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Terça, 02 Outubro 2018 19:21

ONG comemora 10 anos de Outubro Rosa em Alagoas

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ONG comemora 10 anos de Outubro Rosa em Alagoas

TH Entrevista inicia mês da prevenção contra câncer de mama conversando com Naydja Reis, do Mama Renascer

↑ Naydja Reis alerta para a importância do autoexame da mama: “Ele não elimina a consulta com o especialista, mas complementa e ajuda muito” (Foto: Reprodução)

A luta contra o câncer de mama ganhou muita visibilidade com a iniciativa da campanha Outubro Rosa, desde os anos 1990. Em Alagoas, o Grupo Mama Renascer foi criado há 10 anos, e desenvolve um trabalho com as pessoas diagnosticadas e suas famílias durante o ano inteiro. Além de promover ações de visibilidade no mês de outubro, incentivando a prevenção em toda a sociedade.

Naydja Reis, presidente do grupo, é a personagem do TH Entrevista dessa semana. Ela falou sobre a importância da prevenção, as dificuldades que as pessoas enfrentam por conta do preconceito com a doença, e como funciona a ONG. Ela também falou sobre a agenda do outubro rosa em Alagoas, que tem uma extensa programação com palestras, apresentações culturais e muito mais.

Segundo ela, a campanha claramente tem ajudado bastante essa questão da informação, do acesso. “As pessoas têm se engajado mais e procurado realmente estar alerta neste sentido. Infelizmente temos no Brasil todo o diagnóstico muito tardio, isso interfere bastante na cura, mas a gente espera que isso vá diminuindo a cada ano”, afirmou.

Apesar de ter diminuído bastante, o preconceito ainda existe. Naydja relata que as pessoas ficam assustadas quando recebem o diagnóstico, achando que vão morrer. Depois têm medo de perder o cabelo, mudar a identidade e acabam se isolando. Isso também é trabalhado pela ONG. “Algumas pessoas não querem nem dizer que tiveram um câncer de mama, escondem. Pessoas esconderam até da própria família, foram fazer tratamento fora. Muitas vezes o preconceito vem das pessoas mais esclarecidas ao invés das mais carentes, mais pobres”, lamentou.

PREVENÇÃO

A entrevista também trouxe informações sobre prevenção, cuidados permanentes que todo mundo deve ter com a saúde, e alertou para a necessidade de fazer exames preventivos. Além de estimular as mulheres a conhecerem o próprio corpo. “O autoexame não elimina a consulta com o especialista, mas complementa e ajuda muito. Estatísticas dizem que mais de 80% dos casos de descoberta do câncer de mama são através da própria mulher, do toque. É importante que você conheça o seu corpo”, orientou a presidente da ONG.

Sobre os exames, ela afirmou que atualmente temos em alagoas um grande privilégio, que é o acesso à mamografia. “Lutamos para que o acesso fosse mais fácil, isso a gente conseguiu. Nos últimos 4 anos a gente conseguiu avançar muito nisso. A mulher com mais de 40 anos pode procurar um posto de saúde do seu bairro, e até mesmo a enfermeira pode fazer a mamografia. Depois disso, encaminhar para o especialista”. O problema, segundo ela, é que para fechar o diagnóstico demora até 9 meses, por dificuldade de acesso ao mastologista. A recomendação é que o tratamento seja iniciado em 60 dias.

ONG sobrevive de bazar e dá assistência gratuita

A Mama Renascer funciona dando apoio a mulheres com câncer de mama, em qualquer período. Seja no início, na descoberta, até o cuidado paliativo. “A gente acolhe essa paciente do primeiro momento até o final da sua vida. No sentido de dar um suporte para que ela tenha um resgate da autoestima para que enfrente esse tratamento de uma forma mais leve”.

Naydja explica que é muito importante tanto o apoio da família, quanto o apoio de outras pessoas que já passaram pelo tratamento. “Isso te dá forças, ajuda você a superar. Ele mostra ali que se a outra pessoa superou, você também vai superar. Muitas vezes o familiar fica sem saber o que falar, os amigos se afastam porque ficam com pena, choram. Já uma pessoa que já passou, ela não tem isso. Ela quer dar força, dizer ‘é difícil, mas eu consegui’”.

Sem parceria com o governo ou instituições privadas, o projeto sobrevive exclusivamente de doações e das vendas do brechó, situado no centro de Maceió. E aceita ajuda de voluntários de várias formas. Tanto doação de dinheiro, objetos para o bazar, como o próprio tempo e talento de cada um. Profissionais das mais diversas áreas (assistentes sociais, enfermeiras, nutricionistas, fisioterapia, direito, artes) estão sempre em falta por lá. Comprar no bazar também ajuda, claro.

