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Professores podem ter perdas se reforma do IR for aprovada

Presidente do Sinteal critica projeto que pode resultar na alteração do cálculo do piso nacional do magistério

↑ Para Consuelo Correia, presidente do Sinteal, será um desrespeito dos parlamentares se a reforma do Imposto de Renda passar na Câmara (Foto: Edilson Omena)

Um acordo entre governo, Congresso e a Confederação Nacional dos Municípios (CMN) para destravar a votação do projeto sobre o Imposto de Renda (IR) pode resultar na alteração do cálculo do piso nacional do magistério. Com a mudança, a remuneração dos professores passaria a ser corrigida apenas pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). No entanto, apesar do movimento, os deputados votaram, pela terceira vez, pelo adiamento da apreciação da proposta.

Com a medida, os cofres municipais teriam reforço de R$ 6,5 bilhões por ano. Cálculos da CNM mostram que, no acumulado de 2009 a 2020, o piso do magistério subiu 203,81%. Se a regra de reajustar somente pelo INPC já estivesse em vigor, o aumento seria de 61,38%. Hoje, o piso é de R$ 2.886,24 para a jornada de 40 horas semanais.

Pesquisa feita em 2020 pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 46 países apontou que o professor brasileiro recebe por ano o equivalente a U$S 25.966 (ano de referência foi 2017), quase metade da média praticada nos 38 países ricos e integrantes da OCDE, que é de U$S 49.778.

Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Consuelo Correia, o projeto é um desrespeito contra os educadores desse país.

“Nos períodos de campanha eleitoral os candidatos levantam a bandeira da educação, afirmando que devem investir na pasta e melhorar os salários dos professores, porque é através da educação que se transforma a nação. Entretanto, depois de eleitos, querem cada vez mais nos golpear”, reclama.

Consuelo Correia destaca os ataques do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) aos profissionais da educação. “Como se já não bastasse o presidente, que corta os recursos da educação como o todo, desde o ensino fundamental ao superior, nesse momento de dificuldade que todos estamos passando, com baixos salários, ainda querem substituir o cálculo atual da correção do piso salarial. Quando se acompanha o crescimento do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação], uma conquista nossa, esse projeto é a coisa mais absurda que esse governo pode apresentar para os docentes”, continua.

A presidente do Sinteal continua sua fala afirmando que o governo de Bolsonaro “odeia a educação”, lembrando ainda da fala do ministro Milton Ribeiro, que afirmou nos últimos dias que a universidade deveria ser para poucos.

“Nós sabemos que esse governo não quer que o filho da classe trabalhadora tenha acesso às escolas e nem à universidade. Não querem que tenho acesso à educação, que é a ferramenta que transforma a sociedade, por isso que eles buscam diminuir cada vez mais esse direito do filho classe trabalhadora”, afirma.

Consuelo critica proposta feita pelos municípios

 

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Consuelo Correia, questiona a fala do presidente da CNM, Glademir Aroldi, quando ele diz que a mudança de cálculo irá salvar os governadores. “Salvar de quê? De se investir na educação? Cada vez mais teremos políticos como esses, que durante a campanha reverberam que vão melhorar a educação, e quando eleitos querem nos golpear. O plano é que cada vez mais pessoas estejam alijadas do processo de aprendizagem”.

A presidente do Sinteal destaca ainda a atual inflação do país, onde produtos da cesta básica têm aumentado consideravelmente. “Eu gostaria de saber que salário tão alto é esse de um professor que trabalha 40 horas semanais e recebe 2.886 reais por mês. Esses parlamentares, membros do executivo, sobreviveriam com esse salário para pagar todas as suas contas e se alimentar com a inflação do jeito que vivenciamos hoje? É um absurdo dizer que houve um crescimento muito grande para o piso do professor”, disse.

Os trabalhadores da educação devem continuar a luta para derrotar o projeto, que ainda não foi aprovado na Câmara Federal. “Temos uma luta ainda para derrotar essa proposta. Na semana passada não foi feita a leitura do requerimento que apresenta esse projeto, mas eles ainda vão tentar, como barganha política, a aprovação da nova tributação do imposto de renda para incluir essa redução do piso dos professores”, afirma Consuelo Correia.

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Fonte: Tribuna Independente / Thayanne Magalhães

Blog do Eduardo Bomfim
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15 agosto de 1971: 50 anos de desregulamentação

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Cinquenta anos são passados desde o fatídico discurso do presidente estadunidense Richard Nixon, em 15 de agosto de 1971, no qual ele anunciou medidas radicais para o futuro da economia e da política mundiais. No entanto, não há nada para comemorar.

A decisão tomada naquele momento significou o fim do padrão-ouro. A partir dali, o dólar não seria mais conversível e resgatável em ouro. Em tese, até então, os países detentores de reservas em dólares poderiam solicitar a sua conversão em ouro a qualquer momento. Os EUA estavam livres para “imprimir dinheiro” novamente, sem a obrigação de possuir uma quantidade de ouro equivalente às notas verdes em circulação.

Igualmente, foi deixado de lado o regime de câmbio fixo, que regulava as relações entre as principais moedas, um dos pilares do sistema de Bretton Woods, criado na cidade de New Hampshire, em 1944. Em lugar dele, no sistema monetário internacional, foi introduzida a taxa de câmbio flutuante, que sempre esteve e continua sujeita às especulações do mercado de câmbio. Infelizmente, foi também o início da “desregulamentação”.

