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Estudo revela que 80% de diabéticos podem ter doenças cardiovasculares

SAÚDE

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Bra  0

 

Um estudo realizado pelo EndoDebate em parceria com a Revista Saúde, mostrou que 80% das pessoas com diabetes tipo 2 apresentam indícios de comprometimento cardiovascular. Mais da metade (52%) indicam pelo menos dois destes sintomas: tontura, dores no peito e nas pernas, falta de ar e palpitações.

Intitulado “Quando o Diabetes Toca o Coração”, o estudo foi lançado em junho pelo laboratório Novo Nordisk e divulgado nesta semana. A pesquisa entrevistou 1.439 pessoas com e sem diabetes tipo 2, com idade entre 47 e 55 anos.

O levantamento mostrou que 64% dos diabéticos não seguem rigorosamente o tratamento e apenas 48% dos pacientes consideram a doença muito grave. O diabetes aparece atrás do câncer (92%), do acidente vascular cerebral (79%), do infarto (75%), do mal de Alzheimer (74%), da insuficiência renal (70%) e da insuficiência cardíaca (56%).

“A atenção ao coração é um dos grandes desafios no segmento do paciente com diabetes. Temos objetivos desafiadores no século 21 que vão além do controle da glicose no sangue, fundamental para o tratamento do diabetes tipo 2. Tudo isso passa também por reduzir o peso e o risco de hipoglicemia e umentar a segurança do ponto de vista cardiovascular”, disse o médico endocrinologista e fundador do EndoDebate, evento que ocorre até hoje (20) na capital paulista, Carlos Eduardo Barra Couri.

Desconhecimento

Sobre a primeira palavra lembrada ao pensarem em problemas do coração, 662 entrevistados mencionaram infarto; 159 disseram morte; 39, hipertensão; 25, AVC. O diabetes ficou em último. Entre os diabéticos, 61% disseram acreditar que a doença está entre os fatores de risco para problemas cardiovasculares, contra 42% entre os não diabéticos. Nos dois grupos, a pressão alta aparece em primeiro lugar, seguida do colesterol e dos triglicérides altos.

Para 60% das pessoas com diabetes tipo 2, o médico transmitiu informações insatisfatórias ou nem mencionou as questões relacionadas ao coração na última consulta para controlar o diabetes. Embora 62% desses pacientes tenham sido diagnosticados há pelo menos cinco anos, 90% dizem ainda sentirem falta de mais informações durante o tratamento.

“O tempo é determinante. É muita informação que o médico tem que passar. Eu acredito que há uma mistura de falta de informação e desconhecimento de como abordar direito esse paciente. Como falar em um tom acolhedor humano e ao mesmo tempo incisivo, informativo? Muitos médicos não sabem como fazer isso”, comenta Couri.

Percepção limitada

Apesar da gravidade da doença, a pesquisa também revelou uma percepção limitada sobre os riscos do diabetes tipo 2. Ao todo, 64% das pessoas com diabetes entrevistadas não seguem o tratamento à risca. “A adesão ao tratamento começa quando o médico abre a porta do consultório, quando o médico levanta para atender o paciente, quando o paciente tem uma consulta digna, quando o médico ouve o paciente. Adesão é muito mais do que explicar como toma o remédio, é acolher o paciente e ser humano na consulta”, explica Couri.

Segundo o laboratório parceiro da pesquisa, 13 milhões de pessoas vivem com o diabetes tipo 1 ou tipo 2 no Brasil. Desse total, estima-se que 90% tenham diabetes tipo 2, no qual o pâncreas produz a insulina insuficiente ou não age de forma adequada para diminuir a glicemia. Ele é mais comum em adultos com obesidade e em pessoas com histórico familiar de diabetes tipo 2. Quase metade das pessoas com diabetes tipo 2 não sabem ter a doença. Além disso, duas a cada três mortes de pessoas com diabetes são ocasionadas por doenças cardiovasculares.