Fonte: Tribuna Independente

Quinta, 27 Setembro 2018 20:29

432 alagoanos aguardam transplante em Alagoas

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432 alagoanos aguardam transplante em Alagoas

Em cinco anos, número de cirurgias ultrapassa marca de 600 procedimentos; desafio ainda está na aceitação da família em autorizar

↑ Em Alagoas, são realizados transplantes de rim, coração e córnea; de 2013 até agosto deste ano, foram realizados 603 procedimentos (Foto: Assessoria)

Até o fim de agosto, 432 pessoas estavam na fila de espera por um órgão em Alagoas. Os transplantes de rim, coração e córnea são realizados no estado, que registrou em 2017 a expressiva marca de 134 procedimentos realizados, o maior número em cinco anos. De 2013 para cá, foram registrados 603 transplantes.

Dona Olema da Conceição, de 64 anos, é uma dessas pessoas. Ela aguarda por um transplante de coração há cerca de dois meses e conta que desde 2001 sofre de problemas cardíacos, tendo passado por três angioplastias e quatro cateterismos.

“Estive na fila de espera em 2014, mas tive uma melhora na minha situação e saí. Passei um ano e dois meses fora e agora estou de novo aguardando por um coração para fazer a cirurgia”, diz.

À espera de um órgão compatível, o que pode ser um pouco mais difícil já que o sangue dela é AB negativo, Dona Olema se diz esperançosa. “Estou ansiosa e nervosa, porém confiante. É preciso ser forte. Tenho meus filhos, nora, marido e netos que me dão a maior força. Porque isso é fundamental”, resume.

Em 2013, 74 transplantes foram realizados no estado. Já em 2017 o número subiu para 134. Entre os anos de 2013 e 2015 não houve informações sobre a captação de órgãos no estado.

ESPERA

A coordenadora da Central de Transplantes de Alagoas, Daniela Ramos, explica que o desafio ainda se concentra na aceitação da família em autorizar o transplante.

“Para termos doação, a gente necessita que a família autorize. A gente tem equipe trabalhando 24 horas e que não mede esforços para nada. Mas a gente não pode ir adiante se não existe uma família para autorizar ou se não existe uma morte encefálica confirmada. A Lei do Transplante, a 9434/1997, dizia que só não era doador quem colocasse no RG [Registro Geral] e isso acabou causando um efeito rebote, pegou as pessoas despreparadas e as pessoas achavam que se chegassem ao hospital passando mal ia ter os órgãos retirados. Em 2001 veio outra lei, dizendo que só pode fazer a doação com a autorização da família e isso é uma faca de dois gumes porque quando se fala para a família que quer doar, não basta falar é precisa sensibilizar para que no caso de morte encefálica a família autorizar, porque se não houver a autorização não temos como ir à frente”.

Fonte: Tribuna Independente / Evellyn Pimentel

Setembro Amarelo: o dinheiro não pode ser gatilho para a depressão

DSOP Educação Financeira disponibilizará gratuitamente, até o dia 30 deste mês, o curso EAD “Como Quitar Suas Dívidas”

Muitas vezes problemas financeiros podem iniciar quadros de depressão levando até mesmo ao suicídio. Atualmente o número de inadimplentes no Brasil já chega quase ao 63 milhões, segundo últimos dados divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Com o intuito de auxiliar essas pessoas e apoiar o “Setembro Amarelo”, campanha criada pelo Centro de Valorização à Vida (CVV) que tem o objetivo de prevenção ao suicídio, a DSOP Educação Financeira disponibilizará gratuitamente, até o dia 30 deste mês, o curso EAD “Como Quitar Suas Dívidas”. Esse pode ser o início de um caminho para quem está em desespero com a sua situação financeira, mas em casos mais graves, o indicado é sempre buscar ajuda médica especializada.

O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, afirma que o dinheiro pode sim ter uma parcela de culpa na depressão, porém deve ser um meio e não o fim. “Sempre pode haver uma saída para quem está com problemas financeiros. Às vezes chegar ao fundo do poço financeiro pode ser a solução para poder recomeçar do zero e mudar definitivamente de vida”.

Causas do desequilíbrio financeiro

A facilidade de crédito e a falta de educação financeira são os principais aspectos para que as pessoas não respeitem o seu padrão de vida e acabem consumindo compulsivamente, sem conseguir sair dessa situação e se enrolando cada vez mais com as contas. Além disso, a relação conturbada as finanças pode mostrar que o dinheiro desenvolve um papel maior do que deveria na vida das pessoas.