Nos EUA, salários e preços também foram congelados por 90 dias, além de adotada uma tarifa de 10% nas importações. Os controles de preços interromperam temporariamente a inflação, que logo voltou mais forte do que antes.

Com a decisão unilateral da flutuação do dólar, iniciou-se um período de instabilidade que levou à desvalorização da moeda estadunidense, o que favoreceu os consequentes choques do petróleo de 1974 e 1979 e, no final da década de 1970, levou à disparada dos juros da Reserva Federal para a casa de 20%. Foi um choque econômico global sem precedentes.

O presidente Nixon rompeu com o padrão ouro para financiar a guerra dos EUA no Vietnã.

A intenção de Nixon era induzir os países industrializados a revalorizar as suas moedas em relação ao dólar, para reduzir o crescente déficit da balança de pagamentos estadunidense. Os efeitos, entretanto, estavam fora de controle e eram incalculáveis. As coisas aconteceram de forma diferente. As novas “regras do jogo” pavimentaram o caminho para a globalização das finanças.

É verdade que a situação econômica dos EUA não era mais sustentável, inclusive, devido ao endividamento com os gastos da Guerra do Vietnã. As próprias reservas de ouro do país caíram de 24 bilhões de dólares, em 1948, para 10 bilhões, em 1971.

Desde então, os Estados Unidos têm enfrentado os seus déficits orçamentários e gastos crescentes imprimindo cada vez mais dólares. Na verdade, inundaram o mundo com dólares.

Em 1971, a relação dívida pública/PIB estadunidense era de 36,2%. Hoje, já ultrapassou 135%. Em realidade, devemos somar as dívidas das duas gigantes do mercado imobiliário público, Freddie Mac e Fannie Mae, que não foram uma causa secundária da crise de 2008.

Durante esse meio século, os EUA têm vivido além das suas possibilidades. Para administrar uma dívida crescente e uma situação financeira cada vez mais precária, os governos estadunidenses mudaram muitas outras regras ao longo do tempo, quebrando todo o conjunto de regras criado pelo presidente Franklin Roosevelt para superar a Grande Depressão da década de 1930. Em particular, em 1998, foi revogada a Lei GlassSteagall de 1933, que estabelecia uma separação bancária entre bancos comerciais e de investimento, proibindo os primeiros de usar os depósitos e poupanças de cidadãos em transações financeiras especulativas e de alto risco.

Após a Grande Crise de 2008, com a colossal injeção de liquidez conhecida como “flexibilização quantitativa”, os muitos desafios planetários, a pandemia de Covid-19 e a crise econômica, deve ficar claro que, para evitar perigosas guerras de moedas, será preciso construir um novo acordo monetário internacional. Poderia ser um sistema multipolar baseado preferencialmente em uma “cesta estável de moedas”. Infelizmente, este problema ainda não foi resolvido.

Em seu discurso de 1971, o próprio Nixon falou da “necessidade urgente de se criar um novo sistema monetário internacional”. Talvez ele estivesse mais ciente do que os outros da gravidade de sua decisão.

 
Segunda, 23 Agosto 2021 08:28

É EITA! ATRÁS DE EITA!

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É EITA! ATRÁS DE EITA!

Quando falta assunto, o cronista se vale de qualquer coisa para preencher o espaço reservado a crônica semanal. A expressão de admiração, [A frase-título]. Na minha cabeça vocabular, devia de ter uma origem, uma certidão de nascimento. Não satisfeito, apenas com um tema, resolvi aprofundar. Resolvi pesquisar logo a “família” inteira: EITA, EITO, e OITO.

“EITA: É uma interjeição que expressa surpresa, espanto, admiração em relação a alguma coisa. Eita, tem como significado um sentimento diante de uma situação inesperada. Por exemplo: “Eita, de repente o sol foi embora e começou a chover.” Expressão muito usada pelo brasileiro, em especial o nordestino. EXISTE A PALAVRA “EITA”? Sim. Está presente no dicionário da Língua Portuguesa. Não tem origem definida, e está classificada entre as “Palavras expressivas”, caracterizadas por sons curtos e sem significado claro. EITA OU ETA? Qual seria a grafia e pronúncia correta? Segundo o dicionário, ambas as expressões estão corretas. EITA E A CULTURA POP: Expressão muito comum na internet é o: “Eita atrás de eita.”, usada em um contexto em que se sucedem acontecimentos surpreendentes. Por exemplo: “Este ano tá sendo eita atrás de eita.” Há inúmeras músicas que aproveitam a interjeição “Eita” para criar ritmos dançantes, em especial o funk brasileiro atual. São exemplo a música “Eita, eita, eita” de MC Zaac e Jerry. E “Eita,eita” do MC Lan ambas abordam a questão sexual. Tema recorrente no funk. Fonte: meusdicionarios.com.br

“EITO: A palavra vem do Latim “ictus”, significa: golpe, choque, compasso marcado; raio de sol; pulsação [dicionário Houaiss,s.v. eito] a locução verbal: “a eito” significa: ininterruptamente; segue o mesmo modelo de outras expressões que definem modo de fazer: “a esmo”; “ao acaso”; “a tempo”[dentro do prazo]; “a nado”; “a pé” etc. A expressão é bem antiga, vindo do período galego-português, do tempo do rei Afonso X de Leão e Costela (1221-1284) avós de D. Dinis (1261-1325). Exemplo: a rainha que estava deitada no leito junto dele, e este sonho contava todo a eito. Fonte: ciberduvida.iscte/língua.portuguesa.

