Achegada de novos lotes de vacinas contra a Covid-19 está possibilitando a imunização de pessoas cada vez mais jovens em municípios do Sertão de Alagoas.
Quatro cidades já anunciaram a redução da faixa etária do público-alvo, abaixo dos 35 anos.
Em Palestina, a Secretaria Municipal de Saúde está vacinando pessoas com 30 anos, enquanto em Olho d’Água do Casado as pessoas com 34 anos começaram a receber a dose da vacina.
Nas cidades de Major Izidoro, Batalha e Poço das Trincheiras, a imunização chegou aos moradores com 35 anos de idade. Olivença está vacinando pessoas com 37 anos
Agasalhos
Na cidade de Arapiraca, devido ao período de chuvas, a campanha de vacinação ocorre em conjunto com o lançamento da Campanha do Agasalho 2021.
O objetivo da ação é ajudar pessoas que passam por situação de vulnerabilidade e precisam de doações.
Podem ser doadas peças em bom estado de conservação masculinas, femininas e infantis, além de calçados, cobertores, manta, lençóis e toalhas de banho em bom estado.
A solicitação é que as doações sejam encaminhadas em sacolas fechadas. Após a doação nos pontos de coleta espalhados pela cidade, elas passarão por uma triagem e serão entregues pelos agentes da SMTT, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social à população com maior vulnerabilidade.
Representantes de entidades de classe ligadas aos agentes de saúde e de endemias de Alagoas estiveram reunidos, nesta quarta-feira (30), com o deputado federal Isnaldo Bulhões (MDB/AL).
Na pauta do encontro, que contou com a presença do presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde e de Combate às Endemias da Região Metropolitana do Agreste de Alagoas (Sindagreste), Jader Albuquerque, foi entregue o pedido de apoio à PEC 22/2011.
Segundo Jader Albuquerque, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 22/2011 estipula que o salário dos agentes comunitários de saúde e de endemias não pode ser inferior a dois salários mínimos e também assegura às duas categorias a garantia de adicional de insalubridade e aposentadoria especial devido aos riscos das funções diárias e ampliadas nesse momento de pandemia da Covid-19.
Na oportunidade, o deputado federal Isnaldo Bulhões declarou apoio à luta dos agentes de saúde e de endemias e afirmou a defesa da PEC 22 na Câmara dos Deputados em Brasília.
“É importante unificar a luta para corrigir o débito histórico dessa categoria tão importante para a nossa sociedade, afirmou Isnaldo Bulhões, que estava ao lado dos deputados federais Hildo Rocha (MDB/MA) e Valtenir Pereira (MDB/MT).
Também estiveram no encontro, a presidente da CONACS, Ilda Angélica, e o presidente do Sindas, Maurício Sarmento.
Além do deputado Isnaldo Bulhões, já aderiram à luta dos agentes de saúde e de endemias outros parlamentares alagoanos, a exemplo dos deputado federais Paulão, Tereza Nelma, Severino Pessoa e Marx Beltrão.
É falso que máscaras sejam ineficazes ou que seu uso cause qualquer dano à saúde
Universidade de Stanford, citada na notícia falsa, nega ter vínculo com estudo que atribui problemas clínicos e ineficácia à utilização da proteção facial
Circula nas redes sociais um link com a informação de que a Universidade de Stanford, nos EUA, teria comprovado que as máscaras são ineficazes contra a Covid-19 e que podem até causar morte prematura. As informações são falsas. A instituição de ensino já desmentiu que tenha vínculo com estudo citado em boato.
O texto é de um site que publica várias informações em tom alarmista e sem base científica. “De acordo com um estudo, revisado por pares feito pela Universidade de Stanford, as máscaras faciais não são apenas completamente ineficazes contra a disseminação de Covid-19, mas também causam efeitos colaterais graves, como hipercapnia, falta de ar, acidose e morte prematura. As máscaras são uma séria ameaça à saúde pública”, informou a matéria em 19 de abril de 2021.
Para provocar órgãos e entidades que seguem as recomendações da ciência, o site utiliza uma imagem de bois utilizando máscaras, além de criticar duramente a classe médica. “As máscaras são um crime contra a humanidade. Mas o povão continua a usá-las acreditando que as autoridades estão preocupadas em salvar vidas. A ciência que nega essa evidência simples não é ciência, é um lixo formado por médicos corruptos mantidos pelo cartel farmacêutico”, dispara o conteúdo.
A Universidade de Stanford não realizou a pesquisa mencionada no texto e reforçou que apoia o uso de máscaras faciais para controlar a disseminação de Covid-19: “Um estudo sobre a eficácia de máscaras faciais contra Covid-19 publicado na revista Medical Hypotheses não é um ‘estudo de Stanford’. O autor, Baruch Vainshelboim, não era filiado ao VA Palo Alto Health System ou Stanford no momento da publicação e não tinha filiação desde 2016, quando terminou seu mandato de um ano como pesquisador visitante em assuntos não relacionados a este artigo”.
