevi para mim e talvez faça sentido para você. E se meus textos fazem alguma diferença para você, compartilha comigo para que possamos sentir isso juntos.  

Rede pública: “aulas presenciais só com testagem e vacinação”

Ao TH Entrevista, presidente do Sinteal diz que retorno agora é colocar a vida de estudantes e professores em risco

↑ Consuelo defende que categoria entre no grupo prioritário da vacinação (Foto: Jonathan Canuto)

OPlano Estadual de Vacinação contra a Covid-19 em Alagoas teve início no dia 19 de janeiro. Nesta primeira etapa da campanha, o público prioritário são os profissionais da saúde e os idosos acima de 75 anos. Mas isso deixou um embate entre os profissionais da educação e o Governo.

De um lado, o governo sinalizou a data de retorno às aulas presenciais da rede pública de ensino que deve ter início no dia 8 março. Do outro, estão os profissionais da educação que discorda do retorno antes que sejam vacinados. Ao TH Entrevista, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal), Consuelo Correia, explica que nenhum profissional tem intenção de não voltar às aulas presenciais, apenas estão receosos por conta do risco a vida com a Covid-19.

“Já sentamos com o secretário de educação do município e encaminhamos ofício ao estado, mas ainda não tivemos oportunidade de sentar. A preocupação é muito grande. Nós saímos com uma campanha nas mídias sociais cobrando vacina para todos. Para que as aulas voltem é preciso uma testagem em massa tanto dos estudantes como dos profissionais da educação – porque na escola a natureza do trabalho é de aglomeração. Não existe aula presencial sem aglomeração. Ou seja, é crucial que esses profissionais entrem no grupo prioritário da vacinação para que nós retornemos as aulas com segurança, em primeiro lugar a vida’’, ressalta Correia.

Consuelo Correia explica que o risco iminente também está relacionado ao translado dos estudantes. “Uma vez que muitos deles usam o transporte coletivo, têm ambientes familiares diferentes, hábitos diferentes, residências pequenas com convívio com familiares de grupo de risco, então a contaminação pode ocorrer nesses translados. Ou seja, risco para os estudantes e para os profissionais da educação. E acredito que os gestores também vão se sensibilizar com essa preocupação e não iniciar as aulas se não tiver essa segurança, testagem e vacinação para todos. Mas uma vez saliento que não estamos se negando a trabalhar. Temos inclusive um carinho afetivo com os alunos, mas é preciso pensar na vida e discutamos isso com mais propriedade. Além disso, precisamos ser ouvidos porque se houve os profissionais da saúde, os políticos, mas não os profissionais da educação que sabem como funciona o ambiente escolar’’, expõe.

A representante sindical esclarece que, no caso dos bares e praias, as pessoas vão por vontade própria, mas quando se faz um decreto para retorno as aulas, os profissionais têm que ir ao trabalho, pois se não perdem o emprego. “É justamente isso que não pode acontecer, ainda mais em uma época como essa’’.

Vale lembrar que o governador Renan Filho já sinalizou que irá colocar os professores no grupo prioritário, mas ainda não existe um cronograma e nem em qual etapa da vacinação que isso irá acontecer. “Tem a sinalização, mas ainda não sabemos datas, uma vez que não há doses de vacina para todos. E, como disse, as aulas já estão previstas para início de março”, ressaltou Consuelo, indicando que a alternativa é continuar as aulas remotamente. “Mas os gestores devem dar as condições para os profissionais e estudantes”.

Consuelo alertou sobre as condições das aulas remotas. “Muitos estudantes não tinham internet e meios para acessar as aulas e profissionais da educação tiveram que se virar por conta própria para minimizar o máximo de danos para os alunos e para eles”.

 

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Fonte: Tribuna Independente / Texto: Lucas França

Segunda, 01 Fevereiro 2021 12:10

Uma visão sobre o currículo na educação

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Uma visão sobre o currículo na educação

 

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É na escola que o professor e o estudante tornam claras as suas visões perante o mundo, posicionando-se frente ao currículo a partir da bagagem construída culturalmente e socialmente no seio da família e dos que com eles convivem em sociedade. O currículo se apresenta como a mola-mestra do processo da construção do projeto pedagógico em si, dando forma ao aprendizado como processo.