UM COMENTÁRIO SOBRE EITO: Ainda infante ouvi este termo, pela primeira vez.  Sempre relacionado a algo pejorativo, algo feito de “qualquer jeito” ou “a pulso”, contra a vontade. Ao ler o exemplo que o ilustra, relacionei imediatamente o termo a duas outras palavras: leito [local onde se fica jogado] e deito [de igual teor].

EITO, NOUTRA FONTE: “Eito era o nome do terreno onde trabalhavam os escravos, e com o tempo passou a ser sinônimo de trabalho, ou de muito trabalho, bem como de uma grande extensão de terra ou terreno. Fonte: meusdicionarios.com.br”

OITO E OITÃO: “Nosso sistema de numeração surgiu na Ásia, há muitos séculos, no Vale do rio Indo, onde hoje é o Paquistão. O primeiro número inventado foi o 1, e ele significava o homem , e sua unicidade; o segundo número o 2, significava a mulher, a família, a dualidade; o número 3 significava muitos, multidão. A curiosidade sobre o número três não deve ter ocorrido por acaso. Vejam só com se escreve o nome deste número em: Inglês = Three; Francês = Trois; Latim = Trés;  Grego = Tri; Italiano = Ter; Espanhol = Tres; Alemão = Drei; Russo = Tri; Português = Três.Fonte: significados.com/Google.com.br

COMENTÁRIO SOBRE OITO: Li em algum lugar, que os nomes dos nove primeiros números, foram criados independentemente, e que estes nomes não teriam praticamente relação entre si. A informação, à cima, de que o número 3 daria ideia de muitos, traz-nos a realidade para a trindade santa: Pai, Filho e Espírito Santo; O número quatro lembra a quadra, algo que tem quatro ângulos. Já o oito, seria, a meu ver, a simbologia de dois quadrados sobrepostos que ao simplificar, no formato, viraram dois círculos. O oitão, noutra crônica trouxemos a definição: “Parede lateral de uma construção, ou de uma edificação. O espaço, o vão existente entre duas construções. Fonte: Google.com.br”

HE AIN’T HEAVY, HE IS MY BROTHER [ ELE NÃO É UM FARDO, ELE É MEU IRMÃO] The Hollies.

É música internacional, faixa do Long Play “Década Explosiva Romântica[1976]” Eu a ouvi, a muito tempo [final da década de 70 ] . Só agora tomei ciência, da letra desta belíssima composição, vejam:

“A história conta que certa noite, em uma forte nevasca, na sede da entidade “Missão dos órfãos” em Washington – EUA, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta. Ao abri-la, se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto, o frio e a miséria deles o comoveram. O sacerdote  mandou-os entrar e perguntou:

-Ele deve ser muito pesado?

Ao que o que carregava respondeu:

-He ain’t heavy, he is my brother. [Ele não pesa, ele é meu irmão.]

Naquela noite os dois meninos foram adotados pela instituição. Vejamos parte da música traduzida:

“A estrada é longa/ Com muitos caminhos sinuosos

Que nos levam a quem sabe/ quem sabe onde

Quem sabe quando.

Mas sou forte/ Forte o bastante para carrega-lo

Ele não é pesado, ele é meu irmão.  

 

UM POUCO DE HUMOR, PARA ENCERRAR:

“-Alô! É do Suporte Técnico?

-Sim.

-O Modem da internet deu problema!

-Tem alguma Luz Acesa?

-Tem, a da Sala.

CANTADA FRACA NO WATSAPP:

-Vamos tomar um Açaí?

-Vou não. Tô resfriada.

-Ôxente!  Então, nós toma um Benegrip.

NA FARMÁCIA

-O que é Bom pra TERÇOL?

-Ter Praia.

CAIPIRAS

-Os Políticos estão cada vez mais abusando dos DIREITOS!

-Ainda bem, que eu sou CANHOTO.

BODE GAIATO

“CUMÉ QUE A PESSOA VAI JUNTAR UM DINHEIRO PRA UMA EMERGÊNCIA? SE TODO MÊS É UMA EMERGÊNCIA!”

 

FABIO CAMPOS, 22 de Agosto de 2021.

  É EITA! ATRÁS DE EITA!

Quando falta assunto, o cronista se vale de qualquer coisa para preencher o espaço reservado a crônica semanal. A expressão de admiração, [A frase-título]. Na minha cabeça vocabular, devia de ter uma origem, uma certidão de nascimento. Não satisfeito, apenas com um tema, resolvi aprofundar. Resolvi pesquisar logo a “família” inteira: EITA, EITO, e OITO.

“EITA: É uma interjeição que expressa surpresa, espanto, admiração em relação a alguma coisa. Eita, tem como significado um sentimento diante de uma situação inesperada. Por exemplo: “Eita, de repente o sol foi embora e começou a chover.” Expressão muito usada pelo brasileiro, em especial o nordestino. EXISTE A PALAVRA “EITA”? Sim. Está presente no dicionário da Língua Portuguesa. Não tem origem definida, e está classificada entre as “Palavras expressivas”, caracterizadas por sons curtos e sem significado claro. EITA OU ETA? Qual seria a grafia e pronúncia correta? Segundo o dicionário, ambas as expressões estão corretas. EITA E A CULTURA POP: Expressão muito comum na internet é o: “Eita atrás de eita.”, usada em um contexto em que se sucedem acontecimentos surpreendentes. Por exemplo: “Este ano tá sendo eita atrás de eita.” Há inúmeras músicas que aproveitam a interjeição “Eita” para criar ritmos dançantes, em especial o funk brasileiro atual. São exemplo a música “Eita, eita, eita” de MC Zaac e Jerry. E “Eita,eita” do MC Lan ambas abordam a questão sexual. Tema recorrente no funk. Fonte: meusdicionarios.com.br

