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Dia Mundial da Saúde Ocular alerta para importância dos cuidados com os olhos

Visão é um dos sentidos mais importantes e deve ser cuidada durante toda a vida com o intuito de prevenir problemas mais graves no futuro

↑ Visão deve ser cuidada desde sempre para evitar problemas futuros (Foto: Ilustração)

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do cuidado com os olhos, em 10 de julho é celebrado o Dia Mundial da Saúde Ocular. Engana-se quem pensa que só é necessário se preocupar com o assunto na terceira idade. A visão é um dos sentidos mais importantes, responsável por cerca de 80% das informações recebidas e deve ser cuidada durante toda a vida com o intuito de prevenir problemas mais graves no futuro, como explica Renato Stênior Junior, oftalmologista do Hapvida.

“Logo após o nascimento, já deve ser realizado no bebê o exame do reflexo vermelho, que é o Teste do Olhinho. Neste, já é possível identificar ou descartar várias doenças oculares. Realizar consultas periódicas com um oftalmologista, no mínimo uma vez ao ano, pode prevenir várias patologias oculares, como glaucoma, retinopatia diabética, catarata, pterígio, entre outras”, complementa o especialista.

Nos tempos atuais, onde a utilização de aparelhos móveis, como smatphones, tablets, computadores e até mesmo a televisão é algo automático na vida das pessoas, essa atenção com os olhos deve ser redobrada. De acordo com Renato Stênior Junior, esse excesso pode causar astenopia, que resulta em dor ocular, ardor, lacrimejamento, cefaleia e fotofobia.

O médico do Hapvida dá algumas dicas para quem precisa ficar muito tempo na frente do computador. “É importante procurar sempre dar um descanso à visão, com um intervalo entre 1h/1h, além de tentar sempre utilizar colírios lubrificantes. Outro detalhe importante é procurar sempre deixar a luz ambiente ligada para não forçar tanto os olhos”.

Além disso, outros problemas comuns podem afetar os olhos em qualquer faixa etária. Conheça alguns:

– Astigmatismo: é a visão embaçada, ela pode ser decorrente da alteração na curvatura corneana, bem como cristaliniano. Também se faz necessária a utilização de lentes esferocilíndricas para correção da “visão embaçada”.

– Blefarite: é uma inflamação/infecção da margem palpebral. Geralmente decorre de mão sujas coçando os olhos, pele oleosa, ambiente com poluição. O tratamento é feito com higiene e pomada típica de antibiótico e em alguns casos corticoide.

– Conjuntivite: pode ser viral, bacteriana ou alérgica. Para cada tipo, existe um tratamento. A mais comum é a viral, ocasionada pelo adenovírus, que nada mais é do que o mesmo vírus da gripe. A doença é autolimitada, sendo necessário apenas o controle dos sintomas.

– Miopia: é quando o paciente necessita de correção óptica com lentes negativas (divergentes), para a correção da dificuldade para leitura de longe. Se dá de acordo com o crescimento ocular.

– Hipermetropia: é o oposto da miopia, precisa-se de lentes positivas (convergentes).

Fonte: Assessoria

Cosems-AL apoia discussão sobre Plano Estadual de Alerta contra Sarampo

↑ Assessoria

As apoiadoras técnicas do Conselho de Secretarias Municipais de Turismo de Alagoas (Cosems), Ana Porto e Kathleen Moura, participam nesta terça-feira (3) da reunião preparatória para o fortalecimento da Vigilância do Sarampo em Alagoas. Na ocasião está sendo discutido o Plano Estadual de Alerta contra o Sarampo 2018.

A discussão promovida pela Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau) – por meio da Gerência de Vigilância e Controle de Doenças Transmissíveis (GEDT) – é direcionada aos coordenadores de Vigilância; e representantes da rede de atendimento pré-hospitalar (Samu e mini pronto-socorros) e hospitalar.

O objetivo é apresentar estratégias de vigilância para casos suspeitos de Sarampo. Vale ressaltar que no Brasil estão ocorrendo surtos de sarampo em Roraima, Amazonas e Porto Alegre e que por Alagoas ser destino turístico é imprescindível que os setores envolvidos com a questão estejam preparados para desenvolver as condutas necessárias diante de um caso suspeito da doença.

