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Governo do Estado flexibiliza distanciamento social em Alagoas

Novas regras foram anunciadas pelo governador Renan Filho, em suas redes sociais, na manhã desta quarta (23) e passam a valer a partir da próxima sexta (25)

↑ Comércio de Maceió (Foto: Ascom Fecomércio/AL)

Ogovernador Renan Filho (MDB) atualizou o decreto do Plano de Distanciamento social Controlado em Alagoas e flexibilizou o funcionamento de bares e restaurantes, lojas do comércio – de rua e dos centros das cidades –, o funcionamento de shoppings e academias e o acesso às praias, rios e lagoas. As novas regras forma publicadas no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (23) e anunciadas pelo chefe do Poder Executivo alagoano em suas redes sociais.

“No novo decreto do Plano de Distanciamento Social Controlado, que passa a vigorar a partir desta sexta-feira (25), retiramos a limitação dos dias de funcionamento de shoppings e lojas do comércio. Os horários seguem os mesmos do decreto anterior”, postou o governador. “Vamos ampliar o funcionamento de bares e restaurantes, que poderão ficar abertos de segunda a sexta até às 22h e, nos finais de semana e feriados até às 20h. Além disso, estará permitido o acesso a praias, lagoas e rios”, completa.

 

Os servidores públicos que já tenham sidos imunizados contra a covid-19 podem retornar ao trabalho presencial, desde que comprovem terem tomado as duas doses das vacinas há, pelo menos, 15 dias.

Outra mudança com o novo decreto ocorreu em relação ao toque de recolher.

“Durante o período determinado no art. 2º deste Decreto, haverá a RESTRIÇÃO DE HORÁRIO de circulação das pessoas nas ruas e logradouros públicos das 23h às 5h, para evitar aglomerações, nesse sentido devendo ser interrompidas reuniões para prática de quaisquer atividades sociais, esportivas ou culturais, ressalvando o direito de ir e vir da população para o deslocamento para sua residência e/ou local de trabalho, bem como para os serviços essenciais”, diz o artigo 5º do decreto governamental.

Todo o restante de situações contidos no decreto anterior continuam em vigor.

Clique aqui e acesse a íntegra do novo decreto de Distanciamento Social Controlado, publicado na página 5 do Diário Oficial do Estado.

 

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Fonte: Tribuna Hoje / Carlos Amaral

Fechamento de agências do Banco do Brasil gera prejuízos em Alagoas

Municípios alagoanos terão a oportunidade de tratar e apresentar dados sobre o fechamento dos bancos em 10 localidades

↑ BB é um das principais locais para pagamento nos municípios alagoanos e suas agências estão sob risco (Foto: Edilson Omena)

Após a intervenção da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), membros da comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados estarão em Alagoas até o final deste mês para realizar visita técnica às agências do Banco do Brasil que foram fechadas em algumas cidades do estado.

A Comissão também já aprovou a realização de audiência pública para debater o fechamento de agências do Banco em diversos municípios do país. Em Alagoas, pelo menos 10 municípios terão suas agências ou postos de atendimento do Banco do Brasil fechados.

“Eles [deputados da Comissão] visitarão alguns municípios e também realizarão audiência pública com a presença do superintendente do Banco do Brasil em Alagoas e outras instituições relacionadas ao Banco. Agradeço a bancada alagoana e a Confederação Nacional dos Municípios [CNM] que abraçaram essa luta que foi iniciada pela AMA e hoje tomou proporções nacionais. Vamos continuar trabalhando para evitar novos fechamentos, como também reabrir as agências que foram fechadas”, destacou o presidente da entidade alagoana, prefeito Hugo Wanderley (MDB).

A diretoria nacional do Banco do Brasil ainda não comunicou oficialmente quais serão as agências e postos fechados, mas um levantamento da AMA com os prefeitos identificou que as agências de alguns municípios já haviam sido rebaixadas para Postos de Atendimento, já outros municípios terão os serviços completamente fechados nos próximos dias. Dentre os municípios estão Coité do Nóia e Pão de Açúcar.

Para o prefeito de Coité, Bueno Higino (PP), o fechamento da agência do município acarreta um problema econômico, visto que o cidadão precisa se deslocar para a cidade de Arapiraca, que é o maior centro econômico que existe próximo ao município para que se retire, faça seu saque, pague as suas contas.