Os impactos desse desequilíbrio financeiro são muito mais amplos, atingindo não somente a pessoa que se descontrola, mas também a família, os amigos e até a empresa em que trabalha. Isso pode acontecer mesmo com aqueles que ganham bons salários, pois quanto mais se ganha, mais se gasta.

Comprar com compulsividade pode se tornar uma válvula de escape para esquecer dos problemas, portanto voltar a ter sonhos e relacioná-los pode ajudar as pessoas a entenderem o conceito da educação financeira e a mudarem seus hábitos com relação ao uso do dinheiro. Uma pessoa que não tem seus objetivos bem definidos não vê sentido em poupar e, quando poupa, fica vulnerável a gastar com coisas supérfluas, consequentemente entra em dívidas.

 

Fonte: DSOP Educação Financeira

Ações em combate ao câncer infantojuvenil marcam o Setembro Dourado

Campanha visa diminuir a mortalidade infantojuvenil conscientizando sobre diagnóstico precoce

A Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer – CONIACC lança a partir do dia 1º, a campanha Setembro Dourado, período conhecido e dedicado às ações de alerta sobre os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil com o objetivo de combater e chamar atenção da população quanto ao Câncer Infantojuvenil no Brasil.

A campanha é de iniciativa da CONIACC a qual congrega 53 filiadas espalhadas por todo o País. Além de alertar para os sintomas da doença, as ações do Setembro Dourado visa diminuir a taxa de mortalidade ressaltando a relevância do diagnóstico precoce e o tratamento prévio como fatores essenciais para a cura.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), haverá mais de 12 mil novos casos de câncer infantojuvenil e, com o diagnóstico precoce, em torno de 80% desses pacientes poderão ser tratados adequadamente com a doença ainda no início. Apesar dos dados, segundo a Sociedade brasileira de Oncologia Pediátrica – SOBOPE, a taxa de cura ainda deixa a desejar mediante a descoberta tardia, sendo o câncer infantojuvenil a segunda causa de morte em crianças menores de 15 anos, perdendo apenas para fatores externos.

Entre os sinais e sintomas desse câncer estão: palidez progressiva; sangramentos ou manchas roxas sem relação com traumas; febre prolongada sem causa definida; vômitos e dores de cabeça persistentes, principalmente pela manhã; alteração da marcha ou da visão ou diminuição da força em pernas ou braços; caroços em qualquer lugar do corpo; ínguas; dores no corpo que não passam e atrapalham as atividades das crianças e brilho branco nos olhos quando a criança sai em fotografia com flash.

Para Rilder Campos, presidente da CONIACC, a campanha deve ser abraçada por todos. “Nosso maior objetivo é envolver todas as instituições filiadas da CONIACC, que buscam desenvolver a cultura da prevenção do câncer infantojuvenil. Quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, maior é a chance de cura. Nossa principal bandeira é divulgar os sinais de sintomas e transformar isso numa cultura, na qual a sociedade saiba que pode curar seus filhos da forma mais rápida possível através do diagnóstico precoce e, principalmente, que o câncer infantojuvenil é um problema de todos”, declara.

A CONIACC e o Banco do Brasil promovem também no mesmo período, a 4ª edição da campanha Ação Infância e Vida que mobiliza sociedade no geral, correntistas, funcionários, aposentados, voluntários e empresas parceiras do BB para apoiar as instituições que lutam pela visibilidade e pela cura do câncer infanto-juvenil em todo o País. É considerada uma das mais importantes do Brasil para a divulgação de informações sobre o diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil e a realização do diagnóstico precoce da doença. O objetivo da mobilização é arrecadar doações para fortalecer o sistema de apoio e assistência à criança e ao adolescente com câncer.

“Essa ação é de extrema importância, pois é a única que atua com foco exclusivo no câncer infantojuvenil no país. O conceito que vem funcionando, desde 2015, é, além de divulgar informações sobre a doença, também arrecadar doações para fortalecer o sistema de apoio à criança e ao adolescente com câncer em todo o território nacional. O que torna totalmente necessária e relevante para a causa, a participação da sociedade no geral”, explica Rilder Campos, presidente da CONIACC.