Fonte: Assessoria

Alagoas ultrapassa meta de vacinação contra a Influenza

Campanha de vacinação foi prorrogada até sexta-feira (22), nos 102 municípios alagoanos

↑ Até às 16h20 desta segunda-feira (18), o Estado já havia imunizado 91,37% do público-alvo, o que corresponde a 622.593 pessoas(Foto: Carla Cleto)

Mesmo com a prorrogação da Campanha de Vacinação contra a Influenza até a sexta-feira (22), Alagoas já ultrapassou a meta de 90% estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS). Até às 16h20 desta segunda-feira (18), segundo o Programa Nacional de Imunização (PNI), o Estado já havia imunizado 91,37% do público-alvo, o que corresponde a 622.593 pessoas.

Dos nove estados do Nordeste, apenas Alagoas e o Ceará (94,61) já atingiram a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. Ainda de acordo com o PNI, 99,24% das puérperas; 99,22% dos indígenas; 99,62% dos idosos; 101,09% dos professores; 98,24% dos trabalhadores de saúde, 79,72% das crianças e 84,80% das gestantes se vacinaram. Já para os servidores do sistema prisional, adolescentes que cumprem medidas socioeducativas, população privada de liberdade e portadores de doenças crônicas não há meta pré-estabelecida.

Este ano, o público alvo da Campanha de Vacinação contra a Influenza são as crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto). Ainda estão entre os contemplados os trabalhadores de saúde e os professores das escolas públicas e privadas, bem como, os indivíduos com 60 anos de idade ou mais.

Também fazem parte do grupo a ser vacinado os servidores do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade que cumprem medidas socioeducativas e a população privada de liberdade. O público-alvo da campanha contempla, ainda, os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e os povos indígenas.

Pré-requisitos

Para se vacinar, os integrantes do público alvo devem comparecer aos postos de saúde espalhados nos 102 municípios do Estado, segundo a assessora do PNI em Alagoas, Denise Castro.

“Quem ainda não se vacinou deve levar o cartão de vacinação e não perder a oportunidade de se prevenir contra a H1N1, H3N2 e Infuenza B”, recomendou, ao acrescentar que a única contra indicação é para os que têm alergia à proteína do ovo de galinha e seus derivados.

Fonte: Agência Alagoas

Em Alagoas, 76,36% do público-alvo foi vacinado

De acordo com a Sesau, Estado superou cobertura nacional de apenas 66%

↑ Alagoas está na segunda colocação em percentual de pessoas imunizadas na região Nordeste (Foto: Adailson Calheiros)

A Campanha de Vacinação contra a Influenza 2018 foi prorrogada até o dia 15 de junho conforme anunciou o Ministério da Saúde (MS) na última terça-feira (29). Até as 17h de quarta-feira (30), Alagoas já havia imunizado 537.790 pessoas, o que corresponde a 78,92% do público-alvo, que é de 681.389 pessoas, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

A data de prorrogação para o último dia da vacina estava marcada para a próxima sexta-feira (1ª), mas foi alterada devido à greve dos caminhoneiros em todo o país. Segundo o MS, o protesto dos caminhoneiros deixou inviável o deslocamento de profissionais para a vacinação de pessoas do grupo de risco em áreas de difícil acesso.

De acordo com dados da Sesau, a cobertura vacinal no Estado superou a brasileira, de apenas 66% (35.654.856).

No ranking entre os estados do Nordeste, Alagoas está na segunda colocação de melhor cobertura vacinal. A primeira colocação está com o Ceará (87,31%), Alagoas (78,92%), Sergipe (76,08%) Paraíba (75,90%), Rio Grande do Norte (75,33%), Maranhão (72,90%), Pernambuco (72,23%), Piauí (70,75%) e última colocação fica o estado da Bahia (69,28%)

Já na capital alagoana, a meta de vacinação é de um total de 226.740 pessoas, ou seja, 90% do público-alvo. Até o último fim de semana, a cobertura alcançou 68,26% com 155 mil pessoas de todos os grupos imunizadas segundo informa a Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

A SMS ressalta que se o público-alvo não comparecer ao período de campanha e o número de imunizados não for alcançado, é possível que venha a ocorrer novamente à disponibilização das doses que sobrarem para a população que está fora dos grupos prioritários. “Essa decisão, no entanto, será tomada em nível nacional, e apenas por parte do Ministério da Saúde. Por enquanto, todos os esforços em torno da imunização contra a Influenza continuam voltados ao grupo prioritário”, explica.