“Toda essa logística fará a população já gastar o dinheiro que for sacar, devido ao deslocamento e outros gastos. Isso é um problema econômico, gera social. Durante a pandemia isso se agrava bastante, porque se aglomera filas e filas na frente dos bancos para buscar o benefício de um saque, né? Algo que é simples e que deveria ser de direito da população. Na administração do meu pai a gente conseguiu o benefício da agência para o nosso município e doze anos se passaram e a gente hoje vê o município retroceder nessa questão e perder a única agência que possuía”.

Já o prefeito de Pão de Açúcar, Jorge Dantas (PSDB), disse que a informação que tem é de que a agência do município não vai fechar e vai servir de referência para municípios que fazem divisa, como por exemplo Porto da Folha e Glória, que ficam em Sergipe.

“Então, a informação é essa, que a agência não fecha, não é? A não ser que haja um posicionamento novo, mas se fechar é um desastre para a cidade, com certeza”.

Um dos parlamentares federais que estão à frente na luta para que as agências do Banco do Brasil não fechem nos municípios alagoanos é o deputado Marx Beltrão (PSD). Ele esteve recentemente em reunião com a presidência da AMA e membros da diretoria nacional do Banco do Brasil (BB).

“Sou contra e vou lutar contra este fechamento de agências do Banco do Brasil, especialmente em Alagoas e no interior do estado, que já é muito carente de atendimento bancário. A realidade hoje é de filas quilométricas, agências lotadas, pessoas passando horas na espera pelo atendimento. Banco do Brasil, e também a Caixa Econômica, são bancos que cumprem uma importante missão social. Se 15 agências do BB forem fechadas em nosso estado, são menos 15 postos de atendimento na linha de frente para solucionar problemas da população, de empresários, de agricultores. O governo federal não pode permitir isso e a bancada está articulada contra este fechamento”, disse Marx Beltrão.

Mudanças fazem parte de plano de reorganização

A coordenadora da bancada federal, deputada Tereza Nelma (PSDB), informou que fez reunião em abril com o gerente executivo do Banco do Brasil, Gustavo Berti, que disse que a mudança faz parte do plano de reorganização do Banco do Brasil para mais eficiência e otimização.

Segundo ele, a preocupação social do Banco permanece e por isso serão abertas, no lugar das agências, as lojas Mais BB.  A deputada Tereza Nelma destaca que essa medida pode prejudicar a questão social.

“Me preocupa a questão social, o impacto que isso pode gerar para a agricultura familiar, por exemplo. O Banco do Brasil é responsável por 79,2% do financiamento rural na região Nordeste. Eu acredito que podemos modificar essa decisão. A bancada alagoana está abrindo uma frente de mobilização para comprovar que esse não é o momento para o fechamento das agências” argumenta a líder da bancada federal alagoana.

O presidente do sindicato dos Bancários e Financiários de Alagoas, Márcio dos Anjos, ressaltou, em entrevista à reportagem da Tribuna Independente que a entidade fez o que pode para evitar esses fechamentos e essas transformações meses antes do fato se consumar.

“Batemos em várias portas e buscamos conscientizar a população do fato que seria ela mais afetada. O governo federal está promovendo um verdadeiro desmonte da coisa pública como um todo, entre elas os bancos públicos e é óbvio que as alegações não são procedentes, mas infelizmente esse projeto que aí está é lamentavelmente fortalecido pelo silêncio também da grande mídia que se omite. Os trabalhadores bancários têm acesso às suas carreiras através de concurso público, portanto, não ficarão sem emprego e todos aqueles afetados pela desestruturação imposta ao Banco do Brasil já foram remanejados”.

ABRANGÊNCIA

De acordo com o Banco do Brasil, 95,5% dos Municípios do país contam com algum tipo de serviço do banco.

O Conselho Político da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) destacou que é por meio do Banco do Brasil que os servidores locais recebem seus salários, além de ser por meio da instituição financeira que são repassados recursos, com destaque, por exemplo, para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

“Nesses municípios em que as agências do Banco do Brasil serão fechadas, temos uma população envelhecida, que frequenta igreja e que gosta de ter contato com o banco. Os nossos gestores locais estão sofrendo uma pressão absurda por parte da sua população”, destaca a CNM ao receber informações das entidades que defendem o municipalismo.