Para começar a conversar parto do entendimento que o currículo para a educação precisa articular os conhecimentos e as práticas de ensino-aprendizagem, isso se dá sempre em um contexto circunscrito e determinado historicamente, na ideia de ser necessário buscar a garantia aos estudantes do direito a ter acesso aos conhecimentos e também a cultura, ambos produzidos no contexto social.

Me parece que a elaboração do currículo na educação se constitui em um processo de tipo social, abarcando componentes intelectuais, epistemológicos e lógicos que se somam as relações sociais de poder inseridas em um determinado tipo de sociedade, no nosso caso uma sociedade capitalista, com suas nuances de disputa de classe, etnia, gênero, raça, cultura, entre outros. Aqui há sempre posicionamentos que expressam valores em si, não nos causa estranheza de forma alguma, por compreendermos que a pedagogia tem como bases fundamentos sócio-filosóficos.

O currículo precisa ser construído na escola levando em conta essas contradições postas no ambiente da sociedade, buscando envolver e articular ao máximo as famílias, funcionários, estudantes e professores para que esse reflita o conjunto dos que utilizam e vivem a escola como espaço de vivência e de aprendizado. Isso precisa ser feito tendo como parâmetro as leis e normatizações sobre a temática da Educação postas e funcionais no Brasil no momento de sua construção. 

Tal currículo necessita articular competência e conteúdo, para fazê-lo pode buscar o estabelecimento de um currículo de tipo reconstrucionista social, para McNeil (2001) o reconstrucionismo social concebe homem e mundo de forma interativa. A sociedade injusta e alienada pode ser transformada à medida que o homem inserido em um contexto, social, econômico, cultural, político e histórico adquire, por meio da reflexão, consciência crítica para assumir-se sujeito de seu próprio destino.

Entendo isso na perspectiva de um currículo que contemple a transformação social e a formação de tipo crítico do sujeito, o afirmamos por não podermos entender a educação de outra forma que não a de ser um agente social promotor de mudanças, algo presente também na obra de Freire (2013).

É justamente nesse diapasão que a busca de um currículo que minimize as desigualdades e valorize as diferenças se insere: na compreensão das relações de poder e de classes em que o mesmo se edifica e que com essas precisa dialogar e reconhecer para poder cumprir plenamente os objetivos a que se propõe.

Jesus (2019) apresenta uma linha de argumentação a qual me associo para melhor compreender esse debate da função social do currículo: 

Sob o norte de emancipação do indivíduo, o currículo deve confrontar e desafiar o educando frente aos temas sociais e situações-problema vividos pela comunidade. Por conseguinte, não prioriza somente os objetivos e conteúdos universais, sua preocupação não reside na informação e sim na formação de sujeitos históricos, cujo conhecimento é produzido pela articulação da reflexão e prática no processo de apreensão da realidade. (p. 2644)

Essa perspectiva que entende e enfrenta a necessidade de buscar a emancipação do indivíduo em si e por si próprio é o que permite formar o cidadão pleno, que busque compreender e enfrentar os temas candentes presentes na sociedade de classes em que estamos inseridos, mais uma vez remontamos a Freire (2013) que compreendia o homem como um ser que não era liberto pelo outro, mas por si só, mediado pela educação e pelo ato de educar.

A transformação do currículo desejado em currículo efetivamente real é uma necessidade permanente para cada escola e para os que nela atuam, seja estudando ou educando, bem como a comunidade em que nela está situada, para que naquele contexto se busque interpretar e ter o currículo como uma ferramenta pulsante, viva, efetiva e que reflita o que se constrói, vive, forma e educa na educação e na escola.

Isso é possível. Quanto mais democrático e mais participativo a gestão de uma escola e a maneira que tratam a articulação do ensino com a comunidade e com as nuances sociais ela acabará, por consequência, sendo mais viva, plural e representativa do contexto em que se insere.

Referências

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013.

JESUS, A. Ampliação da Obrigatoriedade Escolar no Brasil: o que aconteceu com o Ensino Médio? Ensaio: aval. pol. públ. Educ., v.28, n.107, abr./jun. 2019. Disponível em: http://lagarto.ufs.br/uploads/content_attach/path/11339/curriculo_e_educacao_0.pdf.Acesso em: 25/11/2020.

MCNEIL, J. O currículo reconstrucionista social. Campinas: Papirus, 2001.