De acordo com o Ministério da Saúde, 100% das doses da vacina (60 milhões) já foram distribuídas aos estados, que estão devidamente abastecidos.

ATENDIMENTO

Em todas as unidades de saúde da capital, o atendimento acontece das 8h às 17h. Hoje (31), a vacinação ocorre nos três shoppings da capital, Maceió Shopping (Mangabeiras), Parque Shopping (Cruz das Almas) e Pátio Maceió (Benedito Bentes), de 10h às 21h, e na Loja Carajás, o atendimento será realizado de 10h às 16h. As unidades de saúde estarão fechadas devido ao feriado, mas retornam ao atendimento normal na sexta-feira.

Fonte: Tribuna Independente / Lucas França

Dia Mundial da Esquizofrenia terá ação de conscientização

Evento aconteu hoje e discutiu alternativas de superação da doença

Dia Mundial da Esquizofrenia terá ação de conscientização

Hoje dia 24 de maio, é celebrado o Dia Mundial da Esquizofrenia. A data já faz parte do calendário de diversos países e busca conscientizar a sociedade sobre o desafio de tratar a doença, colocando o paciente em destaque. Terapias inovadoras, parceria com terapeutas e pacientes e tratamento multiprofissional, vêm tornando cada vez mais obsoletos os conceitos de que a esquizofrenia é uma doença incapacitante. Termos como “devastadora”, “debilitante”, “irreversível” e “progressiva” não se adequam para definir um transtorno que pode apresentar múltiplos desfechos. Estudos recentes vêm demonstrando que a implementação de estratégias modificadoras da doença é capaz de alterar o curso da esquizofrenia para resultados favoráveis.

Pensando nisso, uma aliança entre a Janssen, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por meio do Programa de Esquizofrenia (Proesq), a Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Esquizofrenia (Abre) e o grupo Mãos de Mães reúne no Dia pela Conscientização ou Atenção à Esquizofrenia, médicos, especialistas, cuidadores, enfermeiros e familiares de pacientes para discutirem a doença que tanto desafia a medicina.

Com o mote “O que eu posso fazer?”, o objetivo da iniciativa é conhecer as principais dificuldades e as diferentes opiniões e apontar possíveis propostas de novas ações, unindo as pessoas pela causa. Além disso, a ação pretende entender e discutir a redução das barreiras do estigma e criar oportunidades de superação e aumento da esperança sobre o desfecho dessa doença.

O psiquiatra Bruno Ortiz, da Universidade Federal de São Paulo e coordenador de pesquisa do Proesq, explica que nas últimas décadas, houve grande avanço no tratamento da esquizofrenia. “O tratamento de longa duração controla a crise na fase aguda da doença e ajuda a prevenir recaídas. Além disso, os estudos recentes mostram que o tratamento da esquizofrenia deve ser conduzido para a remissão sustentada dos sintomas. Garantir a ausência de recaídas, mesmo que leves, contribui e muito para a recuperação do paciente. A recuperação se dá por ganhos progressivos na funcionalidade. Por essa razão é fundamental que o paciente esteja continuamente estável dos sintomas”, diz Ortiz.

O médico ressalta ainda que o desfecho a longo prazo da esquizofrenia pode tomar diferentes direções. “Não há nenhum tipo de exame de laboratório que permita confirmar o diagnóstico de esquizofrenia, e a melhora dos sintomas pode ocorrer em qualquer fase, sendo a mais favorável o primeiro episódio. Atualmente as medicações de longa duração acabam sendo restritas aos pacientes que apresentaram múltiplas recaídas como se fosse a última alternativa. Contudo, medicações de longa duração também podem ser indicadas para pacientes em primeiro episódio que retornam às suas atividades funcionais ”.

Fonte: Assessoria

Endometriose na adolescência: como diagnosticar?