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Fonte: Tribuna Independente / Texto: Carlos Victor Costa

Deputado Paulão declara apoio aos agentes de saúde e defende PEC 22

Sindicalistas avançam na luta por melhores condições de trabalho

 

Representantes do entidades de classe ligadas aos agentes de saúde e de endemias de Alagoas estiveram reunidos, nesta quinta-feira (17), com o deputado federal Paulo Fernando, o Paulão (PT).

Na pauta do encontro, que contou com a presença do presidente do Sindicato dos Agentes de Saúde e de Combate às Endemias da Região Metropolitana do Agreste de Alagoas (Sindagreste), Jader Albuquerque, foi entregue o pedido de apoio à PEC 22/2011.

Segundo Jader Albuquerque, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 22/2011 estipula que o salário dos agentes comunitários de saúde e de endemias não pode ser inferior a dois salários mínimos e também assegura às duas categorias a garantia de adicional de insalubridade e aposentadoria especial devido aos riscos das funções diárias e ampliadas nesse momento de pandemia da Covid-19.

Na oportunidade, o deputado federal Paulão declarou apoio à luta dos agentes de saúde e de endemias e afirmou a defesa da PEC 22 na Câmara dos Deputados em Brasília.

Também estiveram no encontro, a presidente da CONACS, Ilda Angélica, e o presidente do Sindas, Maurício Sarmento.

Além do deputado Paulão, já aderiram à luta dos agentes de saúde e de endemias outros parlamentares alagoanos, a exemplo de Tereza Nelma, Severino Pessoa e Marx Beltrão.

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Fonte: Davi Salsa com assessoria

Jovem que vivia como marido e mulher com menina de 12 anos é preso em Teotônio Vilela

Relacionamento sexual de pessoas menores de 14 anos com maiores dessa idade constitui crime de estupro de vulnerável

↑ (Foto: Ascom PC/AL)

APolícia Civil de Teotônio Vilela, coordenada pelo delegado Arthur César, prendeu em flagrante nesta quinta-feira (17) um jovem de 18 anos que vivia como marido e mulher com uma menina de apenas 12 anos.

O delegado informou que a denúncia foi feita pelo Ministério Público, após este receber informação do Conselho Tutelar.

Arthur Cesar disse que, embora bastante comum, o relacionamento sexual de pessoas menores de 14 anos com maiores de 14 anos constitui crime de estupro de vulnerável, ainda que a vítima tenha consentido com o ato.

Agora o homem está preso no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), de Teotônio Vilela, à disposição da Justiça.

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Fonte: Ascom PC/AL

Força-tarefa do MPAL recomenda a prefeitos alagoanos que suspendam festejos juninos

GERAL

Por Janaina Ribeiro - ASCOM/MPAL  0

 

 

AForça-Tarefa de Prevenção e Enfrentamento à Pandemia da Covid-19 do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) expediu, nesta segunda-feira (31), a Recomendação nº 6/21 à Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) para que a entidade oriente os gestores públicos a não promoverem qualquer tipo de festividade junina em cumprimento aos decretos estadual e municipais que preveem medidas de segurança para evitar a disseminação do novo coronavírus. Os prefeitos terão cinco dias úteis, a contar do recebimento do documento, para informar ao promotor local se vão atender ao que foi requerido pela FT.

Na recomendação, assinada pelo procurador-geral de Justiça, Márcio Roberto Tenório de Albuquerque, e pelos demais procuradores e promotores de Justiça integrantes da força-tarefa, o Ministério Público pede que os prefeitos cancelem ou suspendam todas as festividades pertinentes ao período de São João e que eles não publiquem editais para contratação de bandas musicais e de forró.

O documento também orienta que os gestores não promovam concursos de quadrilhas juninas, shows e demais eventos e que eles não concedam autorizações para a utilização do espaço público para a realização de shows particulares, com ou sem cobrança de ingressos.

No entendimento da FT, é necessário garantir que em todos os 102 municípios alagoanos seja mantido o distanciamento social no período junino – o que não seria possível caso houvesse as aglomerações causadas pelos eventos de São João, umas das principais recomendações das autoridades sanitárias e de saúde para conter a onda de infecção causada pela Covid-19.

Os alertas do MPAL

No texto da Recomendação nº 6/21, o MPAL alerta para os números de casos de pacientes infectados no estado e de óbitos em decorrência do novo coronavírus, que chegou ao patamar de 190.985 (cento e noventa mil, novecentos e oitenta e cinco) pessoas e 4.679 mortos.