As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Portal Vermelho
AUTOR
Christiane Bulhões e Sílvio Bulhões assinam Ordem de Serviço para construção de Complexo Nutricional em Santana

Equipamento vai beneficiar 400 famílias em situação de vulnerabilidade social com alimentação diariamente
Por: Redação Sertão na Hora  
 
 Foto: Jean Souza

A prefeita de Santana do Ipanema, Christiane Bulhões (MDB), e o secretário de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, Sílvio Bulhões, assinaram a Ordem de Serviço para construção de um complexo nutricional em Santana do Ipanema. A solenidade aconteceu na manhã desta quarta-feira (27).

 

O equipamento, que vai beneficiar diariamente 400 famílias em situação de vulnerabilidade social com alimentação, será construído na rua Leopoldo Fernandes de Oliveira, ao lado da quadra do Colégio Senhora Santana.

 

Durante seu discurso, Christiane Bulhões falou da alegria e gratidão por saber que o complexo nutricional foi um sonho e uma luta do saudoso prefeito Isnaldo Bulhões, naquele momento estava se tornando realidade. A prefeita agradeceu ainda ao governador Renan Filho pela parceria que vem resultando em benefício para população. “Esse com certeza será um importante instrumento no combate ao desemprego e à fome”, disse.

 

Representando o governador Renan Filho, o secretário Sílvio Bulhões lembrou da luta do saudoso prefeito Isnaldo Bulhões para tirar a obra do papel. “Estamos festejando o grande legado deixado por Isnaldo Bulhões, que dedicou sua vida pelo povo santanense”. O secretário também falou da importância do complexo que vai ofertar alimentação de qualidade para a população em situação de vulnerabilidade social com alimentação balanceada e qualificação profissional. “Seguiremos levando a Secretaria de Assistência Social seades até aqueles que mais precisam, os mais carentes“, disse.

 

 

 

Participaram da solenidade o presidente da Câmara de Vereadores Moacir Júnior, os vereadores Mário Siqueira, Elielson da Silva, Manoel Wanderley (Devá do Óleo), Roberto Oliveira, Zezito Teles, Tanilla Almeida e Josefa Eliana, além do chefe de Ganinete, Cleudson Nobre, secretários, de governo Renilde Bulhões, de Assistência Social, Vera Araújo, de Infraestrutura, Marcelo Melo e de Meio Ambiente, Jorge Santana.

 

Rateio do Fundeb é aprovado para todos os servidores da educação, sem desconto previdenciário

  • Redação
  • 08/01/2021 15:18
  • Política
Cabo Bebeto e Davi Maia

A lei sobre o rateio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), com emendas dos deputados estaduais Cabo Bebeto e Davi Maia que garantem o pagamento a todos os funcionários da educação e sem desconto previdenciário, foi aprovada pelo governo do estado. 

De acordo com a publicação no Diário Oficial e conforme as emendas dos parlamentares, fica autorizado o Chefe do Executivo a ratear as sobras dos 40% do Fundo de manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que não são destinados ao pagamento da remuneração dos profissionais do magistério da educação básica, com os demais profissionais gerais da educação, dentre os quais se incluem aqueles que exercem atividades de natureza técnico-administrativa ou de apoio nas escolas ou órgãos de educação.

Em seu perfil numa rede social, o deputado estadual Cabo Bebeto publicou, nesta sexta-feira, dia 08, que não tem como descrever a sua felicidade após saber que os servidores administrativos da Educação também irão receber os recursos do Fundo. “Esta foi a segunda vez que fizemos as emendas e, finalmente, agora foram sancionadas”, destacou.

Cabo Bebeto explicou que os auxiliares, o pessoal do setor administrativo e todos os que fazem parte da base da educação têm o direito de receber os recursos. “Estamos aqui para trabalhar e somar”, concluiu o deputado, parabenizando a todos os que atuam na educação de Alagoas.

 

O deputado Davi Maia ressaltou que essa é uma luta antiga e seu mérito é total da Assembleia Legislativa. “A gente vem lutando para que o rateio dos professores não seja descontado da previdência e para que o administrativo receba a sua cota-parte. Apresentamos várias emendas, e todos os anos o governo estadual veta, judicializa e não paga. Agora, este ano, o governo não vai vetar, porque não tem força na Assembleia. Quero parabenizar os professores e todo o administrativo, que também vai receber, porque vocês também fazem parte da educação”, afirmou.

O artigo 7º destaca que fica vedado qualquer desconto previdenciário sobre o rateio e os pagamentos tratados por esta Lei, não se importando a remuneração para quaisquer efeitos.