Número de casos de coqueluche em Alagoas sobe 150%

Segundo o Ministério da Saúde, foram 36 ocorrências em 2018 contra 14 diagnósticos positivos no ano de 2017

↑ (Foto: Reprodução)

Casos de coqueluche aumentam mais de 150% em Alagoas e deixa o estado na terceira colocação na região Nordeste com incidência da doença. Em 2018 foram 36 diagnósticos contra 14 em 2017, ou seja, um aumento superior a 150%.

Em 2018, o Brasil registrou 2.079 casos de coqueluche, sendo a região Nordeste a segunda do país com maior número de pacientes. Foram com 628 casos confirmados.

De janeiro a junho deste ano, 13 casos confirmados, sem registro de óbitos. No mesmo período do ano passado foram 27. Em 2018 também não houve morte por complicações da doença.

Apesar dos casos terem diminuído no Brasil nos últimos anos, 2018 registrou aumento se comparado a 2017 que foram 1.901 casos, enquanto ano passado foram 2.079. Pernambuco vai na contramão da tendência nacional de diminuição dos casos da doença, sendo o mais afetado do Nordeste e já teve um aumento de mais de 200% no número de notificações em relação aos cinco primeiros meses do ano passado. Em 2018 Pernambuco registrou 371 e em 2017, 253.  Já a Bahia ocupa a segunda posição com 134 em 2018 e 42 em 2017. Alagoas na terceira posição com 36 no ano passado.  Os estados com menor incidência é Sergipe e a Paraíba com dois casos cada. Na tabela ao lado pode ser visto os registros nos 26 estados mais Distrito Federal.

INCIDÊNCIA

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), em 2014, a incidência nacional da Coqueluche era de 4,2 casos por 100 mil habitantes, tendo diminuído para um caso por 100 mil habitantes em 2018, ano em que atingiu 2.079 pessoas.

SINTOMAS

A coqueluche ou pertussis é uma doença infecciosa aguda e transmissível, que compromete o aparelho respiratório (traqueia e brônquios). É causada pela bactéria Bordetella pertussis. A doença evolui em três fases sucessivas. A fase catarral inicia-se com manifestações respiratórias e sintomas leves, que podem ser confundidos com uma gripe: febre, coriza, mal-estar e tosse seca. Em seguida, há acessos de tosse seca contínua. Na fase aguda, os acessos de tosse são finalizados por inspiração forçada e prolongada, vômitos que provocam dificuldade de beber, comer e respirar. Na convalescença, os acessos de tosse desaparecem e dão lugar à tosse comum. Bebês menores de seis meses são os mais propensos a apresentar formas graves da doença, que podem causar desidratação, pneumonia, convulsões, lesão cerebral e levar à morte.

Vacina é o melhor meio de prevenção, diz especialista

 

A vacina ainda é a melhor forma de proteger as crianças contra a coqueluche. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) esclarece que a cobertura vacinal da Pentavalente, destinada a prevenir casos de coqueluche, alcançou 96,2% do público alvo em 2018, ultrapassando o índice mínimo preconizado pelo MS, que corresponde a 95%. A Sesau salienta, ainda, que a distribuição da vacina Pentavalente está ocorrendo normalmente em Alagoas e que as vacinas são disponibilizadas ao público-alvo por meio das Secretarias Municipais de Saúde, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

A infectologista Maria Claudiane Bezerra de Souza explica que o quadro tem duração de várias semanas. “Coqueluche é mais frequente em crianças, sobretudo menores de 1 ano. O acometimento de adultos e adolescentes é assintomático ou mesmo não reconhecido, constituindo-se em importante fonte de contaminação para lactentes jovens ainda não vacinados ou parcialmente vacinados, pois não apresentam anticorpos protetores. O período de transmissibilidade se estende de 7 dias após a exposição até 3 semanas após o início das crises de tosse intensa. A vacina tem papel crucial no controle da doença. O PNI preconiza a primeira dose da vacina aos 2 meses de vida, bem como com seus reforços aos 4, 6 e 15 meses de vida”.

PREVENÇÃO

Apenas os indivíduos que já tenham adquirido a doença ou recebido a vacina DTP (mínimo de três doses) não correm o risco de adquiri-la. Não existe característica individual que predisponha à doença, a não ser presença ou ausência de imunidade específica. Graças aos programas de vacinação, a ocorrência de casos de coqueluche no Brasil (que já chegou a cerca de 36 mil casos notificados por ano entre 1981 e 1991) vem sendo reduzida.