Cólicas incapacitantes e fora do período menstrual são alertas para diagnosticar a condição em adolescentes e mulheres jovens antes que a doença piore

dor endometriose

A puberdade nem sempre é um período tranquilo na vida das adolescentes. As mudanças hormonais promovem o amadurecimento dos órgãos sexuais para as meninas, levando à primeira menstruação. Além do sangramento mensal e da acne a adolescente pode começar a ter cólicas, que, apesar de considerada pela maioria das mulheres como algo normal, pode ser um sinal da endometriose, doença que afeta até 7 milhões de brasileiras, conforme estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Por ouvir de suas mães, amigas e inclusive dos médicos que ter cólica e desconfortos durante o período menstrual é natural, as jovens pode levar em torno de 7 anos para diagnosticar a doença. E o que é mais preocupante: quando os sintomas de cólica começam na adolescência esta demora para o diagnóstico pode durar 11 a 12 anos. Para a terapeuta ocupacional, Marília Gabriela Marques, foram mais ou menos 11 anos e 8 ginecologistas até o diagnóstico correto. “Na minha adolescência sempre tive cólicas e sempre ouvia das pessoas que era normal, que quando eu casasse ou tivesse filhos, passaria”, conta. “Muita gente me dizia inclusive que era frescura”.

O especialista Dr. Maurício Simões Abrão, professor associado do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP e responsável pelo Setor de Endometriose do Hospital das Clínicas, explica que o útero da mulher é revestido internamente por uma espécie de película chamada endométrio que, quando a mulher engravida, é responsável receber o óvulo fecundado. Durante o período menstrual, o endométrio é renovado e descama, sendo eliminado do corpo em forma de menstruação.

“A paciente com endometriose apresenta endométrio implantado fora do útero, ou seja, podendo infiltrar outras estruturas, como por exemplo, os ovários e os ligamentos ao redor do útero. Em casos graves, o endométrio pode aderir inclusive a outros órgãos, como a bexiga e o intestino”, reforça. O que causa a dor extrema característica da endometriose é que, assim como o endométrio, estes implantes também se inflamam durante o período menstrual, podendo causar dores e até infertilidade.

A relação de normalidade entre o período menstrual e as cólicas pode ser indicada como um motivo para 53% das brasileiras desconhecerem a doença, conforme aponta uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE), em parceria com a Bayer. No entanto, é necessário estar atenta a sinais importantes da endometriose que se manifestam já na adolescência:

  • Dores incapacitantes e persistentes durante todo o período menstrual e fora dele;
  • Dor pélvica inclusive durante a relação sexual;
  • Dificuldade e dor para evacuar.
  • Dores para urinar durante a menstruação

Ao identificar esses sinais, o mais indicado é procurar um ginecologista e solicitar a investigação do quadro. Exames como o ultrassom transvaginal e de abdômen podem auxiliar no diagnóstico precoce e definição do tratamento ideal. “Quanto antes for detectada e tratada, melhor o controle sobre a endometriose, embora não tenha cura, a rapidez no diagnóstico evita as complicações da doença e inclusive que a paciente passe por tratamentos mais agressivos, além de preservar a fertilidade”, ressalta o especialista. Dr Abrão salienta ainda que no Brasil foram desenvolvidas formas de se fazer o diagnóstico da doença por Ultrassom com preparo intestinal, que tem sido muito útil para a definição do tratamento a ser realizado.

Marília relembra o longo caminho que percorreu antes de saber que tinha uma doença: “antes mesmo do diagnóstico, já tive que lidar com os efeitos da endometriose. Passei por 5 cirurgias e tive as duas trompas retiradas, passei 5 anos afastada do meu trabalho e da minha vida. Se eu tivesse a informação que eu tenho hoje, com certeza tudo teria sido diferente”. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva, a doença pode afetar 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva, ou seja, dos 12 aos 50 anos.

Tenho endometriose, e agora?

Por se manifestar de diversas maneiras, cada quadro de endometriose deve ser estudado de forma individual para definir a melhor linha de tratamento. “Há pacientes que não apresentam focos de endométrio fora do sistema reprodutor, então nesses casos podemos pensar em controlar os sintomas com o uso de métodos contraceptivos como a pílula e o DIU Mirena e, inclusive, suspender a menstruação”, explica o especialista.

Em casos mais graves da doença, em que a mulher apresenta endométrio na cavidade abdominal ou outros órgãos, por exemplo, pode ser necessário realizar cirurgias, como explica Dr. Abrão: “Esses casos são especialmente delicados, porque o plano cirúrgico vai depender de onde está o foco de endometriose, por isso precisam ser estudados de perto”.