A revista norte-americana Medical Hypotheses, como consta em seu próprio editorial, publica artigos teóricos baseados em “ideias científicas radicais, especulativas e não tradicionais, desde que expressas de forma coerente”. Como apurou a checagem do blog AFP Checamos, a revista já foi questionada por parte da comunidade científica por ter publicado, em 2009, artigos que contestavam a ligação entre o vírus HIV e a Aids.
O site Aos Fatos, que também já checou a informação, observou que Baruch Vainshelboim foi o único responsável pela conceituação, curadoria de dados e redação do artigo, conforme consta no tópico de declaração de contribuição de autoria. Ou seja, o material não foi revisado por outros cientistas, etapa que daria maior solidez ao conteúdo.
Ao contrário da hipótese do autor, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o uso de máscaras uma medida eficaz para limitar a propagação da Covid-19, somada ao distanciamento físico e à higienização das mãos. Várias pesquisas e análises, a exemplo das que foram publicadas nas revistas Royal Society, Lancet e Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, atestam a eficácia das máscaras para reduzir a projeção de gotículas contaminadas.
A ideia de que o uso de máscaras poderiam causar problemas respiratórios não faz sentido. A infectologista e professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Raquel Stucchi, já tinha informado em outra checagem do site Aos Fatos que a hipóxia costuma ser provocada por doenças como anemia muito grave, pneumonia avançada e insuficiência cardíaca, não pelo uso prolongado das peças.
Claudio Méndez, professor de Saúde Pública da Universidade Austral do Chile, reforça que o uso correto da máscara não gera problemas de saúde. “Até o presente, as máscaras N95 – ou as máscaras de tecido – foram testadas para não alterar as funções fisiológicas das pessoas”, explicou ao blog AFP.
O boato já foi desmentido também pela Agência Lupa e o Estadão Verifica. Vários sites internacionais fizeram o mesmo, como USA Today, AP News, Fact Check, Full Fact e PolitiFact.
Alagoas Sem Fake
Com foco no combate à desinformação, a editoria Alagoas Sem Fake verifica, todos os dias, mensagens e conteúdos compartilhados, principalmente em redes sociais, sobre assuntos relacionados ao novo coronavírus em Alagoas. O cidadão poderá enviar mensagens, vídeos ou áudios a serem checados por meio do WhatsApp, no número: (82) 98161-5890. Clique aqui para enviar agora.
Políticos alagoanos reforçam a vacinação como único meio de vencer a Covid-19 no dia que o país registra mais de 500 mil mortes
Redação
20/06/2021 08:33
Política
Um ano e três meses após o primeiro registro de morte pelo novo coronavírus no Brasil, o país atingiu a marca de 500 mil mortos pela covid-19. Segundo dados do consórcio de veículos da imprensa, o Brasil confirmou mais 1.401 novos óbitos de sexta (18/6) para sábado (19/6) e com isso ultrapassou a triste marca de meio milhão de vidas perdidas para a doença.
Pelas redes sociais, diversas pessoas lamentaram o número, que levou o Brasil a ser o segundo país com maior número de mortes do mundo. Em Alagoas, alguns políticos comentaram a marca e elencaram algumas fatores que podem ter contribuído para o avanço no número de mortes, assim com reforçaram a necessidade da vacina para controlar a doença.
Veja o que disse os políticos alagoanos:
Senador Renan Calheiros: “O negacionismo chegou a tal ponto, mas a tal ponto, que um bilionário como Carlos Wizard se nega a cumprir uma liminar do STF e uma convocação feita há dois meses pela CPI. É com isso que estamos lidando”.
Governador Renan Filho: “500 mil mortos no Brasil nessa pandemia de Covid-19. Que tragédia para tantas famílias. Apresento meus sentimentos a todas elas. Reafirmo meu compromisso de lutar pela vida, mesmo que incompreendido por alguns. Evite aglomeração, use máscara, vacine-se quando sua vez”
Deputado Marx Beltrão: Hoje foi divulgado que meio milhão de brasileiros já foram mortos pelo coronavírus no Brasil. Para nós alagoanos, uma comparação revela o tamanho desse horror: é como se metade da população de Maceió tivesse morrido. Não é humanamente possível ficar indiferente à essa tragédia"
Deputada Tereza Nelma: “O Brasil ultrapassou, neste sábado (19), a marca de 500 mil mortos pela Covid-19. Segundo país no mundo com maior número de vítimas da Covid-19. É muita dor. Precisamos de um caminho, um caminho com mais respeito à vida, à ciência e aos brasileiros. Não são número, são pessoas”
Senador Fernando Collor: O Brasil alcançou a triste marca de 500 mil mortos com Covid-19. Meu sentimento de pesar as famílias enlutadas no país. Que a vacina avance! Esse é único caminho para combater o vírus. Essa tempestade vai passar ”
Aincidência de novos casos monitorada pelo Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta para um novo recrudescimento da pandemia nas próximas semanas, de acordo com boletim divulgado hoje (27). Segundo os pesquisadores, na semana encerrada em 22 de maio, houve aumento da taxa que mede a quantidade de novas infecções, o que se soma a altos patamares de testes positivos para o diagnóstico da doença e pode se refletir em crescimento dos óbitos em até duas semanas.