TRANSMISSÃO

Acontece principalmente pelo contato direto da pessoa doente com uma pessoa suscetível, não vacinada, através de gotículas de saliva expelidas por tosse, espirro ou ao falar ou pelo contato com objetos contaminados com secreções do doente.

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Fonte: Tribuna Independente / Lucas França

Combate à cefaleia: os gatilhos podem estar presente no seu dia a dia e você não sabe

Alimentos gordurosos e condimentados como chocolate, queijos gordurosos, embutidos, molhos e café podem interferir de maneira negativa no organismo e disparar o gatilho da dor

De intensidade que varia de leve a grave, a cefaleia é qualquer dor de cabeça que o indivíduo possa sentir durante a vida. Normalmente, acomete toda a cabeça, é mais comum surgir no final da tarde e já é considerada pela Organização Mundial da Saúde como a sétima dor mais incapacitante do mundo. Para minimizar esse problema tão presente em nosso dia a dia, a médica especialista em dor Dra. Denise Katz (CRM 63548-SP), selecionou os principais fatores precipitantes da cefaleia e vai ensinar como evitá-los. Confira:

Não dormir o suficiente

Sabia que quando temos uma noite normal de sono é liberado um hormônio chamado melatonina, responsável por realizar a liberação de analgésicos naturais no nosso corpo. Se não descansamos o suficiente e esse analgésico natural não circular em nosso organismo é provável que se sinta dor de cabeça no dia seguinte.

Estresse, ansiedade e tensão são vilões da cefaleia

O processo do estresse no nosso corpo pode comprometer a circulação sanguínea normal e ocorrendo uma vasoconstrição sentimos dor de cabeça. Ansiedade, tensão, e irritações também são gatilhos para a dor.

Jejum prolongado pode causar dor de cabeça

Jejum por longos períodos abaixa os níveis de açúcar no sangue e também estimula o processo de vasoconstrição, que causa dor na cabeça.  Por isso, mantenha sempre o seu corpo alimentado.

Alimentos podem causam dor, fique de olho!

Alimentos gordurosos e condimentados como chocolate, queijos gordurosos, embutidos, molhos e café podem interferir de maneira negativa no organismo e disparar o gatilho da dor. De forma oposta, alimentos ricos em ômega 3, como os peixes e frutas como banana, kiwi, morango, tangerina melhoram a circulação sanguínea e consequentemente a dor de cabeça.

“Se mesmo fugindo dos fatores precipitantes a cefaleia é recorrente, pode-se aliviar os sintomas com analgésicos à base de Ibuprofeno, como Alivium Cápsulas Líquidas. Caso a dor persistir por mais de 3 dias, não hesite e procure auxílio médico”, alerta a especialista.

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Fonte: Assessoria

Campanha de vacinação contra a gripe começa esta semana em todo o país

Nesta primeira fase, serão priorizadas crianças com idade entre 1 ano e 6 anos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas

↑ Vacinação (Foto: Sandro Lima / Arquivo)

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa na próxima quarta-feira (10) em todo o país. De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização, este ano, foi antecipada em cerca de 15 dias em relação aos anos anteriores, quando a campanha teve início na segunda quinzena de abril.

Nesta primeira fase, serão priorizadas crianças com idade entre 1 ano e 6 anos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto). A escolha, segundo o ministério, foi feita por causa da maior vulnerabilidade do grupo.

A partir de 22 de abril, todo o público-alvo da campanha poderá receber a dose, incluindo trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A definição, de acordo com o ministério, também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente o vírus da gripe. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos elegíveis para vacinação.

Amazonas

No Amazonas, a vacinação contra a gripe começou no fim de março, com antecipação de 21 dias em relação às demais unidades federativas. A decisão, segundo a pasta, se deu em função da ocorrência de casos e óbitos por influenza desde fevereiro deste ano.