Para transferir qualquer valor, utilize a conta da Coniacc no BB:
Banco: 001
Agência: 2870-3
C/C: 33000-0
CNPJ: 10.807.169/0001-01
Você pode doar em reais, pontos Livelo, Dotz e Pontos para Empresa. Acesse: bb.com.br/infanciaevida

 

Fonte: Assessoria Apala

Dores nas pernas e na coluna podem ser sinais de hérnia de disco

Apesar de ser um problema comum, muita gente ainda desconhece o que causa e como se pode tratar a hérnia na coluna

↑ Dá para prevenir a hérnia de disco, problema marcado por dores intensas na lombar (Foto: Eduardo Svezia/SAÚDE é Vital)

Tudo começou com reclamações de dores frequentes na coluna e nas pernas. Dores, aparentemente, comuns, daquelas que todo mundo, vez ou outra, sente. A pedagoga Elizia Graziele Oliveira Everton tinha somente 26 anos de idade quando, por causa dessas dores, buscou ajuda médica. Depois de vários exames, o diagnóstico foi certeiro: Elizia tinha hérnia de disco.

Apesar de ser um problema comum, muita gente ainda desconhece o que causa e como se pode tratar a hérnia na coluna. O ortopedista Fernando Arturo, do Hapvida Saúde, explica que a hérnia de disco, também chamada de hérnia discal, é um problema causado pelo desgaste do material contido no interior do disco intervertebral para a área externa. “Esse escape provoca a compressão da medula espinhal ou da raiz nervosa e resulta em um processo inflamatório na região afetada, o que causa muita dor”, esclarece o médico.

Hérnia em jovens

Esse desgaste do disco intervertebral é natural e ocorre à medida que o processo de envelhecimento do organismo avança. Mas o que tem chamado a atenção é a quantidade de pessoas jovens, ou no auge da fase adulta, que precisam conviver com a hérnia de disco. Recentemente, a cantora pop brasileira Anitta revelou ao mundo que também foi afetada pela hérnia de disco.

A artista usou as redes sociais para dividir com os fãs e seguidores a notícia de que vai evitar movimentos mais bruscos no palco, dentre eles, o chamado “quadradinho”, em que Anitta rebola como se desenhasse um quadrado. Pra isso, ela acaba forçando a lombar e o tratamento da hérnia acaba prejudicado. “A minha fisioterapeuta falou que vai ser bom esse período sem o quadradinho para me recuperar porque ela faz o trabalho dela e aí, nos shows, eu faço o “quadradinho” e ela fala que vê o trabalho indo pelo esgoto”, contou a artista.

O diagnóstico da hérnia de disco foi recebido por Elizia quando, a exemplo da cantora Anitta, ela também estava no início da vida adulta. “Conviver com a hérnia de disco não é fácil, especialmente no período de gravidez e de pós-parto, pois o corpo passa por uma série de transformações e nem sempre o uso de medicamentos é possível”, relata a pedagoga, que é mãe de duas crianças, Luiz Felipe, de 3 anos, e Alice, de 5 meses.

Hoje, aos 35 anos, Elizia ainda sofre com dores na coluna e na perna, que fica constantemente dormente. “O meu tratamento é especialmente por meio de fortalecimento muscular e também faço uso de alguns medicamentos que ajudam a hidratar o disco. É um tratamento de longo prazo em que você tem que adotar a atividade física como um estilo de vida, o que nem sempre é fácil de conseguir encaixar na rotina. É uma luta diária contra dor, especialmente agora que tenho uma bebê de 5 meses e fico bastante tempo com ela no colo”, desabafa Elizia.

Causas

Que o envelhecimento do corpo leva, naturalmente, ao desgaste do disco intervertebral grande parte das pessoas já sabe. Mas existem outros fatores que podem antecipar o surgimento da hérnia, como revela o ortopedista Fernando Arturo: “Movimentação repetitiva, sedentarismo, sobrecarga por excesso de peso e excesso de atividade física de alto impacto são algumas das causas mais comuns dessa hérnia precoce”, atesta.

Esses fatores fazem com que o disco desidrate, perca o material gelatinoso do interior e acaba tendo a altura diminuída. “A capa de fibra que envolve o disco fica mais rígida e menos resistente, apresentando pontos de fraqueza. Quando uma dessas regiões se torna incapaz de conter a pressão do disco, a parede se rompe e ocorre um escape do material, o que causa compressão do nervo vizinho e provoca dor, que pode irradiar para as pernas ou braços, dependendo do tipo de hérnia”, ressalta o especialista.

Tipos de hérnia de disco

Apesar de se configurar como um escape do material gelatinoso, a hérnia de disco pode se apresentar de formas diferentes. São elas:

1)  Hérnia de Disco Protrusa – Mais comum hérnia de disco. Apesar do núcleo do disco ainda não ter sido afetado, a sua forma já deixa de ser oval.

2)  Hérnia de Disco Extrusa – A parede do disco fica fissurada, permitindo o escape do material interno.

3)  Hérnia de Disco Sequestrada – Forma mais grave, quando a parede do disco se rompe, o que provoca compressão extrema da raiz nervosa.

