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Alagoas (306)

Gestores são obrigados a realizar concurso público para dois cargos

 

 

 

 

Cargos para procurador e contador devem ser de natureza efetiva

130 concursos abertos reunem 154 mil vagas em todo o pais - Gestores são obrigados a realizar concurso público para dois cargos
↑ Ilustração

Por maioria dos votos, o Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE/AL) acatou o entendimento do Ministério Público de Contas e manteve a Instrução Normativa Nº 03/2016. Com isso, todos os gestores municipais continuam obrigados a promover concurso público para o provimento dos cargos de procurador e contador.

A Instrução Normativa Nº 03/2016 determina que os municípios cumpram a previsão constitucional de que os serviços de natureza permanente, a exemplo dos contábeis e jurídicos de forma continuada, sejam realizados por servidores ocupantes de cargos efetivos, com provimento dos respectivos cargos mediante a aprovação em concurso público de provas ou de provas e títulos, o que deveria ter ocorrido até o dia 31 de dezembrode 2017.

Porém, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil propôs a revogação da referida Instrução Normativa do TCE/AL, cujo expediente foi apreciado pela presidente, conselheira Rosa Albuquerque, que em seu relatório manifestou favorável ao pedido da OAB para suspender os efeitos da Instrução Normativa até que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue a Ação Direta de Inconstitucionalidade N. 45 (ADC 45). O entendimento da presidente da Corte de Contas é de que a decisão da ADC 45 poderia influenciar na eficácia da IN 03/2016. O pedido de revogação foi julgado na sessão ordinária do último dia 20, os conselheiros negaram o expediente da OAB e mantiveram a Normativa.

A ação que tramita no STF trata da possibilidade de dispensa de licitação para os serviços jurídicos contratados por entes públicos.

De acordo com o procurador-geral do MPC/AL, Enio Andrade Pimenta, a exigência de concurso público decorre diretamente da Constituição, a qual não faz ressalvas quanto ao cargo a ser investido ou quanto ao ente que deverá cumprir a obrigação, sendo uma determinação que sucede dos princípios da isonomia e da democracia. “Os serviços jurídicos, assim como os contábeis, configuram atividades essenciais e típicas da Administração, as quais são exercidas de forma permanente, devendo ser executados por servidores efetivos”, esclareceu o procurador.

Em agosto do ano passado, o Ministério Público de Contas expediu recomendação a todos os municípios alagoanos, com exceção da capital Maceió, para que realizem concursos públicos para provimento de cargos efetivos de seu quadro de pessoal em substituição a eventuais servidores contratados irregularmente.

Veja a íntegra da Instrução Normativa

 

Fonte: Ascom MPC/AL

Eletrobras assumirá R$ 20 bi em dívidas de distribuidoras

 

 

 

Valor se refere a seis empresas cujos compradores terão que investir R$ 13 bilhões; entrega das unidades não trará retorno real à economia

foto 7 - Eletrobras assumirá R$ 20 bi em dívidas de distribuidoras
↑ Secretário-executivo Paulo Pedrosa (Foto Saulo Cruz / MME)
Durante audiência pública realizada nesta terça-feira (20) no Senado, para debater o plano de privatizações do governo, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Paulo Pedrosa, disse que os futuros compradores de energia da Eletrobras terão que investir R$ 13 bilhões nos próximos anos em seis distribuidoras que serão vendidas.
 
No último dia 8, a assembleia virtual da Eletrobras aprovou a privatização dessas empresas ligadas à companhia estatal pelo valor simbólico de R$ 50 mil: a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), a Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron), a Boa Vista Energia, a Amazonas Distribuidora de Energia (Amazonas Energia), a Companhia Energética do Piauí (Cepisa) e a Companhia Energética de Alagoas (Ceal).
 
Pedrosa explicou que os “R$ 50 mil são capital a ser colocado”, entretanto, “as distribuidoras continuarão com o conjunto de dívidas da ordem de R$ 13 bilhões, mais o compromisso de investimento”.
 
Por outro lado, a Eletrobras assumirá as dívidas dessas seis empresas no valor de R$ 11,2 bilhões, e os encargos de R$ 8,5 bilhões (total de R$ 19,7 bi), reduzindo em muito o valor real que entrará no caixa da União. Esses valores são referentes a dívidas com a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC). Em termos de retorno para a economia, as seis distribuidoras estão sendo entregues de graça pelo governo brasileiro.
 
Sobre a dívida que a Eletrobras irá assumir Pedrosa argumenta que “empresas que estão em extrema dificuldade, uma vez que não tiveram suas concessões renovadas no ano passado e entraram em um limbo”, deixando no ar uma importante pergunta: a privatização em um setor estratégico é a única forma de reestabelecer empresas públicas?
 
O plano de desestatização do governo federal inclui, além do setor elétrico, empresas do setor de petróleo e gás, de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias. E o governo pretende, até o final do ano, privatizar a própria Eletrobras, controladora hoje de 50% dos reservatórios do país, um terço da geração e 48% das linhas de transmissão.

Fonte: Jornal GGN

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Outros doze municípios alagoanos também estão com o serviço em funcionamento.

Regulamento completo dos jogos encontra-se no site: www.educacao.al.gov.br
Por: Agência Alagoas

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