Em todo o ano de 2018, o Amazonas registrou 17 casos e três mortes por influenza, sendo um caso pelo vírus H1N1. Até meados de março deste ano, já foram notificados 666 casos suspeitos, sendo 107 confirmados para H1N1, além de 28 mortes também confirmadas pelo vírus.

A doença

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

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Fonte: Agência Brasil

SMS de Santana do Ipanema realiza planejamento com equipes de saúde

SAÚDE

Por Redação com Sibele Arroxellas  0

 

Durante dois 26 e 28 , a Secretaria Municipal de Saúde de Santana do Ipanema ,realizou reuniões com as Equipes de Saúde com o intuito de realizar o Planejamento anual das referidas equipes.

O planejamento foi ministrado pelas técnicas da secretaria de saúde: Sibele Oliveira Arroxellas ( Coordenadora da Atenção Básica), Sergia Maria Bulhões (Coordenadora Administrativa), Theny Mary Firemann (Coordenadora de Planejamento), Juliana Alencar (Técnica e apoiadora da Atenção Básica), Toninho Palmeira (Coordenador de Saúde Bucal) e Meygrinne Oliveira (Coordenadora da Vigilância Epidemiológica). 

Treze unidades de saúde participaram do planejamento, com a presença de Enfermeiros, Agentes de Saúde, Médicos, Técnicos de enfermagem, Dentistas, Higienização, Motoristas e Auxiliar de consultório dentista.

Destacamos a importância do trabalho em equipe, da organização dos serviços e da qualidade do atendimento proporcionando assim uma saúde de qualidade.

SIBELE OLIVEIRA ARROXELLAS - COORDENADORA DA ATENÇÃO BÁSICA

Sesau distribui 1,4 milhão de camisinhas e reforça importância do sexo seguro

Objetivo é conscientizar a população sobre os cuidados que devem ser tomados durante a folia

↑ Foliões podem obter preservativos em vários pontos do estado (Foto: Olival Santos / Agência Alagoas)

Durante as prévias e o Carnaval, um dos períodos mais aguardados do ano para quem viaja ou festeja, muitos foliões acabam se esquecendo de um item importante: o preservativo. A “camisinha” é o método mais seguro de prevenir as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), além de ser uma forma eficaz de impedir uma gestação não programada. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) distribuiu, somente para o período carnavalesco de 2019, 1,4 milhão de preservativos aos 102 municípios alagoanos.

É preciso ficar atento para aproveitar ao máximo a folia, evitando que a lembrança da maior festa popular brasileira fique manchada por descuidos pessoais. O alerta é da assessora técnica da Sesau Jackeline Targino, que enfatiza que, além da Aids, a herpes, sífilis e clamídia são também preocupantes, uma vez que podem gerar consequências sérias, desde deformações à infertilidade. “Além da Aids, há outras IST que comprometem a saúde e agem silenciosamente. As IST não se resumem ao HIV e HPV”, reforçou.

A camisinha tem um papel a cumprir diante do papiloma vírus humano (HPV), responsável pela maioria dos casos de câncer de colo de útero nas mulheres e outros problemas nos homens, como a formação de verrugas no pênis. Apesar de a vacina ser a forma mais eficiente de frustrar o ataque do vírus, a camisinha ajuda a diminuir o risco de contágio, desde que seja utilizada corretamente.

“É necessário curtir o Carnaval com responsabilidade e todo ato sexual deve ser praticado com proteção. O risco de contrair alguma IST ocorre nos três tipos de relações sexuais: oral, vaginal e anal, sendo o último o de maior risco”, alertou Jackeline Targino.

Nos dias das folias carnavalescas, a Sesau irá disponibilizar as camisinhas de forma gratuita nos postos de saúde dos 102 municípios do estado, além de dispensadores nos Shoppings Miramar, Maceió e Pátio, no Terminal VLT, Terminal Rodoviário de Maceió, Feirinha do Artesanato da Pajuçara, além do Garden Shopping, em Arapiraca. Já durante o tradicional bloco pré-carnavalesco Pinto da Madrugada, que vai desfilar pela orla de Maceió neste sábado (23), a Sesau implantará dois totens para que os foliões curtam a festa de maneira tranquila e segura.