A FT também chama a atenção para a ocupação diária dos leitos exclusivos para a Covid-19 que, no último dia 26, chegou ao alarmante percentual de 92%. Por fim, ainda foi citada a baixa estocagem de neurobloqueadores musculares em diversos hospitais alagoanos, medicamentos esses que são essenciais ao procedimento de intubação de pacientes graves.

Prazo

A AMA terá prazo máximo de cinco dias para encaminhar a recomendação aos prefeitos dos 102 municípios alagoanos e a mesma quantidade de tempo para informar à força-tarefa se fez esse devido encaminhamento aos gestores públicos.

Já os prefeitos também terão cinco dias, após o recebimento do documento, para informar ao promotor da comarca o acatamento ou não dos termos da recomendação.

A ofensiva dos intolerantes contra a liberdade de imprensa

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  • 28/05/2021 17:37
  • Blog do Celio Gomes
 

Numa decisão de primeira instância, a justiça estadual decidiu por censurar este blog. Com surpreendente aval de representante do Ministério Público Estadual, o magistrado que assina a liminar determinou que fossem retirados quatro textos que escrevi entre o fim de 2019 e começo de 2020. Os detalhes da patacoada já foram divulgados pelo Cada Minuto. O juiz acatou ação movida pelo deputado estadual bolsonarista Cabo Bebeto, insatisfeito com as críticas que recebeu nos artigos agora censurados. Não sou caso isolado. A ofensiva judicial contra a imprensa assola o país.

Não cabe aqui discutir a decisão da Justiça. Trato do assunto porque o episódio deve servir pra reflexão sobre práticas autoritárias que, por meio da intimidação, tentam ameaçar o exercício do jornalismo livre. Se a coisa vira rotina, como diria aquele ministro, os caras vão passar a boiada. Não custa lembrar que a vítima principal aqui não é o jornalista. Quando algo assim ocorre, o alvo é a liberdade de imprensa – cláusula pétrea na democracia.

Registro que a Tribuna Independente publicou ampla e esclarecedora reportagem sobre o caso. O jornal tratou do assunto com destaque, deixando claro que estamos diante de censura descabida, um ataque ao que estabelece a Constituição. A reportagem ouve o Sindicato dos Jornalistas, que repudia o ato. “Mais uma vez a Justiça faz o papel de censor, descumprindo o que diz a Constituição”, diz Izaías Barbosa, presidente do Sindjornal. 

A Federação Nacional dos Jornalistas também falou à Tribuna sobre os fatos. “Infelizmente, não é a primeira vez que o Judiciário tem essa conduta de censor”, diz a jornalista Valdice Gomes, diretora da Fenaj em Alagoas. Ela acrescenta que “no caso de alguém que se sinta atingido, caluniado, há outras formas que não a censura para a reparação”. É isso. Aos intolerantes o que interessa é impor a lei da mordaça. A ofensiva é bem mais ampla.   

Em seu blog na Gazetaweb, o jornalista Edivaldo Junior se manifestou de forma contundente contra a censura. “As tentativas de calar a imprensa se repetem a cada dia. E algumas infelizmente encontram eco na Justiça”, escreve. E acrescenta, sobre o direito da imprensa no exercício da crítica a figuras públicas: “Quem vai para a chuva não pode ter medo de se molhar. O recado serve para Cabo Bebeto e outros agentes públicos”.

Cito essas manifestações específicas porque vi publicadas em nossa imprensa. Outros tantos profissionais trataram do assunto nas redes sociais, com troca de informações e protestos pelo gesto de força contra o Cada Minuto e este blogueiro. Também recebi diretamente manifestações de apoio. Agradeço a todos. Eis o Brasil destes tempos estranhos, como diria aquele outro ministro, o do STF. E tudo o que eu faço é escrever.

 

 

Governo de Alagoas lança edital com 500 vagas para o concurso da Polícia Civil; confira

Inscrições para o certame vão até 12 de julho e custam R$ 95,00

↑ Provas serão realizadas em agosto (Foto: Reprodução)

OGoverno de Alagoas lançou, nesta sexta-feira (28), mais um edital do ciclo de concursos do Estado. Desta vez, o certame com 500 vagas para a Polícia Civil foi o contemplado. A publicação está disponível em Diário Oficial e também pode ser conferida no site da Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), basta clicar aqui para acessar.