“EITO: A palavra vem do Latim “ictus”, significa: golpe, choque, compasso marcado; raio de sol; pulsação [dicionário Houaiss,s.v. eito] a locução verbal: “a eito” significa: ininterruptamente; segue o mesmo modelo de outras expressões que definem modo de fazer: “a esmo”; “ao acaso”; “a tempo”[dentro do prazo]; “a nado”; “a pé” etc. A expressão é bem antiga, vindo do período galego-português, do tempo do rei Afonso X de Leão e Costela (1221-1284) avós de D. Dinis (1261-1325). Exemplo: a rainha que estava deitada no leito junto dele, e este sonho contava todo a eito. Fonte: ciberduvida.iscte/língua.portuguesa.

UM COMENTÁRIO SOBRE EITO: Ainda infante ouvi este termo, pela primeira vez.  Sempre relacionado a algo pejorativo, algo feito de “qualquer jeito” ou “a pulso”, contra a vontade. Ao ler o exemplo que o ilustra, relacionei imediatamente o termo a duas outras palavras: leito [local onde se fica jogado] e deito [de igual teor].

EITO, NOUTRA FONTE: “Eito era o nome do terreno onde trabalhavam os escravos, e com o tempo passou a ser sinônimo de trabalho, ou de muito trabalho, bem como de uma grande extensão de terra ou terreno. Fonte: meusdicionarios.com.br”

OITO E OITÃO: “Nosso sistema de numeração surgiu na Ásia, há muitos séculos, no Vale do rio Indo, onde hoje é o Paquistão. O primeiro número inventado foi o 1, e ele significava o homem , e sua unicidade; o segundo número o 2, significava a mulher, a família, a dualidade; o número 3 significava muitos, multidão. A curiosidade sobre o número três não deve ter ocorrido por acaso. Vejam só com se escreve o nome deste número em: Inglês = Three; Francês = Trois; Latim = Trés;  Grego = Tri; Italiano = Ter; Espanhol = Tres; Alemão = Drei; Russo = Tri; Português = Três.Fonte: significados.com/Google.com.br

COMENTÁRIO SOBRE OITO: Li em algum lugar, que os nomes dos nove primeiros números, foram criados independentemente, e que estes nomes não teriam praticamente relação entre si. A informação, à cima, de que o número 3 daria ideia de muitos, traz-nos a realidade para a trindade santa: Pai, Filho e Espírito Santo; O número quatro lembra a quadra, algo que tem quatro ângulos. Já o oito, seria, a meu ver, a simbologia de dois quadrados sobrepostos que ao simplificar, no formato, viraram dois círculos. O oitão, noutra crônica trouxemos a definição: “Parede lateral de uma construção, ou de uma edificação. O espaço, o vão existente entre duas construções. Fonte: Google.com.br”

HE AIN’T HEAVY, HE IS MY BROTHER [ ELE NÃO É UM FARDO, ELE É MEU IRMÃO] The Hollies.

É música internacional, faixa do Long Play “Década Explosiva Romântica[1976]” Eu a ouvi, a muito tempo [final da década de 70 ] . Só agora tomei ciência, da letra desta belíssima composição, vejam:

“A história conta que certa noite, em uma forte nevasca, na sede da entidade “Missão dos órfãos” em Washington – EUA, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta. Ao abri-la, se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto, o frio e a miséria deles o comoveram. O sacerdote  mandou-os entrar e perguntou:

-Ele deve ser muito pesado?

Ao que o que carregava respondeu:

-He ain’t heavy, he is my brother. [Ele não pesa, ele é meu irmão.]

Naquela noite os dois meninos foram adotados pela instituição. Vejamos parte da música traduzida:

“A estrada é longa/ Com muitos caminhos sinuosos

Que nos levam a quem sabe/ quem sabe onde

Quem sabe quando.

Mas sou forte/ Forte o bastante para carrega-lo

Ele não é pesado, ele é meu irmão.  

 

UM POUCO DE HUMOR, PARA ENCERRAR:

“-Alô! É do Suporte Técnico?

-Sim.

-O Modem da internet deu problema!

-Tem alguma Luz Acesa?

-Tem, a da Sala.

CANTADA FRACA NO WATSAPP:

-Vamos tomar um Açaí?

-Vou não. Tô resfriada.

-Ôxente!  Então, nós toma um Benegrip.

NA FARMÁCIA

-O que é Bom pra TERÇOL?

-Ter Praia.

CAIPIRAS

-Os Políticos estão cada vez mais abusando dos DIREITOS!

-Ainda bem, que eu sou CANHOTO.

BODE GAIATO

“CUMÉ QUE A PESSOA VAI JUNTAR UM DINHEIRO PRA UMA EMERGÊNCIA? SE TODO MÊS É UMA EMERGÊNCIA!”

 

FABIO CAMPOS, 22 de Agosto de 2021.

  

Seduc convoca professores do concurso 2017 para avaliação do estágio probatório

Procedimento é obrigatório para educadores efetivados no certame de 2017 (Foto: Valdir Rocha / Agência Alagoas)

A Secretaria de Estado da Educação, por meio da Superintendência de Gestão de Pessoas, a partir da Subchefia de Capacitação e Avaliação dos Servidores, convoca todos os professores efetivos aprovados no concurso 2017 para efetivação da avaliação do seu estágio probatório, conforme previsto na Portaria/Seduc nº 9.203/2021, publicada no D.O/AL, em 10/06/2021, instruído pelo Processo nº 1800.000007536/2021.