Na semana analisada, a mortalidade causada pela covid-19 se estabilizou em torno de 1,9 mil vítimas diárias. O patamar representa uma redução em relação ao mês de abril, mas é quase duas vezes maior que o primeiro pico da pandemia em 2020.
A previsão do boletim é que o aumento de casos observado tende a ser acompanhado por mais mortes e casos graves. “Mantida essa tendência, se prevê um aumento na próxima semana para valores em torno de 2,2 mil óbitos por dia (2 mil a 2,4 mil, considerando a margem de erro do modelo)”.
Para evitar que a doença faça mais vítimas, a Fiocruz recomenda às autoridades a manutenção de restrições de eventos de massa e atividades que promovam a interação e infecção de grupos suscetíveis, a intensificação de ações de vigilância em saúde e outras ações, como o reforço de estratégias de testagem, a vigilância genética das cepas e o controle de voos internacionais.
“Simultaneamente são necessárias medidas de preparação do sistema de saúde, desde a sincronização com a atenção primária em saúde, até a organização da média e alta complexidade, incluindo a oferta de leitos clínicos e unidades de tratamento intensivo (UTIs) Covid-19 e garantia da oferta de insumos”.
Leitos de UTI
O cenário de alerta também se apresenta na análise da ocupação dos leitos de UTI, já que os pesquisadores identificaram que a tendência de queda no número de internados desde o segundo pico da pandemia foi interrompida.
O boletim chama atenção para a situação preocupante da Região Nordeste, onde Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Sergipe mantém taxas de ocupação perto de 100%. Alagoas também voltou à zona de alerta crítico, na qual também está a Bahia, ambos com mais de 80% de ocupação. Já Maranhão e Paraíba tiveram altas consideradas expressivas e chegaram a cerca de 75% dos leitos para pacientes graves ocupados.
Paraná (96%) e Santa Catarina (95%) também apresentam percentuais perto de 100% na ocupação, enquanto o Rio Grande do Sul (79%), em tendência de crescimento, se aproxima da zona de alerta crítico.
Todo o Centro-Oeste também está na zona de alerta crítico, acima de 80% de ocupação, sendo o Distrito Federal (96%) e o Mato Grosso do Sul (99%) as unidades da região que apresentam os piores quadros. No Sudeste, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro têm 80% ou mais de ocupação, enquanto o Espírito Santo se aproxima desse patamar, com 79% de ocupação.
Na Região Norte, Roraima e Tocantins apresentaram melhora na ocupação dos leitos, porém este último continua na zona de alerta crítico. Amazonas e Acre são os únicos estados do país fora da zona de alerta, com ocupação abaixo de 60%. Já o Pará e o Amapá tiveram piora e continuam na zona de alerta intermediário.
Entre as capitais, 20 apresentam ocupação de UTIs acima de 80%: São Luís (95%), Teresina (estimado em torno de 95%), Fortaleza (92%), Natal (96%), Maceió (91%), Aracaju (99%), Rio de Janeiro (93%), Curitiba (96%), Campo Grande (97%), Brasília (96%), Porto Velho (81%), Boa Vista (83%), Palmas (87%), Recife (84%), Salvador (80%), Belo Horizonte (80%), Vitória (80%), Florianópolis (81%), Cuiabá (83%) e Goiânia (87%).
O boletim analisa que tem se mostrado insuficiente e pouco sustentável a opção frequentemente escolhida por gestores “de somente reagir à expansão da pandemia e relaxar medidas frente a sinais de melhora dos indicadores”.
“É fundamental acelerar a velocidade de vacinação da população, em curto prazo, complementando a capacidade de produção pela Fiocruz e pelo Instituto Butantan com aquisição de mais vacinas. Estima-se que sem a vacinação de pelo menos 70% da população, não se terá o controle da pandemia no país. Enquanto esse objetivo não for atingido, urge que se mantenham medidas rígidas de controle da pandemia e se persiga a queda sustentada de casos, tendo como visão a sua erradicação”.