Tratamentos

Existem vários procedimentos minimamente invasivos conhecidos como “procedimentos intradiscais”. “Esses procedimentos são realizados pelo médico especialista em coluna. Ele introduz uma câmera guiada por Raio-X em tempo real. A ideia é avaliar precisamente o estado em que se encontra a hérnia de disco e recomendar o procedimento mais adequado para cada caso”, explica Fernando Arturo. Normalmente, para fazer essa análise, o especialista leva em conta o tipo de hérnia, a localização e as condições físicas do paciente.

Em tempo: a hérnia de disco afeta 2 milhões de pessoas todos os anos, segundo estimativa da OMS – Organização Mundial de Saúde. Porém apenas 5% dos casos têm indicação cirúrgica. “São casos graves, que não responderam bem aos tratamentos e, por isso, precisam de intervenção cirúrgica. Nesses casos, a cirurgia endoscópica é uma opção não invasiva, que apresenta ótimos resultados”, enfatiza o médico.

A atividade física também é uma excelente aliada, porque é capaz de reforçar a musculatura e a estrutura óssea dos pacientes. “Essa atividade precisa ser orientada e acompanhada por um profissional da Educação Física”. Somente ele pode direcionar as atividades sem comprometer ou causar mais prejuízos à saúde do paciente. Tudo deve ser feito em concordância com o médico responsável por casa caso”, alerta José Alípio, coordenador do curso de Educação Física da Faculdade Estácio São Luís.

 

Fonte: Assessoria

Pesquisador de nova droga contra amputações e FioCruz chegam a Alagoas

Tribuna conversa com médico cubano José Esteban Saurí Chávez

↑ Médico cubano Saurí Chávez com parte da equipe alagoana que pesquisa e é responsável por fazer as aplicações da nova droga que deve revolucionar tratamento do diabetes (Foto: Sandro Lima)

Alagoas foi o primeiro Estado do país a receber, esta semana, o médico com experiência vivenciada em Cuba e outros países que traz uma boa nova para a área da medicina, especialmente para deter os estragos no corpo causados por um inimigo silencioso e avassalador: o diabetes.

Como a Tribuna Independente antecipou, com exclusividade, semana passada, Alagoas já detém o fármaco (remédio) que promete revolucionar a medicina no que pertine ao tratamento de diabéticos.  A droga —  chamada de “Fator de Crescimento Epidérmico Recombinante (FCEhr)” —   vem sendo testada para evitar o grande número de amputações no Estado, apontado em estatísticas recentes do DataSUS com um dos líderes em mutilações dos membros inferiores no Brasil, causadas pelas lesões de úlceras em pés diabéticos.

Pelos dados mais recentes do DataSUS, em 2015, Alagoas, Piauí e Sergipe lideram esse ranking dos que mais amputam per capita. Noventa por cento das amputações maiores e menores são decorrentes do diabetes.

Uma das boas notícias em relação a essa droga é que ela já vem sendo usada em mais de 20 países com resultados considerados pela comunidade médica  como “muito satisfatória”. No Brasil, porém, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exige para sua liberação no país que o número de pessoas testadas com o produto seja maior do que os outros países, o que vem ocorrendo atualmente em 11 Estados, além de Alagoas.

Também com exclusividade, esta semana, a Tribuna Independenteconversou com  José Esteban Saurí Chávez — médico do  Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia do Instituto de Pesquisa de Havana, em Cuba, e um dos participantes pioneiros da pesquisa de eficácia e segurança da droga — que veio a Maceió acompanhar o ensaio clínico junto à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e à equipe multidisciplinar do Hospital Arthur Ramos, responsável pelo desenvolvimento da pesquisa no Estado.

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Em torno de 10% da população mundial acima de 19 anos de idade são portadores de diabetes” – José Esteban Saurí Chávez, médico e pesquisador desde o início dos estudos e aplicações da droga em Cuba e outros 20 países

“Um fator importante para que a gente afirme com segurança é que este remédio já está registrado em 20 países e testado em mais de 140 mil pacientes com resultados satisfatórios”, revela Chávez. E uma constatação ainda mais importante, completa o médico cubano.

Ao mesmo tempo em que traz esperanças aos que contraíram a doença, Chávez faz um alerta. Ele afirma que em torno de 10% da população mundial acima de 19 anos de idade são portadores de diabetes. “Temos nesses dados um  problema de saúde pública mundial”, revela.

Entre os benefícios do remédio apontados por Chávez estão o restabelecimento da condução nervosa motora, a atenuação e prevenção de alterações e degenerações nos membros atingidos e prevenção do aparecimento de úlceras plantares (pés) e necrose nos dedos.