De acordo com a presidente da Comissão da Avaliação de Desempenho do Professor em Estágio Probatório, Flávia Soares, a referida avaliação foi realizada no período entre os dias 02 e 06 de agosto, sendo prorrogada até a última sexta-feira (13). 

 

“Aquele professor que não foi avaliado deverá abrir processo administrativo via sistema SEI, solicitando a sua avaliação e encaminhá-lo à subchefia de Capacitação e Avaliação do Servidor (SUBCAS). Ressaltamos ainda que o processo deverá ser instruído com uma declaração que justifique a não realização da mesma em tempo hábil, independentemente de quem deu causa a não avaliação, seja este o próprio professor ou qualquer membro da Comissão de Avaliação formada no ambiente escolar”, destaca.

No caso do servidor não possuir acesso ao sistema SEI, ele pode abrir a solicitação via escola ou na Gerência Regional de Educação (Gere) onde está lotado.

Orientações – Segundo a presidente da Comissão, é importante que o processo seja instruído com todos os documentos pessoais do professor, inclusive documento constando lotação, data de admissão e carga horária.

Para maiores informações, basta procurar a respectiva Gere, por meio das chefias de RH, ou contatar via e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Por Manuella Nobre / Agência Alagoas

Fiscalização flagra escolas municipais em Tapera sem condições de funcionamento e aulas devem retornar no final do mês

  • Redação
  • 16/08/2021 00:00
  • Jairo Ribeiro
 

E o retorno das aulas nas escolas municipais de São José da Tapera, cidade do Sertão alagoano, só devem acontecer no final do mês.

Na última semana, uma comissão formada pelo vereador Perete (PSD), líder da oposição na Câmara de Vereadores; o presidente do Sinteal de Tapera, professor Márcio e os representantes do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e da 8º GERE (Gerência Regional de Alagoas), inspecionaram algumas das escolas municipais onde flagraram que na maioria das unidades escolares o retorno das aulas presenciais está comprometido diante da falta de condições de infraestrutura apropriada para alunos e professores dentro do que prever o protocolo de biossegurança contra a Covid-19.

Um dos exemplos de abandono ao ensino municipal foi visto na Escola Wellington Pinto Fontes, onde todas as salas de aula são pequenas e sem ventilação. A escola, uma das mais tradicionais do município, aguarda por uma reforma a vários anos e o temor da retorna de aulas presenciais neste momento é que aja uma contaminação geral de alunos e servidores.

Em algumas localidades as escolas estão fechadas a vários anos ou estão com os prédios comprometidos.

Para o vereador Perete se as aulas na Wellington Fontes retornarem neste momento, todos correm risco de uma contaminação.

“É preciso que a sociedade saiba que nem todas as nossas escolas estão prontas para este reinício. Aqui no Wellington Pinto, que é uma escola antiga, se as aulas retornarem do jeito que está, vamos correr o risco de todos pegarem Covid. A direção já fez o máximo, agora é com o prefeito. Ou ele faz alguma coisa ou não iremos aceirar o retorno das aulas nessa escola. Não vamos aceitar nenhum jeitinho. Ou se faz ou aqui não tem aula”, disse o líder da oposição.

Após a fiscalização, o prefeito Jarbas Ricardo (MDB), foi postada uma foto em um perfil do Instagram mostrando uma equipe da Vigilância Sanitária e outros servidores municipais realizando uma vistoria em escolas taperenses. A anunciada vistoria teria como objetivo averiguar as reformas nas escolas para o retorno das aulas municipais.

 

Terça, 17 Agosto 2021 08:28

Crenças que paralisam

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Crenças que paralisam

 

CRENÇAS 

Vamos falar um pouco de crenças, mas não no sentido religioso, mas no sentido neural como uma programação mental. 

As informações que captamos através dos nossos sentidos geram uma sinapse, que é a ligação de neurônio com neurônio. Quando acontece a sinapse se forma um caminho, uma estrada. Esse caminho fica gravado no inconsciente e após isso ele se repete de forma automática (sem que tenhamos consciência do que estamos fazendo), o nosso cérebro percorre essa estrada sempre que julga necessário. 

Um bom exemplo disso é quando estamos aprendendo a dirigir, no começo se gasta muita energia e gera muita tensão de ter que fazer tantos movimentos ao mesmo tempo e sem margem de erro, entretanto, depois que a estrada cerebral acontece (aprendizado), todos os movimentos acontecem de forma automática e não prestamos atenção ao que estamos fazendo, só entramos no veículo e somos guiados até o destino. 

Milhões desses caminhos formados estruturam nossa programação mental.

COMO SE FORMAM AS CRENÇAS 

Tudo que uma criança viu, ouviu e sentiu gera um significado, esse significado gera um aprendizado que foi construído através do emocional, do inconsciente. Esses aprendizados podem ter um bom significado como por exemplo os valores morais e princípios, ou podem ser ruins como uma crença limitante. 

A criança é puro emocional, ausente de um racional formado e tudo aquilo que ouvir, sentir e ver vai ser levado como uma verdade absoluta, pois não tem esse filtro de certo ou errado. Muitas questões definem se aquele aprendizado vai ser bom ou ruim, dependem dos traços psicológicos, do perfil comportamental entre outros. Isso explica porque duas crianças que crescem na mesma casa com os mesmos pais e tratamento recebem informações e processam informações de formas opostas e se mostram com comportamentos diferentes ao longo da vida, não é o que acontece mais o significado que se dá ao que acontece. 