Embora a doença não tenha cura, é possível controlá-la. Para isso, é imprescindível realizar exames e visitas periódicas ao ginecologista para acompanhar a progressão da doença e a efetividade do tratamento. Uma das opções de tratamento disponíveis no Brasil é o Allurene® (dienogeste), primeiro tratamento clínico de longo prazo, ministrado por via oral com dose única diária, indicado especificamente para endometriose.

Fonte: Assessoria

Dia D de vacinação contra gripe será no sábado (12) em Santana do Ipanema

Publicado no portal Santana do Ipanema em 09/05/2018 08:31:27

  Dia D de vacinação contra gripe será no sábado (12) em Santana do Ipanema


A prefeitura de Santana do Ipanema informa que o Dia D de vacinação contra a gripe será neste sábado (12). O I Centro e os PSFs Lajedo Grande e São José estarão abertos das 8h às 17h para atender os grupos prioritários.

Haverá ainda equipes de vacinação no Hipermercado Nobre, no Supermercado O Magnata e Eu e na Praça Dr. Adelson Isaac de Miranda.

Os grupos prioritários incluem crianças de 6 meses a 4 anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas (até 45 dias pós-parto), trabalhadores da saúde, portadores de doenças crônicas, população indígena, professores de escolas públicas e privadas (declaração).

MINISTÉRIO DA SAÚDE

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe.

O Ministério da Saúde alerta para que as pessoas se vacinem dentro do prazo da campanha para evitar gripe e seus possíveis agravamentos.

A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Ela protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS, (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Neste ano, apenas a cepa da influenza A (H1N1) não foi alterada: A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09; A/Singapore/INFIMH-16-0019/2016 (H3N2); e B/Phuket/3073/2013.

 
 

Pesquisa mostra ligação de enxaqueca com adaptação genética para lidar com frio

Após emigração da África para a Europa, população desenvolveu gene que a tornou mais resistente a baixas temperaturas

↑ Grupo testa massagem que pode curar dores de cabeça (Foto: Rodolfo Tiengo / G1)

Estima-se que cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo sofram regularmente de ataques de enxaqueca. Na Alemanha, cerca de 1 milhão de pessoas são afetadas todos os dias, enquanto nos Estados Unidos cerca de 13% dos adultos dizem que sofrem regularmente de fortes dores de cabeça.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os ataques de enxaqueca são a sexta doença mais incapacitante do mundo. Além de uma forte dor latejante que pode durar dias seguidos, os afetados muitas vezes também experimentam distúrbios visuais, náuseas, tonturas e sensibilidade à luz.

Há muito tempo a enxaqueca tem sido vista como uma doença hereditária, transmitida de pais para filhos. No entanto, pesquisadores do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, na cidade alemã de Leipzig, sugerem que o elo pode ser bem mais antigo.

Um estudo realizado por uma equipe liderada pelo cientista Felix-Michael Key, pesquisador em genética evolucionária do Instituto Max Plank, descobriu que uma mutação genética que tem conhecida relação com a enxaqueca é muito mais comum em pessoas da Europa ou descendentes de europeus.

“Queríamos analisar a adaptação humana a diferentes fatores ambientais e queríamos nos concentrar no efeito da temperatura”, disse Key, em entrevista à DW.

Ao estudar os padrões genéticos do gene TRPM8, receptor nas células nervosas através do qual os seres humanos sentem as temperaturas frias, Key e sua equipe descobriram que certas mutações eram muito mais frequentes em algumas regiões e latitudes geográficas.

Clima e enxaqueca

Ao fazer uma retrospectiva de dezenas de milhares de anos de dados do genoma, o estudo descobriu que a mutação genética ligada à enxaqueca é mais frequente quanto mais se avança para o norte, em direção a climas mais frios.

Por exemplo, de acordo com as descobertas de Key, apenas cerca de 5% das pessoas com ancestrais nigerianos têm a variação do gene, enquanto 88% das pessoas com ancestrais finlandeses a possuem. A OMS também aponta que o número de pessoas que sofrem de enxaquecas na África e na Ásia é menor do que em outras regiões.

“Normalmente, você observa algo em alguma frequência em uma população em algum lugar e espera que essas frequências sejam as mesmas em todas as populações”, afirma Key. “Mas aqui você tem uma mudança de frequência de quase 80%. Isso é algo muito incomum.”

Os dados sugerem, portanto, que quando os primeiros humanos viajaram da África em direção ao norte, eles se ajustaram a temperaturas mais frias, mas ao fazê-lo, também se tornaram mais suscetíveis a enxaquecas.