“O uso do preservativo ainda é a alternativa mais eficaz e segura na prevenção das IST, da Aids e da síndrome congênita decorrente da infecção pelo Zika vírus. Por isso, a estratégia de distribuição de camisinhas em pontos de grande concentração de pessoas nesta época do ano é fundamental”, avaliou Jackeline Targino.

Conforme dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), em 2018 Alagoas registrou 424 casos de Aids e 1.320 de sífilis. Enquanto os casos de infecção pelo vírus, que é quando a doença ainda não se manifestou, foram 909. “Além dos preservativos que os municípios já recebem, haverá um aporte extra para aquelas cidades turísticas em que o número de visitantes aumenta significativamente durante o período de Carnaval”, destacou.

Prevenção

Ao contrário da camisinha, que evita o contato com o vírus presente no sêmen durante a relação sexual, a Profilaxia Pós-Exposição (PEP) atua quando a pessoa já foi exposta ao vírus ou tem suspeita de exposição. É importante lembrar que, além do preservativo, outras medidas como não compartilhamento de seringas ou de material em contato com sangue também são importantes para evitar a infecção pelo HIV no decorrer da folia de momo.

“Digamos que, mesmo com todos os cuidados necessários para evitar a infecção, você teve um possível contato com o vírus. É ai que a PEP entra: são comprimidos antirretrovirais que devem ter a primeira dose tomada entre as duas primeiras horas após a exposição e o prazo máximo de 72 horas depois. Para garantir a eficácia do procedimento, a medicação deve ser utilizada pelos próximos 28 dias consecutivos, sem interrupções. Já o acompanhamento por uma equipe de saúde acontece durante 90 dias e as testagens para verificar a sorologia da pessoa exposta devem ser feitas 30 e 90 dias depois da possível infecção”, explicou Jackeline Targino.

Ela acrescentou que, quando uma pessoa chega até uma unidade de saúde dentro do período considerado eficaz para tratamento com PEP é preciso investigar como e quando ocorreu a exposição e as condições sorológicas das pessoas envolvidas. Ou seja, se pelo menos uma delas é positiva para HIV ou não. Contato com suor, lágrima, fezes ou urina, vômitos, secreções nasais e saliva não oferecem risco de transmissão se não tiverem presença ou vestígio de sangue. Por isso, não há a necessidade de procurar o serviço.

De acordo com a assessora técnica da Sesau, oito unidades de referência estarão de plantão no Carnaval para oferecer a PEP aos foliões que tiverem algum acidente com a camisinha durante a relação sexual. O atendimento estará à disposição nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Trapiche da Barra e do Benedito Bentes, Hospital Escola Helvio Auto (HEHA), Maternidade Escola Santa Mônica e Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió; na UPA de Palmeira dos Índios; Hospital Regional Doutor Clodolfo Rodrigues de Melo, em Santana do Ipanema; e Unidade de Referência Pós-Exposição de Delmiro Gouveia. “Essas unidades estão com equipes médica e de enfermagem capacitadas para o tratamento com PEP e também para a realização de teste rápido”, afirmou Jackeline Targino.

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Fonte: Agência Alagoas / Texto: Marcel Vital

No verão, pais devem ter cuidado redobrado para evitar picada de escorpião em crianças

↑ (Foto: Assessoria)

Neste período de verão é comum o aparecimento de escorpiões, o clima úmido e quente é considerado ideal para o aparecimento desse tipo de animal. Ele costuma se abrigar em esgotos, entulhos, dentro de calçados e roupas. Para prevenir picadas desse bicho peçonhento, é preciso adotar hábitos simples, como verificar qualquer objeto antes de utilizá-lo e cuidar melhor da limpeza dos ambientes.

O infectologista do Hapvida, Fernando Chagas, orienta um cuidado especial com as crianças, pois a picada de escorpião nelas acaba sendo mais grave, podendo levar à morte em alguns casos. Ele recomenda verificar e sacudir roupas e sapatos antes de usar e olhar de forma minuciosa o local de brincadeira dos pequenos.