Por ASCOM Santana do Ipanema 24/05/2021 - 16h 12min Divulgação0
Novo calendário de vacinação começa a valer nesta segunda-feira 24). Confira todo público alvo.
Aprefeitura de Santana do Ipanema anunciou um novo calendário de vacinação contra a Covid-19, iniciando nesta segunda-feira (24). Fazem parte deste novo cronograma trabalhadores da limpeza, do transporte coletivo e caminhoneiros.
Confira o público alvo:
– Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros residentes em Santana do Ipanema (levar CPF, RG, Comprovante de Residência e da Arsal).
– Caminhoneiros residentes em Santana do Ipanema (levar CPF, RG, CNH e documento que comprove o transporte de cargas).
– Trabalhadores da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos (levar CPF, RG e declaração do gestor responsável).
– Conclusão das pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente de 18 a 59 anos (levar RG, CPF, cartão do SUS e documento comprobatório da doença).
– Idosos de 60 anos e mais que ainda não conseguiu tomar a vacina (levar RG, CPF e Cartão do SUS).
– Profissionais da Educação do ensino básico e superior com vínculo em Santana do Ipanema (Levar RG, CPF, cartão do SUS e declaração do gestor responsável ou algum documento que comprove o vínculo)
A imunização acontece na Quadra Poliesportiva São Cristóvão, vizinho à USB Baraúna, das 8h às 12h, 14h às 17h.
Escassez de medicamentos para intubação leva MP a recomendar suspensão de cirurgias eletivas em hospitais de AL
30/04/2021 17:23
Vanessa Alencar
Foto: AFPCovid-19
Diante da possibilidade de desabastecimento de medicações necessárias à intubação de pacientes com Covid-19, a Força Tarefa (FT) do Ministério Público de Alagoas de Enfrentamento da Pandemia recomendou a suspensão de cirurgias eletivas a todos os hospitais públicos e privados de Alagoas que realizam procedimentos de intubação de pacientes. A recomendação foi publicada no Diário Oficial do MP desta sexta-feira (30).
No texto, a FT existência de “quantitativo mínimo de bloqueadores neuromusculares, havendo a possibilidade concreta de desabastecimento, sendo tal situação atribuída à grande demanda na busca dos medicamentos, havendo escassez em distribuidoras e fabricantes desde meados de fevereiro”.
Segundo o documento, em resposta à 1ª Promotoria de Justiça da Capital - Defesa do Consumidor , os hospitais Unimed Maceió; Arthur Ramos; Veredas; do Coração; Sanatório; Santa Casa; Vida, e HU informaram sobre a existência de quantitativo mínimo, em seus estoques, dos bloqueadores neuromusculares “Rocurônio”, “Atracúrio”,“Pancurônio” e “Cisatracúrio”.
“Considerando a necessidade de adoção de medidas, que possam garantir a permanência de bloqueadores neuromusculares na rede hospitalar, pública e privada, do Estado de Alagoas, os quais, são essenciais ao procedimento de intubação, sobretudo para casos de urgência e emergência e em pacientes portadores de Covid-19, em estado grave”, destaca trecho da recomendação.
A recomendação é para que as secretárias de Estado da Saúde e as secretarias municipais de todo o estado suspendam, imediatamente, todas as cirurgias eletivas nos hospitais que estão sob suas gestões e que realizam procedimento de intubação em pacientes de Covid-19, devendo manter, tão somente, os procedimentos cirúrgicos em que o paciente esteja em situação de urgência e emergência.
A suspensão contida na recomendação que também é direcionada a quase todos os maiores hospitais privados de Alagoas deve ser mantida até que cada hospital comprove, ao MP, de forma documental, a aquisição de bloqueadores neuromusculares, bem como estoque regular dos referidos itens, em quantidade suficiente ao atendimento de todos os pacientes que precisem de intubação, inclusive, os portadores da Covid-19.
Os secretários de Saúde e os diretores dos hospitais Unimed; Arthur Ramos; Veredas; Coração; Sanatório; Santa Casa; Vida; HU; Hospital Geral Carvalho Beltrão, localizado em Coruripe; Hospital Regional Nosso Senhor do Bom Conselho (Arapiraca); Hospital Memorial Djacy Barbosa (Arapiraca); Hospital Chama (Arapiraca); Santa Casa de Penedo; Santa Casa de São Miguel; e Hospital Regional Santa Rita, localizado em Palmeira dos Índios, têm um prazo de cinco dias para informar ao MP sobre o acatamento ou não da recomendação.
Implantado em 1º de junho do ano passado para prestar assistência psicológica aos alagoanos que desenvolveram transtornos mentais durante a pandemia da Covid-19, o Alô Saúde Mental já atendeu 2.585 pessoas. O serviço, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h à 17h, pode ser acessado gratuitamente, por maiores de 18 anos, através do telefone 0800 082 5050.