“O percentual de aproveitamento terapêutico está entre 70 a 75% entre todos os pacientes submetidos ao tratamento com o fármaco, o que nos mostra um alto nível de resolutividade”, criva Chávez.

FioCruz destaca trabalho e estrutura de equipe alagoana nas pesquisas

O Estado também recebeu esta semana a médica Rosane Will, coordenadora da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), vinculada ao Ministério da Saúde e a mais destacada instituição de ciência e tecnologia em saúde da América Latina.

Acompanhada do médico cubano José Esteban Saurí Chávez, Rosane veio fazer a chamada pesquisa clínica de supervisionamento do processo de capacitação da equipe multidisciplinar de Alagoas para o uso do medicamento. No Nordeste, os dois médicos seguem ainda para supervisionar os teste em Pernambuco e Paraíba.

A FioCruz será responsável após todo o processo de pesquisa e aprovação dos testes por distribuir no Brasil a droga por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).

De acordo com a especialista, cerca de 300 participantes em todo país divididos em 12 centros irão colaborar com este estudo, cujo objetivo é avaliar a resposta dos pacientes brasileiros com diabetes e úlcera nos membros inferiores, caracterizando o quadro de pé diabético, ao medicamento cubano Heberprot-P.

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Representante da FioCruz, médica Rosane Will supervisionou os trabalhos esta semana em Maceió (Foto: Sandro Lima)

“Alagoas é um dos primeiros estados a receber esse supervisionamento e é importante a presença do doutor Chávez, que participou da experiência em Cuba e outros países, para balizar e fazer os ajustes necessários para que a gente possa ter um padrão único  no tratamento e aplicação com esta droga aqui no Brasil”, ressaltou Rosane, ao elogiar a organização dos trabalhos e estudos feitos pela equipe alagoana multidisciplinar que conta com médicos, enfermeiros, nutricionistas, terapeutas e outros profissionais envolvidos no estudo e aplicação da droga cubana.

“Pela excelente organização do trabalho  e estrutura da equipe no estudo clínico, possivelmente teremos um paciente alagoano a ser incluído como primeiro do País a entrar no processo”, revela Rosane.

“É o início de um processo no sentido de melhorar bastante a qualidade de vida dos diabéticos e aqueles que têm úlceras no pé diabético. Importante frisar que esse produto cubano em sendo aprovado a Bio-Manguinhos (da FioCruz) irá distribuir o medicamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para que todas as pessoas tenham acesso ao produto”, completa Rosane.

Para o médico angiologista Guilherme Pitta, o angiologista e cirurgião vascular Guilherme Pitta — que coordena a equipe multidisciplinar do Hospital Arthur Ramos há mais de ano com pesquisas sobre pé diabético —  a presença de um dos médicos cubanos que participaram do princípio do estudo do fármaco e da Fiocruz representa prestígio ao Estado de Alagoas e apoio incondicional ao trabalho multidisciplinar e aos estudos realizados. “Isso é motivo de muita comemoração para os profissionais alagoanos envolvidos neste trabalho”, destaca Pitta.

Estado já selecionou dois pacientes para realização de testes

Com a presença do médico cubano Jose Esteban Saurí Chávez e da representante da FioCruz em Alagoas, Rosane Will, esta semana, a equipe multidisciplinar do Hospital Memorial Arthur Ramos aprovou ainda a inclusão do segundo paciente aprovado para os testes com o remédio. A pedido da equipe que coordena a pesquisa e por determinação da FioCruz,  a Tribuna Independente não pôde divulgar o nome nem a imagem dos pacientes voluntários selecionados para se submeter aos testes em Alagoas com a droga cubana.

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Cirurgião vascular Guilherme Pitta afirmou que “receber essas visitas foi prestígio para Alagoas” (Foto: Sandro Lima)

Envolvida na pesquisa do pé diabético em Alagoas está uma equipe multidisciplinar liderada pelo médico Guilherme Pitta, nutricionistas, fisioterapeutas, enfermeiros e por enquanto dois pacientes diabéticos selecionados com úlceras nos pés.

Hospital alagoano é referência no estudo de pés diabéticos

O Hospital Memorial Arthur Ramos integra um grupo seleto de 12 centros nacionais escolhidos pela FioCruz para participar da pesquisa “Avaliação da eficácia e segurança do Fator de Crescimento Epidérmico Recombinante” (FCEhr) intralesional em participantes com úlcera de pé diabético no Brasil”.