Entre os sintomas após a picada, o especialista destaca: dor no local e o surgimento de sensação de queimação, dormência ou coceira, diminuição ou aumento da temperatura corporal, náuseas, vômitos, arritmias cardíacas, agitação e até sonolência e confusão mental. Segundo ele, caso desconfie que a criança foi picada, o ideal é procurar de imediato atendimento médico.

O analista de sistemas Thiago Ramos tem dois filhos de 3 e 5 anos e mora no segundo andar de um prédio localizado no Bairro dos Estados, em João Pessoa. Ele foi surpreendido com dois escorpiões dentro do seu apartamento, inclusive um deles passeava no quarto das crianças. “Eu entrei em pânico. Tinha encontrado um escorpião no banheiro na toalha de rosto e uma semana depois, tinha outro passeando no quarto dos meus filhos”, relata.

Para acabar com o risco de aparecer mais escorpiões, Thiago adotou algumas medidas. Comprou ralos novos que abre e fecha e colocou soleiras nas portas. “Também fizemos uma super faxina na casa, arrastando todos os móveis, limpando gavetas e armários”, explica.

O Ministério da Saúde não recomenda o uso de produtos químicos como pesticidas para o controle de escorpiões. Estes produtos, além de não possuírem eficácia comprovada para o controle do animal em ambiente urbano, podem fazer com que eles deixem seus esconderijos, aumentando a chance de acidentes. Outra recomendação é manter todo o lixo da residência em sacos plásticos bem fechados para evitar baratas, que servem de alimento e, portanto, atraem os escorpiões.

Segundo o Ministério da Saúde, em 2018, foram contabilizados 141,4 mil casos de acidentes com escorpiões no Brasil. Em 2017, foram 125 mil registros. Em 2016, foram 91,7 mil notificações. Em relação às mortes, 115 óbitos foram registrados em 2016 e 88 em 2017.

Medidas para evitar acidentes:

– Usar luvas de couro para manipular entulho e material de construção;

– Não mexer em lixo ou entulho acumulado;

– Limpar terrenos baldios próximos à sua casa;

– Colocar telas nos ralos, pias e protetores nas portas;

– Evitar acúmulo de lixo;

– Olhar antes de calçar sapatos e botas;

– Evitar a presença de baratas em casa (alimento dos escorpiões);

– Não deixar grama alta ou mato.

– Evitar manipular escorpiões, e quando necessário, usar pinças e material adequado;

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Fonte: Assessoria

ALIMENTOS PARA O VERÃO: O QUE NÃO PODE FALTAR NA ESTAÇÃO

O verão chegou e todo mundo passa a ter mais cuidado com a alimentação. Se os dias frios são marcados por tentações calóricas, a estação mais quente do ano exige uma dieta leve, que não pese no estômago. As roupas também são mais leves no calor, deixando o corpo mais exposto. É claro que a alimentação tem relação direta com formas mais bonitas e há alimentos para o verão que não devem ficar de fora do cardápio.

ALFACE

A salada é item indispensável em qualquer época do ano, especialmente no verão. Se para você não pode faltar alface no prato, uma ótima notícia: a clorofila e os flavonoides presentes nesse vegetal agem em conjunto para reduzir o excesso de líquido no corpo.

COUVE

Se você usa as altas temperaturas para abusar um pouco mais dos drinks, não deve deixar de consumir couve. O vegetal, além de limpar o intestino, ainda protege o fígado dos efeitos nocivos das bebidas alcoólicas no organismo.

CENOURA

Você já percebeu que alguns óleos bronzeadores contêm cenoura na composição? Isso porque a raiz é rica em betacaroteno, responsável pela produção de melanina, o que garante o desejado bronzeado. O alimento ainda hidrata a pele, o que é essencial especialmente para quem não dispensa uma piscina ou mar.

GRÃOS INTEGRAIS

Alimentos como linhaça, germe de trigo, chia e gergelim, têm grande concentração de fibras, que promovem uma boa digestão e garantem o funcionamento da flora intestinal.

FRUTAS CÍTRICAS

Abacaxi, limão, laranja e outras frutas cítricas não apenas refrescam como também são ótimas opções para deixar a pele firme, longe das indesejadas celulites. Isso porque elas são ricas em vitamina C, um nutriente essencial para a síntese do colágeno.