Uma criança que apanha pode se tornar mais forte e destemida como também pode se tornar agressiva e violenta ou muito tímida e amedrontada, cada um recebe de uma forma, é cada qual em seu mundo. 

FASE ADULTA 

Então você cresce e seu racional já está totalmente formado e você já tem consciência do que acha certo e errado. Você tem sonhos, planos e metas, você é inteligente, arrojado e sagaz. Você inicia seu caminho com muito entusiasmo e por melhor que você seja você ainda não tem resultados, e aquilo que parece ser tão fácil para os outros, para você não é...

Você se sabota com frequência, sempre tem algo de errado e as coisas não acontecem para você. E então você desanima e passa a fortalecer aquele pensamento que não era para ser, que o seu caminho é outro e aí você aceita a mediocridade como sua realidade... 

Nada mas é que a estrutura de programação de crenças se fazendo valer. 

Se você parar para analisar qual a área da tua vida está estagnada ou tribulada que começará a perceber o que pode está por trás destes resultados. 

Sim, você pode ser bem profissionalmente e ir muito mal do campo dos relacionamentos amorosos, as crenças podem ter significados diferentes a depender da área. O fato é que onde você não tem resultados satisfatórios é um forte indício que haja crenças que te limitam nesse departamento. 

LINGUAGEM 

Algumas crenças podem ser percebidas pela tua linguagem, é aquilo que você verbaliza como uma opinião e com muita convicção. 

Por exemplo: 

- Tenho dedo podre para homem 

- Filho é só dor de cabeça

- A vida é muito difícil 

- Está tudo bom que já estranho, estou esperando algo ruim acontecer 

- Essas coisas não são para mim

- Dinheiro não nasce em arvores....

Certamente você já pronunciou alguma dessas frases, linguagem como essa são sinais de experiências passadas que geraram um significado não tão bons e se instalou como crença e que gera novas experiências que fortalecem essas mesmas crenças.

O QUE VOCÊ FALA

O que você fala revela aquilo está dentro de você e você vive quilo que você fala. 

Seu cérebro vai procurar congruência entre os sentimentos, pensamentos e comportamentos. Você vive de acordo com aquilo em que acredita, é só parar para pensar, o que você anda falando sobre o seu casamento? O que você fala sobre seu esposo (a)? E o que você fala sobre dinheiro? 

Os seus resultados estão ligados com aquilo você prega por aí. 

CORTINA DE FUMAÇA 

Outras vezes sua boca irá dizer algo mas seu corpo dirá outra coisa, , você pode até desconversar e mudar de assunto ou direcionar sua atenção para outra coisa, é o que chamo de cortina de fumaça, que é a tentativa do cérebro de esconder determinados assuntos para te proteger de um sentimento já conhecido e que te traz sofrimento. Esconder experiências dolorosas que por sua vez também escondem suas crenças a respeito. 

CICLO SEM FIM 

Você alimenta essas crenças no dia a dia com hábitos que correspondam, como alguém que diz ter tendência a engordar e tem o habito de se alimentar mal. Você alimenta essas crenças através da autossabotagem que geram resultados ruins e que confirmam aquilo que você já pensava. Você alimenta essas crenças se nutrindo de informações e conteúdo que condizem com suas convicções, através da internet, livros e até de relacionamentos. 

COMO REVERTER E QUEBRAR ESSE CICLO 

Você já deve ter percebido que é um assunto bem mais extenso e complexo do que parece, entretanto, de forma bem superficial eu posso indicar o seguinte caminho: 1 – Identificar as possíveis crenças que te limitam, 2- Ressignificar o aprendizado do acontecimento que gerou a crença, 3 – Provocar novas experiências se desafiando a sair da zona de conhecimento e se permitindo ter outro resultado, 4 – Sempre questionar suas certezas absolutas, questionar seus pensamentos e se perguntar o porquê dos sentimentos. 

Vou fechar aqui com aquele clichê bem verdadeiro, suas experiências passadas têm influência na pessoa que você se tornou, mas não determina a pessoa que você ser. 

E como em todas as vezes eu escrevi pra mim e talvez faça algum sentido e tenha alguma serventia para você. 

 

 

@carolfontann

82.99913-5276

 

Educação não é para poucos, é para um país todo

 

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, expôs em entrevista o caráter elitista do governo Bolsonaro ao dizer que a “educação deve ser para poucos”

 

Fotomontagem feita com as fotos de: Fernando Frazão/Agência Brasil e Frederico Brasil/Futura Press/Estadão Conteúdo

O governo de Jair Bolsonaro é para poucos. Nele, por exemplo, poucos comem. Afinal, mais da metade dos domicílios no país — um total de 59,4% — se encontram em situação de insegurança alimentar, conforme divulgado há alguns meses pelo grupo de pesquisa “Alimento para Justiça”, da Universidade Livre de Berlim, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade de Brasília (UnB). Ainda sobre o levantamento, feito no segundo semestre do ano passado, mais de 125,6 milhões de pessoas não se alimentaram como deveriam no Brasil.

No governo Bolsonaro, também poucos têm emprego. O desemprego recorde atinge 14,8 milhões de trabalhadores e, como se não bastasse, querem que, entre os poucos que continuam empregados com carteira assinada, poucos — menos ainda! — mantenham seus direitos. A Medida Provisória 1045 aprovada no último dia 10 de agosto na Câmara dos Deputados é prova disso, aprofundando a precarização do trabalho no país.