Do total de pessoas que acionaram o Alô Saúde mental, 29% informaram que estavam se sentindo tristes, 24% disseram estar com crise de ansiedade. Ainda quanto a sintomatologia declarada pelos usuários do serviço, 10% relataram que estavam com medo, outros 10% com pânico e mais 10% com taquicardia. Já 6% informaram estar com falta de ar, outros 6% com tremores e 5% disseram que tinham crises de choro facilmente.
Sobre a intensidade dos sintomas, 12% relatam que eles eram leves, 30% moderados, 49% intensos e 9% muito intensos. Com relação a frequência dos sintomas citados, 13,89% disseram que sentiam uma vez por semana, 23,61% uma vez por dia, 36,11% mais de uma vez por dia e 26,39% relataram que sentiam o tempo todo.
“O isolamento social é comprovadamente necessário para frear a curva de contágio da Covid-19 e evitar até 95% das mortes, segundo demonstram estudos epidemiológicos. Mas, por outro lado, o confinamento pode causar transtornos mentais, dependendo do período em que a pessoa ficar sem interagir na sociedade. Com isso, o Alô Saúde Mental tem ajudado diversos alagoanos a lidar com este momento”, ressalta Rodrigo Gluck, supervisor de Atenção Psicossocial da Sesau.
Ainda de acordo com ele, desde junho do ano passado, o Alô Saúde Mental registrou o atendimento a usuários de 23 dos 102 municípios alagoanos, além de pessoas residentes em Porto Seguro e Vitória da Conquista, ambos na Bahia. “Nos dois municípios baianos, tivemos um atendimento em cada um deles”, informou Rodrigo Gluck, acrescentando que, devido a relevância do programa, ele ultrapassou as fronteiras de Alagoas.
Sintomas
Quanto aos sintomas, no momento da triagem os usuários se permitiam identificar e indicar mais de um sentimento, sendo assim, 30% das pessoas que acessaram o serviço relataram que estavam sentindo tristeza e 25% relatou ansiedade. Outros 10% marcaram informaram sentir pânico, medo e taquicardia, 6% apresentaram falta de ar e tremores e 5% dos usuários classificaram o choro fácil como o principal sintoma apresentado.
Do total de pessoas triadas pelo Alô Saúde Mental, 71% se identificaram como sendo do sexo feminino e 29% do masculino. Quanto a faixa etária, 43% tinham entre 18 e 29 anos, 30% entre 30 a 39 anos, 18% possuíam entre 40 a 49 anos, na faixa etária dos 50 a 59 anos eram 7%, além de 1% ter informado estar na faixa etária dos 60 aos 69 anos de idade e 1% disseram ter 70 anos ou mais.
Um panorama traçado com base nos atendimentos realizados pelo serviço, mostrou, ainda, que 8% dos usuários que acessaram o Alô Saúde Mental moravam sozinhos. Já outros 23% moravam com outra pessoa, 25% dividiam a casa em três pessoas, 29% moravam em uma residência que era dividida por quatro indivíduos e 15% deles informaram que a casa onde moravam era dividida por cinco ou mais pessoas.
Lei que obriga uso de máscara em Alagoas é sancionada; quem descumprir pode ser multado
Redação
20/04/2021 11:52
Maceió
Foto: Felipe BrasilO uso de máscara segue sendo obrigatório para quem precisar sair de casa
Foi sancionada nessa segunda-feira (19), pelo governador Renan Filho, a lei Nº 8.407, de 16 de abril de 2021, aprovada pela Assembleia Legislativa (ALE) que torna obrigatório o uso da máscara de proteção enquanto durar a pandemia.
A decisão se aplica para a utilização de máscara em espaço público e já entra em vigor a partir da publicação. São eles:
Vias públicas;
Parques, praças e praias;
Pontos de ônibus, terminais de transporte coletivo, rodoviárias,
portos e aeroportos;
Veículos de transporte coletivo, de táxi e transporte por aplicativos;
prestadoras de serviços e quaisquer estabelecimentos congêneres;
Outros locais em que possa haver aglomeração de pessoas.
Quem descumprir a obrigatoriedade estará sujeito ao pagamento de multa. Essa multa deverá ser aplicada somente após uma advertência anterior. A condição econômica do cidadão deve ser considerada.
Pessoas do espectro autista, com deficiências intelectual e/ou sensoriais ou qualquer outra deficiência que impeça de se fazer o uso adequado da máscara de proteção facial, bem como crianças com idade abaixo de 3 anos, estão fora da obrigatoriedade prevista pela Lei.