“A colonização pode ter sido acompanhada de adaptações genéticas que ajudaram os primeiros humanos a lidar com temperaturas mais baixas”, afirma a geneticista Aida Andres, da University College London, que supervisionou o estudo.

No entanto, os resultados não esclarecem por que as suscetibilidades a enxaquecas e a temperaturas frias estão geneticamente ligadas. Isso ainda permanece um mistério, de acordo com Key.

“Podemos especular, no entanto, que haja uma sobreposição funcional no receptor que pode mediar enxaquecas, juntamente com a percepção da dor e do frio”, explica. “Assim, o resfriamento do receptor provoca efeitos que vão em uma direção similar, mesmo que não estejam diretamente relacionados entre si.”

Fonte: DW e G1 / Texto: David Martin

Prefeitura de Santana promove mutirão de adenoide e amígdala
Por: Redação Sertão na Hora  
 
 Foto: Jean Souza

A prefeitura de Santana do Ipanema, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, promoveu neste sábado (21), um mutirão no Hospital Regional Dr. Clodolfo Rodrigues de Melo para triagem de 206 crianças, com idade de 1 a 12 anos, dos municípios da 9ª e 10ª Regiões de Saúde que têm indicação para cirurgia de adenoide e amígdala e não possuem acesso a plano de saúde.

A triagem vai definir a lista para as cirurgias e, posteriormente, estes pequenos sertanejos usuários do SUS serão tratados.

O prefeito Isnaldo Bulhões, acompanhado da primeira-dama Renilde Bulhões, dos vereadores Mário Siqueira (presidente da Câmara), Moacir Junior e Maria Audilene e a secretária de Saúde Normanda Santiago, visitaram o hospital durante o mutirão. Isnaldo Bulhões conversou com os pequenos pacientes e familiares. “Ouvi destes um pouco do sofrimento que são causados pelas dores na garganta, que agora estão com os dias contados”, disse o prefeito.

Os pacientes atendidos da 9ª Região de Saúde são dos seguintes municípios: Canapi, Carneiros, Dois Riachos, Maravilha, Monteirópolis, Olho D’água das Flores, Olivença, Ouro Branco, Palestina, Pão de Açúcar, Poço das Trincheiras, Santana do Ipanema, Senador Rui Palmeira e São José da Tapera. Já a 10ª Região de Saúde é composta pelas cidades: Água Branca, Delmiro Gouveia, Inhapi, Mata Grande, Olho D’água do Casado, Pariconha e Piranhas. 

 

 

Câncer na boca e faringe: cuidado se você bebe ou fuma

Confira seis sintomas que servem de alerta; serviço odontológico atende pacientes oncológicos SUS na Santa Casa Rodrigo Ramalho

↑ Odontóloga Fernanda Mota atua na Santa Casa Rodrigo Ramalho na área oncológica (Foto: Assessoria da Santa Casa de Maceió)

Se você continua insistindo no hábito de fumar e de ingerir bebida alcoólica regularmente, saiba que você pode ser um dos 14,7 mil casos novos de câncer de boca esperados pelo Instituto Nacional do Câncer em 2018. O câncer de boca, quinto entre os mais prevalentes no Brasil, mata mais de 5 mil pacientes por ano.

“Quando falamos em câncer bucal incluímos lábios e o interior da cavidade oral, gengivas, mucosa jugal (bochechas), palato duro (céu da boca), língua (principalmente as bordas) e assoalho (região embaixo da língua)”, elencou a odontóloga oncológica Fernanda Mota, que atua na Santa Casa Rodrigo Ramalho.

Segundo um levantamento realizado em 2017 junto ao Sistema de Informação sobre Mortalidade, do DataSUS, entre 2002 e 2011 ocorreram 60.132 óbitos por câncer de boca e orofaringe no Brasil. O perfil predominante dos óbitos foi: homens, brancos, na faixa do 50 anos ou mais, com baixa escolaridade, casado e óbito em ambiente hospitalar.

Fernanda Mota explica que os homens sempre foram os principais alvos da doença, porém, com as mulheres aderindo a hábitos nocivos, como o alcoolismo e o tabagismo, elas passaram também a sofrer com o problema na proporção de uma mulher para quatro óbitos masculinos, segundo o INCA.