De acordo com o edital, as inscrições para o concurso custam R$ 95,00 e vão das 10h do dia 07 de junho até as 18h do dia 12 de julho. O processo é feito de forma online, pelo site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), banca organizadora do concurso.

Segundo a publicação, tanto a prova discursiva como as objetivas, que envolvem conhecimentos gerais e específicos da área, acontecem no dia 29 de agosto e têm 4h30 de duração. Além delas, os candidatos também devem se preparar para o teste de aptidão física e para uma prova prática de digitação.

O certame da Polícia Civil prevê 368 vagas para o cargo de agente de polícia e 132 para o de escrivão. Ambos os cargos requerem nível superior em qualquer área e têm média salarial de R$ 3.971,76.

“Ficamos muito felizes pela entrega de mais um dos editais previstos para esse ano, um dos mais aguardados pelos concurseiros, sem dúvidas. Alagoas tem saído na frente, mesmo em um tempo tão difícil, com a realização de certames transparentes e céleres, que ganham uma importância ainda maior nesse cenário de crise”, pontua o secretário do Planejamento e Gestão, Fabrício Marques Santos.

Informações sobre as etapas do concurso, jornada de trabalho, documentação necessária, procedimentos para solicitação de atendimento especial, passo a passo para pedidos de isenção e outras também estão disponíveis no edital do certame.

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Fonte: Ascom PC/AL

MP/AL vai cobrar fiscalização de Estado e municípios sobre falsos atestados de fura-filas

Força-tarefa também pedirá esclarecimentos à Secretaria Estadual de Saúde sobre a imunização para gestantes e lactantes

↑ Reunião on-line da Força-tarefa (Imagem: Divulgação)

AForça-tarefa de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL) enviará ofício ao estado e os municípios alagoanos para que os entes públicos sejam mais rigorosos e fiquem atentos aos documentos que são apresentados por pessoas que alegam ter comorbidades para conseguir se vacinar contra o novo coronavírus. A FT também pedirá esclarecimentos à Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) sobre a imunização para gestantes e lactantes, a fim de saber se há estudos que apontem essas mulheres como grupo prioritário para a vacinação.

Para os membros da força-tarefa, que se reuniram sob o comando do subprocurador-geral administrativo institucional, Válter Acioly, diante da possibilidade de qualquer cidadão apresentar atestado médico que aponte uma doença que torne sua saúde frágil para conseguir ser incluído no Plano Nacional de Imunização (PNI), aumentam as chances de pessoas de má-fé conseguirem esse tipo de documento para furar a fila e, por consequência, passar na frente de indivíduos que realmente necessitam da vacina.

Em razão disso, durante a reunião on-line ocorrida na tarde desta quarta-feira (26), o colegiado decidiu que pedirá aos governo do estado e dos 102 municípios alagoanos que eles reforcem o rigor na hora de receber e analisar os documentos apresentados por pessoas que estejam na fila para receber o imunizante. “Estamos atentos e quem se envolver em qualquer tipo de fraude, seja emitindo, recebendo ou comprando atestado falso, será responsabilizado. Como fiscal da lei, o Ministério Público defenderá sempre o cumprimento do PNI para que, de fato, recebam a vacina aqueles grupos prioritários”, afirmou o promotor de Justiça José Carlos Castro.

O MP/AL reforça, inclusive, que a participação da sociedade é muito importante nesse controle e orienta que denúncias podem ser feitas por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo aplicativo Ouvidoria MP/AL, que está disponível tanto no sistema Android quanto para IOS.

Gestantes e lactantes

A força-tarefa também decidiu que expedirá ofício à Sesau solicitando informações sobre a vacinação para gestantes e lactantes. Para as mães que estão amamentando, há grupos de lactantes que alegam que elas, além de cuidar da saúde do seu filho por meio do leite materno, também doam o alimento para bancos de leite, fazendo-o a chegar a dezenas de outras mulheres que não estão em condição de amamentar os seus bebês.

No documento, o MP/AL questionará o estado se há estudos que comprovam que essas mães têm o direito de ser incluídas no PNI.

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Fonte: Ascom MP/AL

MPs determinam prazo de 10 dias para que municípios alagoanos concluam o ciclo da vacina contra Covid-19

  • Redação
  • 24/05/2021 12:25
  • Cidades
 
Divulgação/arquivo
Sede do Ministério Público de Alagoas (MPAL)
Sede do Ministério Público de Alagoas (MPAL)

Diante do considerável número de pessoas que não tomaram a segunda dose da vacina contra o coronavírus, o Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL) expediram nesta segunda-feira (24), recomendações aos 102 municípios alagoanos para que sejam adotadas providências, no prazo de 10 dias, para que o ciclo completo da vacina seja aplicado, contribuindo para a efetiva imunização da população.