Seduc dá início ao calendário de matrículas para a rede estadual; veja o cronograma

EDUCAÇÃO

Por Ana Paula Lins e Karyne Gomes - Agência Alagoas  0

Alunos da rede farão matrículas até o dia 7; novatos a partir do dia 8

Até o dia 07, haverá renovação e transferências de alunos da rede; de 08 a 15, acontece pré-matrícula de novatos

ASecretaria de Estado da Educação (Seduc) deu início nesta segunda-feira (04) ao calendário de matrículas da rede estadual de ensino para o ano letivo 2021. Neste primeiro momento, será feita a renovação e transferência dos alunos já matriculados na rede. A partir de sexta-feira, dia 08, começa a pré-matrícula dos novatos, procedimento que prossegue até o dia 15.

O período de renovação de matrícula (rematrícula) para os alunos que já são da rede e que permanecerão na mesma unidade de ensino vai até quinta-feira, dia 07, e deve ser feito on-line por meio do site www.matriculaonline.al.gov.br até o dia 15. Na ocasião, haverá o preenchimento de um formulário eletrônico com a escolha de três opções de escola.

São 60 mil vagas para as seguintes séries: 1º e 6º anos do ensino fundamental; 1ª série do médio integral; 1º e 5º períodos do turno diurno do EJA fundamental; 1º e 6º períodos do turno noturno do EJA fundamental e 1º período do EJA médio. A idade mínima exigida para matrícula no EJA fundamental é de 15 anos, enquanto para o médio é de 18 anos.

Para as demais séries, o interessado precisa procurar a escola mais próxima para saber se a mesma possui vagas disponíveis.

Passo a passo – Ao acessar o sistema, o aluno – ou seu pai/responsável – vai preencher um formulário eletrônico com os seus dados e a unidade de ensino pretendida.

Para os estudantes e responsáveis que não têm acesso à internet, a inscrição pode ser feita nas unidades de ensino da rede estadual ou por meio da Gerência Regional de Educação (Gere) mais próxima. Todas serão pontos de apoio à comunidade escolar.

Cronograma – Segue abaixo o calendário para as matrículas 2021:

- 04 a 06/01/2021 – Transferência Interna;

- 04 a 07/01/2021 – Renovação de matrícula;

- 08 a 15/01/2021 – Novas Matrículas;

- 22 a 25/01/2021 – Divulgação dos resultados e confirmação da matrícula;

- 25/01 a 29/01/2021 – Confirmação da Matrícula.

Precisamos salvar o Fundeb das garras dos barões da educação

 

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Foto: Marcos Santos / USP imagens

Há poucos meses tivemos uma grande vitória com a aprovação do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) com uma emenda à Constituição, tornando-o permanente e com mais recursos a serem destinados à educação pública. Após a aprovação na Câmara dos Deputados, no Senado e a promulgação pelo presidente da República, passamos a lutar pela regulamentação ainda neste ano, para não perdermos essa conquista fundamental para melhorar a educação pública.

A votação do Projeto de Lei 4.372/2020 para a regulamentação, trouxe de volta o fantasma da privatização. Os barões da educação, sempre de olho nos recursos públicos para os seus negócios agiram, aliados ao presidente Jair Bolsonaro, e transformaram o Fundeb num Frankstein, tirando recursos da educação pública – objeto do Fundeb –, passando-os para esses empresários sem compromisso com a qualidade do ensino porque visam somente aumentar os sues já enormes lucros.

A maioria dos deputados aprovou a retirada de recursos das escolas públicas em, favor do Sistema S e de escolas ditas filantrópicas, muitas de caráter confessional. Por isso, a deputada federal do Acre, Perpétua Almeida, líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, declarou que o partido recorrerá à Justiça para impedir a transferência de dinheiro do Fundeb para escolas particulares.

 

Os deputados da base do governo Bolsonaro se aproveitaram da pandemia e da proximidade do fim do ano para golpear o Fundeb. Desde a eleição de Bolsonaro, nós da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) dizíamos que o atual presidente é o inimigo número 1 da educação pública. Foi o que se viu nessa votação. O atual governo trabalha pelo fim da educação pública. Quem perde são os filhos da classe trabalhadora, que ficam sem a esperança de um futuro melhor com os anos de estudo.