Os estabelecimentos, públicos ou privados, que estiverem em funcionamento durante o período da pandemia causada pela COVID-19 devem proibir a entrada em seu recinto de pessoas, sejam clientes ou funcionários, que não estiverem utilizando máscaras, sejam elas caseiras ou profissionais, enquanto durar a Situação de Emergência, conforme o Decreto Estadual nº 69.541, de 2020.
Caso os responsáveis pelos estabelecimentos detectem que há no recinto pessoas sem o uso da máscara, devem adotar as medidas cabíveis para que a pessoa faça o uso desta, ou seja retirada do estabelecimento, inclusive, caso necessário, com o acionamento de força policial.
Nos estabelecimentos que tenham como atividade consumo de gêneros alimentícios e bebidas, fica facultado ao consumidor o uso da máscara enquanto estiver sentado em local reservado ao consumo, respeitando o distanciamento, devendo utilizá-la sempre que se levantar.
Municípios começam a retirar doses da vacinas CoronaVac e AstraZeneca; Maceió recebe 24 mil
Redação*
22/03/2021 19:27
Saúde
DivulgaçãoVacina contra a Covid-19
As 88.200 doses das vacinas CoronaVac e AstraZeneca, enviadas pelo Ministério da Saúde (MS), começaram a ser distribuídas para os municípios alagoanos nesta segunda-feira (22).
Com a nova remessa, segundo o Plano Nacional de Imunização em Alagoas (PNI/AL), 29.375 doses foram distribuídas para as cidades da Maceió, Jequiá da Praia, Rio Largo, União dos Palmares, Pilar e Atalaia.
As cidades que receberão mais doses da CoronaVac e AstraZeneca são a capital alagoana, com 24.655 doses, seguida por Arapiraca (5.210) e Palmeira dos Índios (1.985). Já o município de Rio Largo vai receber 1.475 doses, União dos Palmares será contemplado com 1.400 doses e Delmiro Gouveia irá contar com mais 1.160.
Com a nova remessa de imunizantes, serão contemplados, agora, os idosos com idades entre 68 a 71 anos. Também serão contemplados os trabalhadores da saúde com idades entre 50 a 54 anos.
Os imunizantes ficam sob a responsabilidade do PNI/AL, nas Centrais Estaduais de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos, localizadas em Maceió e em Arapiraca. Após a retirada das vacinas, cada município é responsável pela aplicação das doses na população, além de determinar os locais de vacinação e registrar as doses no sistema.
*Com Assessoria
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Por ASCOM Santana do Ipanema 17/03/2021 - 17h 21min Divulgação0
APrefeitura de Santana do Ipanema vem intensificando as orientações e conscientizando a população com medidas contra a disseminação da Covid-19. O Poder Executivo instalou outdoors [anúncio em grandes dimensões] às margens das rodovias BR 316 e AL 130 chamando atenção para simples ações que podem salvar vidas.
Ao lado do terminal rodoviário, às margens da BR 316, o cidadão que passar vai encontrar a mensagem: “USE MÁSCARA OU USE MÁSCARA”.
A mensagem tem duplo sentido. Na foto, está uma jovem colocando a máscara, enquanto a outra imagem ilustra uma pessoa na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) lutando pela vida usando a máscara de oxigênio, uma vez que a insuficiência respiratória aguda está entre os principais problemas apresentados por pessoas com sintomas graves de Covid-19.
Além de proteger o usuário da contaminação, a máscara também protege a família e todos aqueles que estão ao redor. A chance de contágio diminui quando utilizamos a máscara corretamente por ser uma barreira que impede que o vírus chegue até o nariz e a boca. E é sempre bom lembrar que muitos portadores do coronavírus não apresentam sintomas. Ou seja, você pode ser um transmissor ou estar ao lado de alguém que pode transmitir o vírus, mesmo sem saber. São os chamados assintomáticos.
Estabelecer metas para o ano que está começando é um ritual comum para muitas pessoas. Os planos são inúmeros e muitos deles se relacionam diretamente com a saúde. Mas o que é preciso fazer para ter uma vida mais saudável?
Além de uma alimentação balanceada e prática regular de atividades físicas é fundamental realizar um check-up médico anual. De acordo com o médico Wellington Moreira, que trabalha com Clínica Geral no Hospital Maceió, do Sistema Hapvida, exames de rotina podem ajudar a prevenir doenças, além de contribuir com o bem-estar.
“Para ter qualidade de vida, é preciso assumir o compromisso de fazer a prevenção. A avaliação clínica anual geralmente compreende exames de sangue como hemograma e taxas que avaliam a função do fígado e dos rins, parasitológico de fezes, sumário de urina e eletrocardiograma”, explica.
EXAME FÍSICO E ANAMNESE
O médico ainda destaca a importância da realização de exames específicos de acordo com o sexo do paciente.