“Esta é uma pesquisa multicêntrica nacional acerca de um medicamento que pode revolucionar a assistência ao paciente portador de úlcera de pé diabético. É um estudo de extrema importância, pois trata-se de uma droga inovadora que permite cicatrizar a úlcera plantar, uma das principais causas de amputação maiores e menores em pacientes diabéticos”, ressalta o médico Guilherme Pitta, que além de coordenar a equipe multidisciplinar dos estudos sobre pés diabéticos, é cirurgião vascular e endovascular do Arthur Ramos.

Fonte: Tribuna Independente / Texto: Wellington Santos

Prefeitura de Santana realizou 731 exames de mamografias entre os dias 9 e 18

SAÚDE

Por Ascom Santana do Ipanema  0

 

A Prefeitura de Santana do Ipanema, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Unidade Móvel de Mamografia Digital realizou 731 exames de mamografia em mulheres santanenses.

A carreta Amigo do Peito ficou instalada ao lado do Tênis Clube Santanense entre os dias 9 e 18. Em ação conjunta, uma equipe da SMS realizou 3.060 testes rápidos de HIV, Sífilis e Hepatite A/B, e ainda aplicou 121 vacinas contra Hepatite B e Tétano.

A continuidade dos trabalhos de prevenção ao Câncer de Mama no município aconteceu pela segunda vez em 3 meses. Em maio deste ano, a unidade móvel realizou 463 atendimentos e marcou a volta dos exames no município depois de 4 anos.

Nas duas ações, ao todo 1.194 mulheres com faixa etária acima de 35 anos foram atendidas de forma gratuita. 

"Estamos trabalhando e cuidando da saúde para as mulheres se sentirem mais prevenidas. Me dá um orgulho danado de ver o resultado deste trabalho", comentou o prefeito Isnaldo Bulhões.

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A jovem Jeane Rodrigues, 33 anos, moradora do município de Olivença, Sertão de Alagoas, está a espera de um transplante de córnea. Portadora da Ceratocone, uma doença ocular não inflamatória, bilateral e progressiva do olho, que afeta o formato e a espessura corneana, provocando a percepção de imagens distorcidas e embaçadas.A principal causa de transplante de córnea no Brasil.

O portal Minuto Sertão tem acompanhado o problema de Jeane, em Junho deste ano, divulgou uma matéria relatando a luta da jovem e a busca por ajuda. Diante da repercussão da matéria: Jovem de Olivença com grave problema de visão necessita de ajuda para realizar transplante que custa R$ 20 mil

Após a repercussão da matéria nas redes sociais, surgiu uma ajuda de fundamental importante para Jeane. O secretário de assistente social do município de Minador do Negrão: Gileno, ao obter conhecimento do problema dela, através de uma prima chamada: Sofia, que reside em Major Izidoro e teria mostrado a ele a matéria publicada no site, Gileno entrou em contato com Jeane e marcou no Estado de São Paulo uma cirúrgia de transplante de córnea pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para ela. Em Alagoas esse tipo de cirúrgia não é realizada.

Atualmente Jeane é a 2000° na lista de espera para a cirúrgia de transplante em um Hospital ''Banco de Olhos'' da cidade de Sorocaba, em São Paulo, em menos de 30 dias 1000 pessoas tem sido atendidas. A previsão é de que em dois meses ela seja chamada, enquanto espera ser chamada, Jeane, se prepara para sua ida, porém a jovem vive um dilema, o de não ter condições financeiras para realizar os exames que serão necessários e que o SUS não cobre e além das despezas com as passagens e estadia em SP. Ela necessita conseguir pelo menos R$ 8 mil reais.

Diante desse dilema a jovem conta com a ajuda das pessoas que puderem colaborar com qualquer quantia. Quem puder colaborar, basta doar qualquer valor para a seguinte conta bancária:

Agência: 0712

Tipo de conta: 013

Número da conta: 00075389-3

Jeane Rodrigues Lima

 

Câncer é a doença que mais causa morte em crianças e adolescentes

Se diagnosticado precocemente e tratado de forma adequada, a doença tem mais de 70% de chance de cura

↑ Ilustração

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer infantil hoje é a doença que mais causa morte em crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, representando 8% do total. Ao contrário dos adultos, onde exposições a fatores de risco como tabagismo, álcool e obesidade podem influenciar no aparecimento de câncer, para as crianças ainda não existe um motivo claro que explique o desenvolvimento da doença.

O diagnóstico do câncer em uma criança pode ser bastante complexo, pois alguns sinais podem ser confundidos com doenças comuns da infância. Nesse caso, o papel dos pais ou responsáveis é de extrema importância, além disso, o pediatra, como primeiro médico que a família procura, tem de estar atento para que algum sintoma não passe despercebido.