Doença silenciosa

Os sintomas do câncer de boca, são sutis. Por isso, é comum que a doença seja detectada em um estágio avançado. “Por ser indolor e pela falta de informação, as pessoas demoram a procurar um profissional”, lamenta Fernanda.

Ao notar qualquer um dos sintomas (veja quadro abaixo), deve-se consultar um dentista. “Não é preciso esperar vários sintomas. Um já é motivo suficiente, principalmente se a pessoa é tabagista ou ingere bebida alcoólica regularmente.”

Conheça (e evite) os fatores de risco

Os fatores de risco clássicos do câncer de boca são o fumo e o consumo de bebidas alcoólicas. Além deles, nos últimos anos, tem havido um aumento na incidência da doença associado ao vírus sexualmente transmissível HPV por meio do sexo oral. Nos lábios, a exposição aos raios UVA e UVB, sem o uso de um protetor solar adequado, também é fator de risco extra.

“Por ser uma doença ligada ao estilo de vida, a melhor prevenção é evitar os fatores de risco”, diz a odontóloga Fernanda Mota. De acordo ela, a higiene bucal é uma forte aliada no combate à doença, assim os hábitos alimentares. Alimentação com bebidas a altas temperaturas, como é o caso do consumo regular de chimarrão, no Sul do País, é um fator de risco.

Além de evitar tais fatores de risco, ela recomenda a escovação dos dentes após as refeições, o uso do fio dental e a consulta periódica ao dentista.

Unidade possui serviço especializado

O Serviço de Odontologia Oncológica da Santa Casa Rodrigo Ramalho atende pacientes usuários do Sistema Único de Saúde encaminhados pelo Cora (Complexo Regulador de Assistência) de Maceió. Para ser encaminhado pelo Cora, o médico do Posto de Saúde deve fazer o encaminhamento.

O atendimento na Santa Casa Rodrigo Ramalho inclui assistência oncológica para pacientes com suspeita de câncer oral e orofaringe e acompanhamento do paciente antes, durante e após o tratamento oncológico. “De acordo com a terapia oncológica escolhida, realizamos o tratamento bucal adequado”, explica Fernanda Mota.

O tratamento do câncer na Santa Casa de Maceió inclue cirurgia, radioterapia e quimioterapia. “A terapia na boca pode afetar a deglutição e a comunicação do paciente, por isso, finaliza Fernanda Mota, a melhor opção contínua sendo a prevenção.”

Seis sintomas na boca que devem deixar a gente em alerta!

A odontóloga oncológica Fernanda Mota detalhou alguns sintomas que podem sinalizar problemas bucais, incluindo o câncer de boca, e que não podem ser ignorados de forma alguma:

Sangramento repentino

A maioria dos sangramentos de gengiva é relacionada a gengivites e periodontites. A inflamação deixa o local avermelhado. Deve-se escovar para retirar a placa bacteriana e usar enxaguante bucal de manhã e à noite durante uma semana. Se o sangramento persistir, deve-se procurar o dentista.

Volume na gengiva ou da língua

Não é da natureza da gengiva ou da língua ter volume aumentado sem motivo. Se a cavidade oral ou o pescoço apresentar volume, a língua tiver falta de mobilidade e houver rouquidão procure o médico. Não confundir com aumentos provocados por abcesso na gengiva.

Ferida que não cicatriza em 15 dias

É comum não dar atenção às aftas ou feridas na boca, achando tratar-se de uma afta persistente. Qualquer lesão que não se cure em 15 dias e que não apresente dor pode indicar um câncer bucal.

Nódulos na boca e/ou no pescoço

Caroços que apresentam dor (ínguas, inchaços e nódulos no pescoço) são resultados naturais de inflamações. Já os caroços que não doem são manifestações do câncer e só apresentam dor em casos muito avançados.

Desconforto no uso de próteses

Prótese dentária mal adaptada e que provoque ferida na boca pode vir a ser porta aberta aberta ao câncer ao longo dos anos, principalmente, em pessoas com bocas mal higienizadas e que façam uso regular de tabaco e de bebida alcoólica.

Mancha branca e/ou úlcera no lábio

Placas esbranquiçadas ou avermelhadas, assim como manchas enegrecidas, são sinais de alerta de que a saúde da boca não vai bem. O problema deve ser investigado.

Fonte: Assessoria da Santa Casa de Maceió

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