“Investigações complementares podem variar dependendo do exame físico e da anamnese, que nada mais é que uma entrevista ou questionário que o médico realiza para obter informações importantes sobre o histórico de saúde da pessoa”, diz.
No caso dos homens, por exemplo, o dr. Wellington acredita ser importante a avaliação da próstata e, no caso das mulheres, exames preventivos do colo do útero.
CUIDADO REDOBRADO: PESSOAS COM DOENÇAS CRÔNICAS E FATORES DE RISCO
Em relação à periodicidade de realização do check-up, o mais comum é que os exames sejam realizados uma vez por ano, mas esse período pode ser encurtado se o paciente apresentar algum fator de risco para o desenvolvimento de doenças, como colesterol elevado e obesidade, ou possuir doenças crônicas, como hipertensão e diabetes.
“Nestes casos, é necessário um intervalo menor para a reavaliação para que o profissional acompanhe mais de perto como anda a condução do tratamento em casa. É sempre bom dedicar tempo para cuidar da saúde”, reforça Dr. Wellington.
Três tecnologias prontas para mudar os alimentos e o planeta
A agricultura vertical, a ciência de produzir produtos de origem animal sem animais e a agricultura de precisão podem promover redução da área de cultivo, independência da pecuária e aproveitamento máximo de insumos e área, reduzindo o impacto ambiental da produção e do trabalho, sem prejuízo para a segurança alimentar.
O impacto da agricultura no planeta é enorme e implacável. Aproximadamente 40% da superfície de área adequada da Terra é usada para cultivo e pastagem . O número de animais domésticos supera em muito as populações selvagens restantes. A cada dia, mais floresta primária cai contra uma maré de plantações e pastagens e a cada ano uma área tão grande quanto o Reino Unido é perdida. Se a humanidade deseja enfrentar a mudança climática, devemos reimaginar a agricultura.
A covid-19 também expôs fraquezas nos sistemas alimentares atuais . Cientistas agrícolas sabem há décadas que o trabalho agrícola pode ser explorador e difícil, então não deveria surpreender ninguém que os proprietários de fazendas tivessem problemas para importar mão de obra para manter as fazendas funcionando enquanto lutavam para garantir que os trabalhadores do setor alimentício ficassem livres do vírus.
Da mesma forma, cadeias de suprimento de alimentos “apenas o suficiente, na hora certa” são eficientes, mas oferecem pouca redundância. E empurrar terras agrícolas para a floresta conecta os humanos com reservatórios de vírus que – quando entram na população humana – são devastadores.
Para enfrentar esses desafios, as novas tecnologias prometem uma abordagem mais verde para a produção de alimentos e se concentram em uma produção mais baseada em plantas, durante todo o ano, local e intensiva. Bem feitas, três tecnologias – agricultura vertical, celular e de precisão – podem refazer a relação com a terra e os alimentos.
Fazenda em uma caixa
A agricultura vertical – a prática de cultivar alimentos em bandejas empilhadas – não é nova; inovadores têm cultivado plantações em ambientes fechados desde os tempos romanos . A novidade é a eficiência da iluminação LED e da robótica avançada que permitem que as fazendas verticais produzam 20 vezes mais alimentos com a mesma pegada do que é possível no campo.
Atualmente, a maioria das fazendas verticais produz apenas verduras, como alface, ervas e microgreens, porque são rápidas e lucrativas, mas dentro de cinco anos muito mais safras serão possíveis, pois o custo da iluminação continua caindo e a tecnologia se desenvolve .
Os ambientes controlados das fazendas verticais reduzem o uso de pesticidas e herbicidas, podem ser neutros em carbono e reciclam água. Para climas frios e quentes, onde a produção de lavouras tenras é difícil ou impossível, a agricultura vertical promete o fim das importações caras e ambientalmente intensivas, como frutas vermelhas, pequenas frutas e abacates de regiões como a Califórnia.
A agricultura celular , ou a ciência de produzir produtos de origem animal sem animais, anuncia mudanças ainda maiores. Só em 2020, centenas de milhões de dólares entraram no setor e, nos últimos meses, os primeiros produtos chegaram ao mercado.
Isso inclui o “sorvete” do Brave Robot que não envolve vacas e o lançamento limitado do “frango” do Eat Just que nunca foi estourado.
A agricultura de precisão é outra grande fronteira. Em breve, os tratores autônomos usarão os dados para plantar a semente certa no lugar certo e fornecer a cada planta a quantidade exata de fertilizante, reduzindo o consumo de energia, a poluição e o desperdício.
Em conjunto, a agricultura vertical, celular e de precisão deve nos permitir a capacidade de produzir mais alimentos com menos terra e com menos insumos. Idealmente, seremos capazes de produzir qualquer safra, em qualquer lugar, em qualquer época do ano, eliminando a necessidade de cadeias de suprimento longas, vulneráveis e com uso intensivo de energia.