A pediatra Dalvaci Petrucci, do Hapvida Saúde, alerta: “Toda doença diagnosticada precocemente tem mais chances de cura e com o câncer infantil esse diagnóstico deve ser mais urgente ainda. É uma tarefa difícil, mas perda de peso exagerada, hematomas sem explicação, cansaço fácil, são apenas alguns dos sintomas que nos fazem ficar mais alerta que algo está errado com a criança”.

Para a oncopediatra Andreá Gadelha, oncopediatra, é necessário que as crianças em tratamento tenham uma estrutura digna ao retornarem para casa, para evitar contaminações e infecções. “Muitas das crianças que atendemos vivem em situações precárias, sem a estrutura necessária. Queremos oferecer uma maior chance de cura e qualidade de vida para elas”, explica a médica.

“É preciso ficar atento. Na hora do banho as mães e pais devem apertar a barriguinha, ver se tem algum carocinho no corpo, ter mais atenção com as crianças e, se perceber algo diferente, levar imediatamente ao médico. Os exames anuais de rotina também são importantes. Se o câncer for diagnosticado precocemente e tratado de forma adequada, tem mais de 70% de chance de cura”, orienta Gadelha.

Fonte: Assessoria

Universidades de AL têm até 16 de setembro para apresentar projetos contra obesidade

Recurso de R$ 250 mil está previsto em chamada pública do Ministério da Saúde; instituições devem realizar projetos na atenção básica sobre obesidade

↑ (Foto: Ilustração)

As universidades públicas e privadas, sem fins lucrativos, de Alagoas têm até o dia 16 de setembro para inscreverem projetos com ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da obesidade no Sistema Único de Saúde. Uma chamada pública foi aberta pelo Ministério da Saúde e prevê até R$ 250 mil para o estado desenvolver ações de pesquisa, extensão e formação de trabalhadores na Atenção Básica, nível de atenção com capacidade para resolver 80% dos problemas de saúde do brasileiro. Em todo o Brasil, serão disponibilizados R$ 10 milhões, para 27 universidades selecionadas. O objetivo do Ministério é qualificar a assistência e o cuidado para a prevenção e controle da obesidade, que já afeta 18,9% da população adulta nas capitais brasileiras.

Os projetos deverão ter a duração de dois anos, contados a partir da data de assinatura da proposta, além de obedecer a requisitos técnicos descritos no Edital. A coordenadora de Alimentação e Nutrição, do Ministério da Saúde, Michele Lessa, considera a ação indispensável para qualificar o atendimento no SUS. “Esse edital é muito importante. Com esse incentivo, podemos levar aos rincões do país estratégias efetivas e inovadoras para o enfrentamento da obesidade”, enfatiza a coordenadora.

Os recursos para as Universidades foram determinados conforme análise de critérios socioeconômicos e geográficos, além da cobertura de equipes do Núcleo de Atenção à Saúde da Família na Atenção Básica (NASF-AB). As instituições que atuam no Alagoas e nos estados do Espírito Santo, Amapá, Acre, Roraima, Rondônia, Sergipe e o Distrito Federal estão entre as instituições classificadas na faixa A, que receberão até R$ 250 mil. As que atuam no Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, estão classificadas na faixa “B” e receberão até R$ 350 mil. Já as da faixa “C”, que estão nos estados do Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Piauí, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná, terão disponível até R$ 500 mil.

A chamada pública está aberta no site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), até o dia 16 de setembro de 2018. “A prevenção é uma das prioridades do Ministério da Saúde, pois é um dos principais meios para evitar o desenvolvimento de outras doenças”, ressaltou Michele Lessa.

MUDANÇA DE HÁBITOS CONTRA A OBESIDADE

O incentivo para uma alimentação saudável e balanceada e a prática de atividades físicas é prioridade do Governo Federal. O Ministério da Saúde adotou internacionalmente metas para frear o crescimento do excesso de peso e obesidade no país. Durante o Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, realizado em março, em Brasília, o país assumiu como compromisso deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019; e ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.

Outra ação para a promoção da alimentação saudável foi a publicação do Guia Alimentar para a População Brasileira. Reconhecida mundialmente pela abordagem integral da promoção à nutrição adequada, a publicação orienta a população com recomendações sobre alimentação saudável e consumo de alimentos in natura ou minimamente processados. Em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), o Ministério também conseguiu retirar mais de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos processados em quatro anos. O país também incentiva a prática de atividades físicas por meio do Programa Academia da Saúde com mais 3.800 polos habilitados.

Fonte: Agência Saúde / Texto: Victor Maciel

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