Nesse mesmo governo Bolsonaro, poucos têm auxílio — que, por sua vez, também é bem pouco. No ano passado, a aprovação do auxílio emergencial de R$ 600 (podendo ser o dobro para mulheres chefes de família) representou uma derrota ao Planalto e ao Ministério da Economia, embora tenha se apropriado de seus efeitos de propaganda logo depois. Este ano, no entanto, o valor do auxílio concedido (mesmo no pior momento da pandemia) não ultrapassa R$ 375 (para as mesmas mulheres chefes de família) e, em muitos casos, é de apenas R$ 150. Além disso, se, no passado, foram atendidas quase 68 milhões de pessoas, neste ano os beneficiários não ultrapassam 40 milhões.

 

Isso sem falar na pouca credibilidade dada à ciência, no pouco investimento em cultura, na pouca importância dada à saúde pública (ainda que em plena pandemia), na pouca compra de poucas vacinas (embora a Comissão Parlamentar de Inquérito já tenha escancarado que tentaram ganhar muito dinheiro com elas, para ser distribuído, claro, entre poucos).

No último dia 9 de agosto, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, declara publicamente no programa “Sem Censura”, da TV Brasil, que “a educação deve ser para poucos”. É claro que a mensagem foi alvo de indignação, como deveria mesmo ser. A Coalizão Negra por Diretos, aliança nacional que reúne mais de 250 organizações, entidades e movimentos negros, periféricos, favelados, ribeirinhos, quilombolas e povos da floresta, expressou que, quando o ministro defende uma universidade “para poucos”, “reivindica, na verdade, uma universidade para os brancos, os extratos de elite do país”, sendo, portanto, “mais uma demonstração e reação de viés racista, discriminatório e elitista”. Em matéria da Carta Capital, a União Nacional dos Estudantes (UNE) destacou que quem “paga a educação é o povo trabalhador brasileiro” e que, por direito, “o ensino superior de qualidade deve ser acessível a TODOS, porque assim o povo quer e assim foi acordado em nossa Constituição”.

Na Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino — Contee nos unimos a essas manifestações no repúdio, mas também às constatações de que “ser para poucos” é um projeto: do bolsonarismo e do ultraliberalismo do qual ele se retroalimenta. Isso já havia sido demonstrado pelo governo com o corte de R$ 1 bilhão no orçamento das universidades públicas, acarretando um enorme prejuízo no ensino, na pesquisa e na extensão. Igualmente ficou patente quanto Bolsonaro desrespeitou a autonomia universitária e desconsiderou o primeiro nome da lista em 40% das nomeações para reitor de universidades federais. Na verdade, a intenção — que passa até pela permissão a uma suposta autorregulação (sinônimo de desregulamentação completa) das instituições privadas, foi evidenciada desde muito cedo, logo no primeiro ano da gestão, quando um outro ministro do MEC, Abraham Weintraub, declarou que a prioridade do governo Bolsonaro no caso do ensino superior era atender ao setor privado. Na ocasião, o posicionamento fez disparar as ações da Kroton e da Estácio. Reserva de mercado para poucas empresas — as grandes corporações de capital aberto que transformam educação em mercadoria e em papéis na bolsa de valores — com vagas destinadas, na preferência do governo, aos poucos que podem pagar por elas.

 

O projeto bolsonarista de um ensino superior para poucos existe porque, de um lado, o ultraliberalismo lucra com a educação e, de outro, porque a educação pública, gratuita, democrática e de qualidade socialmente referenciada, bem como a regulamentação do setor privado, representa-lhe uma ameaça. E é justamente por isso que a educação é tão fundamental para derrotar Bolsonaro e seu governo, porque a luta por uma educação para todos representa o enfrentamento às desigualdades sociais, a defesa da democracia e o rompimento dos privilégios dos poucos que estão no poder. Na educação, nossa luta não é para poucos. É para que sejamos um país todo.

As opiniões expostas neste artigo não refletem necessariamente a opinião do Portal Vermelho

Lucro dos 4 maiores bancos sobe 90% em um ano e é o 3º maior da história

UOL|
Por Eduardo Bomfim
Dinheiro
Dinheiro / Foto: Reprodução

O lucro líquido trimestral dos maiores bancos brasileiros com ações negociadas em Bolsa somou R$ 23,161 bilhões no segundo trimestre. O resultado representa alta de 90% em relação ao mesmo período do ano passado, quando Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Santander lucraram R$ 12,164 bilhões. Na comparação com o primeiro trimestre de 2021 (R$ 18,609 bilhões), o ganho aumentou 24,5%.

Em termos reais, ou seja, considerando a variação da inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o lucro recorde ainda é o do quarto trimestre de 2019 (R$ 23,650 bilhões), de acordo com levantamento feito para o UOL pela empresa de informações financeiras Economatica. Depois, vem o resultado do segundo trimestre de 2015, de R$ 23,220 bilhões. E, então, em terceiro lugar, o de agora, do segundo trimestre.