A agricultura 2.0 está pronta?
Claro, essas tecnologias não são uma panacéia – nenhuma tecnologia é. Por um lado, embora essas tecnologias estejam amadurecendo rapidamente, elas não estão totalmente prontas para a implantação convencional. Muitos permanecem muito caros para fazendas de pequeno e médio porte e podem levar à consolidação de fazendas.
Alguns consumidores e teóricos de alimentos são cautelosos , perguntando-se por que não podemos produzir nossa comida da maneira que nossos bisavós faziam. Os críticos dessas tecnologias agrícolas clamam por uma agricultura agroecológica ou regenerativa que alcance a sustentabilidade por meio de fazendas diversificadas e em pequena escala que alimentam os consumidores locais . A agricultura regenerativa é muito promissora, mas não está claro se terá escala .
Podem as carnes cultivadas se tornarem comuns nos supermercados na próxima década?
Embora essas sejam considerações sérias, não existe uma abordagem única para a segurança alimentar. Por exemplo, fazendas alternativas em pequena escala com culturas mistas também sofrem com a escassez de mão de obra e normalmente produzem alimentos caros que estão além das possibilidades dos consumidores de baixa renda. Mas não precisa ser uma situação “ou / ou”. Existem vantagens e desvantagens em todas as abordagens e não podemos alcançar nossos objetivos climáticos e de segurança alimentar sem também abraçar a tecnologia agrícola .
Futuro esperançoso da agricultura
Ao tomar os melhores aspectos da agricultura alternativa (nomeadamente o compromisso com a sustentabilidade e nutrição), os melhores aspectos da agricultura convencional (a eficiência económica e a capacidade de escala) e novas tecnologias como as descritas acima, o mundo pode embarcar numa agricultura revolução que – quando combinada com políticas progressistas em torno do trabalho, nutrição, bem-estar animal e meio ambiente – produzirá alimentos abundantes enquanto reduz a pegada da agricultura no planeta.
Pepinos hidropônicos podem ser cultivados em ambientes internos com luzes LED.
As fazendas de circuito fechado usam poucos pesticidas, são eficientes em termos de solo e energia e reciclam a água. Eles podem permitir a produção local durante todo o ano, reduzir o trabalho manual repetitivo, melhorar os resultados ambientais e o bem-estar animal. Se essas instalações forem combinadas com uma boa política, então devemos ver as terras que não são necessárias para a agricultura serem devolvidas à natureza como parques ou refúgios de vida selvagem.
O mundo de hoje foi moldado por uma revolução agrícola que começou há dez mil anos. Esta próxima revolução será igualmente transformadora. A covid-19 pode ter colocado os problemas com nosso sistema alimentar na primeira página, mas a perspectiva de longo prazo para essa indústria antiga e vital é, em última análise, uma boa notícia.
Lenore Newman ocupa a cadeira de Pesquisa do Canadá, Segurança Alimentar e Meio Ambiente, Universidade de The Fraser Valley
Evan Fraser é diretor do Arrell Food Institute e professor do Departamento de Geografia, Meio Ambiente e Geomática da Universidade de Guelph
Alagoas vai receber do Ministério da Saúde (MS), a partir das 19h desta terça-feira (9), mais 32 mil doses da vacina CoronaVac, que confere imunidade contra a Covid-19. O anúncio foi feito pelo governador Renan Filho, por meio de suas redes sociais, no final da tarde de hoje. O governador informou que a nova remessa do imunizante irá assegurar que Alagoas amplie a vacinação contra a Covid-19 para idosos com 75, 76 e 77 anos.
Após as novas doses chegarem a Maceió, elas serão encaminhadas para a sede do Programa Nacional de Imunização (PNI), no bairro Farol, onde serão cadastradas e distribuídas, de forma equânime, aos 102 municípios alagoanos. A distribuição dos imunizantes para as secretarias municipais de saúde está prevista para a próxima quinta-feira (11).
Renan Filho destacou que o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), trabalha em parceria com as secretarias municipais de Saúde para que os idosos acima de 65 anos estejam imunizados até o dia 31 de março, se não houver atrasos no envio de doses pelo governo federal. Ainda segundo o governador, a expectativa é que até 30 de abril todos os alagoanos acima de 60 anos estejam imunizados contra o novo coronavírus.
“Este é o caminho para reduzirmos mortes, internações hospitalares e vencermos o vírus”, reforçou Renan Filho.
Além da ampliação da faixa etária do público-alvo a ser imunizado contra a Covid-19, o Governo do Estado trabalha para ampliar o número de leitos hospitalares públicos destinados exclusivamente para a doença. Até o fim deste mês, Alagoas deve contar com 1.100 vagas, no total, para atender os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
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