Segundo as informações, a recomendação pontua uma série de medidas a serem adotadas pelos municípios, entre elas, que quantifiquem, a partir dos dados primários produzidos pelo programa municipal de imunização contra COVID-19, qual o número real de usuários que não compareceram para receberem a segunda dose do imunizante após o prazo estabelecido pelo Ministério da Saúde (MS). 

Após a realização da análise, devem informar ao MS e à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) caso seja constatado que há discrepância significativa (>1%) entre o número real de usuários que não receberam a segunda dose do imunizante e os dados do sistema informatizado de vacinação do Ministério (OpenDataSUS).

Com o objetivo de coibir o chamado “abandono vacinal”, os municípios devem ainda estabelecer uma política de busca ativa dos usuários que não compareceram ou não puderam comparecer, inclusive com o retorno da Equipe de Saúde da Família em residência dos acamados, para a aplicação da segunda dose do imunizante, a fim de viabilizar a conclusão do esquema vacinal de cada indivíduo, informando, imediatamente, ao MS e à Sesau, em caso de indisponibilidade de doses suficientes para a finalização da segunda etapa de vacinação.

Devem ainda promover uma campanha de comunicação junto à população geral com o objetivo de esclarecer sobre a importância da segunda dose e os riscos do não comparecimento, além dos prazos e outras informações imprescindíveis.

Os ministérios públicos orientam que os municípios monitorem, quando do planejamento das etapas de vacinação da população, a demanda projetada para a administração da segunda dose, a fim de evitar falta de doses suficientes para a conclusão da vacinação dos usuários, adotando, entre outras providências, a remessa de informação periódica, ao MS e à Sesau, em relação à quantidade necessária de segundas doses (D2) projetada para as semanas e meses seguintes.

O planejamento das etapas da vacinação da população deve ser amplamente divulgado, expondo periodicamente o quantitativo de segundas doses (D2) disponíveis para a finalização do esquema vacinal daqueles que já iniciaram a imunização com a primeira dose (D1).

Prazo para resposta  

Em razão da urgência que a situação requer, foi fixado o prazo de cinco dias, a contar do recebimento, para manifestação quanto ao atendimento da Recomendação, indicando as medidas que tenham sido ou que serão adotadas pelo Município quanto ao conteúdo recomendado, tanto ao MPF quanto ao MP/AL, informando se haverá acatamento da recomendação.

A partir da data de entrega da presente recomendação, o Ministério Público considera seu destinatário como pessoalmente ciente da situação e passíveis de eventual responsabilização por eventos futuros relacionados a sua omissão.

A recomendação também foi encaminhada à Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) e ao Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Alagoas (COSEMS).

Ocupação de leitos de UTI explode em AL e os dois maiores hospitais lotam; confira

  • Redação
  • 25/05/2021 09:52
  • Maceió
 
Foto: Marcio Ferreira / Agência Alagoas
Hospital Metropolitano

Os dois hospitais públicos de referência em Alagoas estão chegando ao colapso. Segundo o boletim de ocupação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulgado nessa segunda-feira (24), mostra que o Hospital da Mulher está com 99% de taxa de ocupação dos leitos de UTI e o Metropolitano com 98%.

Além dele dois, o Hospital Vida, situado em Maceió, está com 100% de ocupação. Já o Veredas e o HGE estão com 90% de ocupação. Dos nove hospitais com UTI adulto na capital, seis estão em situação crítica. 

No interior não é diferente. Cinco dos dez hospitais atingiram ocupação superior a 90%. O Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho, em Arapiraca e o Hospital Santa Rita estão lotados.

A continuidade da tendência de alta na ocupação dos leitos de UTI da rede pública indica um cenário perigoso para a pandemia em Alagoas, segundo avaliação do Observatório Alagoano de Políticas Públicas para o Enfrentamento da Covid-19 (OAPPEC).

Ainda com um número alto de óbitos e casos, o estado voltou a apresentar um alto número de casos suspeitos, que junto com a elevada proporção de resultados positivos entre os testes realizados pelo Lacen/AL indica uma piora no cenário pandêmico.

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