O resultado dessa votação dificulta imensamente a manutenção das escolas públicas, tirando inclusive dinheiro para o aumento salarial dos profissionais da educação, destinando parte desses recursos para profissionais de instituições privadas. Além de impossibilitar o desenvolvimento de uma educação inclusiva, de qualidade social e democrática porque transfere os recursos para os empresários da educação, sem compromisso com o país e muito menos com o povo brasileiro.

O texto aprovado libera a utilização de recursos públicos para a realização de convênios com creches e escolas de educação infantil particulares, além de permitir a reserva de 10% das vagas do ensino fundamental e médio para a rede particular. É a mais descarada transferência de dinheiro público, pago com os nossos impostos, para os barões da educação, que não se contentam com os seus altos lucros e querem mais, sempre mais.

 

Não podemos admitir esse descalabro. Dinheiro público tem que ser investido em escolas públicas. O setor privado da educação pode e deve existir, mas tem que se manter com seus recursos e investimentos, pois os lucros são apenas deles. Não transferem nada para o país e menos ainda para a maioria da população, que vive do trabalho com o seu suor cotidiano.

O sonho de uma vida melhor para seus filhos fica comprometido com a regulamentação aprovada pela maioria dos deputados. Então, todos os pais, todas as mães, os estudantes do ensino médio, as professoras e professores, os profissionais da educação em geral, assim como toda a sociedade precisa se manifestar e combater a destruição da educação pública.

O futuro de nossos filhos depende de nós. Todo apoio à ação do PCdoB ao Supremo Tribunal Federal contra essa desfiguração do Fundeb. Vamos também pressionar os senadores a desfazer esse verdadeiro crime de lesa pátria. Além de unir todos os setores do movimento educacional e da sociedade civil em defesa dos recursos públicos para a educação pública. Nossos filhos merecem nossa dedicação e luta para terem chance de sonharem com um futuro mais digno.

 
As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Portal Vermelho
AUTOR

Universidades voltarão às aulas presenciais em 1º de março, diz MEC

  • IG
  • 07/12/2020 22:00
  • Brasil/Mundo
Foto: Reprodução
O ministro da Educação, Milton Ribeiro.

As universidades públicas e privadas o Brasil vão voltar às aulas presenciais no dia 1º de março do ano que vem. A informação foi dada pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro, em entrevista à CNN Brasil .

Uma portaria seria publicada ainda nesta segunda-feira (7) em edição extra do Diário Oficial da União. Anteriormente, o próprio ministério já havia determinado que as  aulas retornariam em janeiro também por meio de outra portaria. Apesar da mudança, a portaria anterior não será revogada pelo texto atual.

Segundo o ministro, a pasta tomou a decisão de promover um "pequeno ajuste" nas orientações para a volta das aulas após conversar com os reitores na semana passada .

As universidades poderão adiar a retomada em dois cenários. O primeiro é caso haja determinação de "lockdown" por autoridades locais. Já o segundo é se os reitores avaliarem que há avanço no número de casos a ponto de colocar em risco a segurança de estudantes e professores.

Vai caber a cada um dos reitores definir qual será seu plano de retomada, com a definição sobre quais cursos irão reiniciar aulas presenciais primeiro e em quais campi haverá aulas. Eles também deverão planejar como será feito o rodízio de salas e a escala de professores.

 

AALC organiza a I Antologia Alagoana de Literatura de Cordel

CULTURA

Por Redação dom Diógense Pereira - AALC  0

 

Inscrições vão até 28 de fevereiro de 2021

Com o objetivo de reunir o maior número possível de Poetas Cordelistas de Alagoas, a Academia Alagoana de Literatura de Cordel está organizando a I Antologia Alagoana de Literatura de Cordel

Serão aceitos nessa Antologia, Cordelistas Alagoanos mesmo que morem fora do Estado, assim como também de outras naturalidades, mas que tenham união estável com alagoano e aqui no estado desenvolva sua atividades literárias.

Serão recrutados desde aqueles que nunca publicaram oficialmente, até aqueles que tem experiência e reconhecimento nacional.

Esse mapeamento cultural dos PERSONAGENS DO CORDEL ALAGOANO é uma iniciativa da AALC, com a intenção de promover com a união e fortalecimento do nosso gênero literário.

A Academia busca incentivar e certificar os mais novos e reconhecer os mais experientes pelo esforço de reproduzir e manter vivo nosso Cordel.

A final todos tem contribuído para o Cordel Alagoano.

Contatos: Diógens Pereira (82) 99965-7254 - Cristóvão Augusto (82) 99932-5126 ou @academiadecordel.al

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