Itaú lidera

No segundo trimestre de 2021, os maiores lucros do grandes bancos brasileiros foram, pela ordem, do Itaú Unibanco, seguido por Bradesco, Banco do Brasil e Santander. Veja os números:

•             Itaú Unibanco: R$ 7,56 bilhões

•             Bradesco: R$ 5,974 bilhões

•             Banco do Brasil: R$ 5,524 bilhões

•             Santander: R$ 4,103 bilhões

Veja abaixo os últimos lucros trimestrais somados dos bancos, em termos nominais:

•             2º trimestre de 2021: R$ 23,161 bilhões

•             1º trimestre de 2021: R$ 18,609 bilhões

•             4º trimestre de 2020: R$ 20,114 bilhões

•             3º trimestre de 2020: R$ 15,582 bilhões

•             2º trimestre de 2020: R$ 12,164 bilhões

 
Quinta, 05 Agosto 2021 09:30

Utilize suas forças

Escrito por

Utilize suas forças

Carol Fontan
 

UTILIZE SUAS FORÇAS ☄️ 💫💥☀️

A maioria das empresas buscam fazer com que os funcionários se adaptem e se adequem as funções e tarefas, aprendendo a desempenhar um papel que não é para ele (perfil adaptado), em vez de fazer com que as funções sejam adaptadas as suas habilidades naturais 👩‍💻.

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As forças de caráter representam aquilo de melhor que as pessoas tem dentro de si, e aparecem em diversas situações de nossas vidas. Além disso, ao usarmos as forças criamos motivação para desenvolver outras qualidades positivas, pois elas criam um senso de autenticidade que nos energizam.

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As forças são Pontos Fortes constituídos por 3 elementos:

TALENTO > são os traços que representa como você pensa e se comporta.

COMPETÊNCIA > habilidades em realizar tarefas que são aprendidas ao longo da vida.

CONHECIMENTO > compreensão de fatos e princípios por meio da experiência de vida. .

A união desses elementos resulta em seus pontos fortes. Pesquisas revelam que pessoas que utilizam suas forças todos os dias tendem a ser 6 vezes mais engajadas em seu trabalho e a ter um nível 3 vezes mais elevado de satisfação com a vida.

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Atualmente existem muitos testes eletrônicos que podem te dizer com precisão seus pontos fortes, sua força de assinatura. Mas, de forma intuitiva também é possível reconhecer quais são os seus pontos fortes, basta você lembrar agora da última realização que você teve em sua vida, aquele momento carregado de satisfação, agora relembre quais as qualidades ou habilidades que você utilizou para essa realização, lembre de no mínimo 3 habilidades e pense se essas forças estão presentes em outros momentos .

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Foque no que você já tem de melhor para potencializar sua vida e seus resultados, o segredo está em enxergar o que há de melhor e usar a seu favor. Assuma a sua identidade, ela é legítima e originalmente sua. 

 

Guia norteia retorno seguro às aulas presenciais

Documento aponta orientações para cada modalidade de ensino

↑ Retorno as aulas seguirá todos os protocolos sanitários e orientações pedagógicas necessárias. Foto: Thiago Guimarães/Ascom Semed
 

As aulas híbridas iniciam no dia 23 de agosto e a Prefeitura está preparada para garantir a segurança necessária para os alunos e profissionais da educação. Por isso, a Secretaria Municipal de Educação (Semed), construiu o Guia Orientador de Protocolos para as Unidades de Ensino da Rede Pública de Maceió, com orientações sanitárias e pedagógicas para um regresso seguro às aulas.

O documento apresenta aspectos gerais a serem considerados acerca da execução do retorno, apontando providências como elaboração de planos de ação e descrição de protocolo de segurança sanitária, bem como planejamentos específicos, considerando a avaliação diagnóstica e a recuperação das aprendizagens nas etapas e modalidades educacionais.

“O guia é um documento extenso e abrange todas as orientações envolvendo o processo de retorno seguro, equilibrado e com todas as condições práticas necessárias. Além do guia, há um conjunto de conteúdos orientados às especificidades de cada modalidade de ensino: Infantil, Fundamental e Jovens, Adultos e Idosos”, explica o secretário de Educação, Elder Maia.

Além de apontar as orientações gerais aos gestores escolares, o guia de retorno traz uma contextualização do cenário atual, com fundamentação pedagógica e legal,  reportando-se em relação ao ensino híbrido. Isso envolve orientações para a preparação do ambiente escolar, adequação dos espaços e das rotinas, acesso à unidade de ensino, distribuição da alimentação escolar e como devem ser organizados todos os espaços da unidade escolar.

Paralelo à execução das orientações do guia, também haverá um acompanhamento por parte da Secretaria de Educação. Segundo a diretora de Gestão Educacional, Maria José Alves Costa, através do processo de checklist, será possível compreender e conduzir melhor as ações de retorno as aulas.

“O guia orientador reorça a necessidade de uma avaliação e o acompanhamento das medidas e ações realizadas pela rede municipal. Então, paralelo a esse guia e o retorno às atividades presenciais, as escolas também seguirão um checklist facilitador de acompanhamento das ações efetivadas”, disse a diretora.

Aulas híbridas

No retorno às aulas, a aprendizagem continua sendo mediada pelos professores, mantendo-se a estrutura tradicional da sala de aula (em espaços e horários pré fixados), e potencializando com a integração das tecnologias digitais de informação e comunicação para a realização de atividades tanto síncronas quanto assíncronas.

Os momentos presenciais serão escalonados, reduzindo o número de estudantes nas salas de aula em 50%, ou menos, conforme a realidade de cada instituição. As medidas visam garantir o distanciamento mínimo de um metro e meio, com base nas orientações do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Sociedade Brasileira de Pediatria e as recomendações locais. O uso de máscara de proteção facial também será obrigatório.

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Fonte: Ascom Semed

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