MELANCIA

A fruta é composta predominantemente por água, o que é essencial para evitar a desidratação, tão comum nessa época. Além disso, o licopeno, molécula que confere a cor vermelha à fruta, protege a pele contra os malefícios dos raios ultravioletas.

PEPINO

Esse é um ótimo produto para hidratar e melhorar irritações causadas pela exposição ao sol. Aplique o vegetal na região afetada e deixe agir por alguns minutos.

ÁGUA

Lembre-se sempre da importância de se manter hidratado durante todo o dia. Como há uma grande perda de fluidos e nutrientes por meio do suor, beber água é essencial para essa reposição, evitando problemas como fadiga, desidratação, entre outros. Procure beber ao menos dois litros de líquidos diariamente.

 

 

 

Aparelho foi entregue por representante do InSaúde (Foto: Jean Souza / Ascom Santana)

O Vereador-presidente Mário Siqueira Silva, juntamente com o prefeito Isnaldo Bulhões e comitiva tem acompanhado de perto os avanços em serviços e ampliação da UPA do Hospital Regional Dr. Clodolfo Rodrigues de Melo – HRCRM. Na oportunidade também, presenciou a entrega de um CARDIOTOCÓGRAFO, que foi doado pelo Instituto Nacional de Gestão em Saúde – InSaúde, responsável pelo gerenciamento da Unidade Hospitalar em questão.

A doação do aparelho atende ao pleito da Drª Christiane Bulhões – médica-coordenadora do setor de obstetrícia. Com esse instrumento o setor de obstetrícia poderá visualizar os batimentos cardíacos de fetos e toda a dinâmica e evolução dos movimentos uterinos. No evento, foram participes:  

O diretor de operações do InSaúde, Enylo Vinicius, que falou da importante doação ao prefeito Isnaldo Bulhões e a diretora geral do HRCRM, Lúcia de Fátima.

Também participaram do momento a primeira-dama e médica Renilde Bulhões, além dos vereadores Mário Siqueira e Moacir Júnior, secretários municipais e funcionários do Hospital Regional de Santana do Ipanema.

 

Da Redação com Ascom

Mais de 132 profissionais cubanos devem deixar Programa Mais Médicos em AL

TV Verdes Mares/ArquivoPrograma Mais Médicos

 

Presente em 70 dos 102 municípios alagoanos, o Programa Mais Médicos sofrerá um baque no Estado com o anúncio da retirada dos profissionais de Cuba do país. Em Alagoas, dos 232 profissionais de saúde que atuam no projeto, 132 são cubanos, informou a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), por meio de sua assessoria.

 

 

A pasta ainda não divulgou quais medidas que devem ser adotadas, possivelmente em parceria com o governo federal, para minimizar os impactos do fim da parceria do país vizinho no programa federal.

 

Na tarde desta quarta-feira (14), o Ministério da Saúde divulgou um comunicado à imprensa informando que já está tomando as providências para garantir a assistência dos brasileiros atendidos pelas equipes de saúde que contam com profissionais cubanos.

 

 

A iniciativa imediata será a convocação nos próximos dias de um edital para médicos que queiram ocupar as vagas que serão deixadas. Será respeitada a convocação prioritária dos candidatos brasileiros formados no Brasil seguida de brasileiros formados no exterior.

 

Desde 2016, o Ministério da Saúde vem trabalhando na diminuição de médicos cubanos no programa. Até aquela data, cerca de 11.400 profissionais de Cuba trabalhavam no Mais Médicos. Neste momento, 8.332 das 18.240 vagas do programa estão ocupadas por eles.

 

Outras medidas para ampliar a participação de brasileiros vinham sendo estudadas pelo Ministério da Saúde, como a negociação com os alunos formados através do FIES (Programa de Financiamento Estudantil). Essas ações poderão ser adotadas, conforme necessidade e entendimentos com a equipe de transição do novo governo.

 

O Ministério da Saúde reafirma e tranquiliza a população que adotará todas as medidas para que profissionais brasileiros estejam atendendo no programa de forma imediata.

 

*Com Ascom/MS

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