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Rally dos Sertões 2021 consagra tetra, bi e dois estrangeiros

No ano em que o Sertões é Mundial, pódio é compartilhado por Brasil, França e Argentina

↑ Festa do bi da Yamaha no pódio (Foto: Victor Eleuterio / Fotop)

Foram 10 dias de desafio, 3.615km percorridos por sete estados do Nordeste (RN, PB, CE, PI, BA, AL e PE). O Sertões 100% sertão e 100% nordestino, que consagrou neste domingo (22) seus grandes campeões, dignos vencedores de uma prova que chamou a atenção pela dureza e exigência técnica do percurso, assim como as paisagens paradisíacas. A rampa montada junto ao Forte de Tamandaré, na cidade pernambucana de mesmo nome foi o palco para a festa. De quem acelerou forte para terminar na frente e também de quem encarou o desafio com o objetivo de superá-lo. O cansaço nos rostos deu lugar aos sorrisos e à emoção.

Nas quatro modalidades, o degrau mais alto do pódio foi ocupado por duplas acostumadas à vitória, mas também por dois pilotos que conquistaram o maior rally das Américas de forma inédita. Caso do francês Adrien Metge (Yamaha), nas motos. Fora da edição 2020 por testar positivo para Covid-19 na semana da prova, ele pôde mostrar sua força este ano. Nas oito especiais cronometradas, venceu seis, foi o mais rápido em uma (punido por uma infração) e, no estágio entre Delmiro Gouveia e Arapiraca, sábado, procurou administrar a vantagem. Com a vitória, Metge tornu-se o quinto estrangeiro a conquistar a prova – Heinz Kinigadner, Marc Coma, Cyril Despres e Paulo Gonçalves foram o antecederam. Muito querido pelos brasileiros, ganhou o apelido de Croissant.

Nos quadriciclos, o argentino Manuel Andujar (Yamaha) largou mais preocupado em defender sua posição no Mundial de Rally Cross-Country FIM, travou uma boa disputa com o maranhense Marcelo Medeiros e tomou a liderança após o acidente sofrido pelo rival na sétima etapa (Petrolina a Delmiro Gouveia). O resultado coroa um ano iniciado com a vitória no Rally Dakar.

E o que dizer da disputa nos UTVs, que premiou pelo segundo consecutivo Deninho Casarini e Ivo Mayer (UTV), com gosto de superação? Uma capotagem na primeira curva do prólogo, ainda em Pipa, fez a dupla largar da 35ª posição na primeira etapa e terminar em 16º na geral. Daí em diante veio construindo uma prova consistente, escalando a classificação e passaram a comandá-la ao fim da sétima etapa, numa disputa acirradíssima na modalidade, que contou com sete vencedores diferentes em oito etapas.

Emoção também entre os carros, com uma virada na última etapa no duelo entre os irmãos Baumgart, com as Toyota da equipe X Rally. Cristian, ao lado de Beco Andreotti, atacou na oitava especial e já havia descontado boa parte da desvantagem quando Marcos e Kleber Cincea perderam tempo com problemas na transmissão. Um tetracampeonato suado e, por isso mesmo, bastante comemorado.

Ainda com as lembranças, as belas imagens e os registros de uma edição histórica, o Sertões se volta agora para 2022. No bicentenário da Independência e nos 30 anos de prova, vai ligar o Oiapoque ao Chuí, num desafio inédito.

O QUE ELES DISSERAM

Adrien Metge (Motos)

“É uma sensação muito boa, gosto muito de correr no Brasil e queria fazer o Sertões desde que cheguei aqui, em 2014. Andei em 2015 e voltei agora. Estou muito feliz por vencer e manter o título com a Yamaha, a equipe foi sensacional, não tivemos qualquer estresse. No ano passado foi difícil acreditar que eu ficaria fora na semana da largada. A prova foi muito legal, completa, proporcionou todos os tipos de piso, não ficou nada de fora”.

Deu Metge nas motos. Francês combinou com o alto do pódio no Sertões (Foto: Victor Eleutério / Fotop)

Cristian Baumgart (Carros)

“Ataquei feito um louco no último dia, não queria ser vice mais uma vez. Esse título estava engasgado, eu precisava muito dele. O Marcos também fez uma prova sensacional, nenhum de nós aliviou um instante que fosse e todos os fatores foram positivos para o meu lado, inclusive a sorte. O Sertões foi de altíssimo nível, complexo, pesadíssimo, saio mais do que satisfeito com o que o rally proporcionou este ano”.

É tetra! Cristian Baumgart e Beco Andreotti são os mais rápidos da 29ª edição
(Foto: Ricardo Leizer / Fotop)

Deninho Casarini (UTV)

“A capotagem do prólogo acabou ajudando a me dar uma freada, eu estava muito na pressão de andar na frente e passei vir a dosando o ritmo, a forçar quando necessário e vim crescendo ao longo da prova. Nosso equipamento estava muito bom. Teria sido ainda mais difícil se o duelo com o Rodrigo (Varela) seguisse até o fim. É muito bom ganhar pelo segundo ano”.

A dupla Denísio Casarini e Ivo Meyer comemora o segundo título do Sertões (Foto: Ricardo Leizer / Fotop)

Manuel Andujar (Quadriciclos)

“Meu principal objetivo era pontuar pelo Mundial e foi ainda melhor, pois consegui vencer na geral. Uma prova linda, bastante exigente, fico feliz por levar esse resultado para a Argentina. Volto para minha cidade (Lobos) com mais essa conquista”.

Nos quadriciclos, argentino conquista território brasileiro no Sertões (Foto: Magnus Torquatto / Fotop)

SERTÕES 2021

CLASSIFICAÇÃO FINAL

MOTOS

1) #4 Adrien Metge, (1)MT1, Yamaha WR450F, 30h06min12

2) #3 Jean Azevedo, (2)MT1, Honda CRF450RX, 30h22min40

3) #6 Bissinho Zavatti, (1)MT2, Honda CRF450RX, 30h40min06

4) #5 Túlio Malta, (2)MT2, Yamaha WR450F, 30h55min55

5) #7 Gregório Caselani, (3)MT2, Honda CRF450RX, 28h09min28

QUADS

1) #107 Manuel Andujar, Yamaha Raptor 700, 29h46min16

2) #101 Rafal Sonik, Yamaha Raptor, 31h54min42

3) #100 Marcelo Medeiros, Yamaha YFM700R, 37h03min53

UTV

1) #201 Denísio Casarini/Ivo Meyer, (1)UT1, Can-Am Maverick X3, 30h36min29

2) #250 André Hort/Matheus Mazzei, (2)UT1, Can-Am Maverick X3, 30h52min40

3) #202 Rodrigo Luppi/Maykel Justo, (3)UT1, Can-Am Maverick X3, 30h55min15

4) #267 João Monteiro/Victor Melo, (4)UT1, Can-Am Maverick X3, 30h58min51

5) #211 Gabriel Cestari/Jhonatan Ardigo, (1)UT2, Can-Am Maverick X3, 31h11min13

CARROS

1) #302 Cristian Baumgart/Beco Andreotti, (1)T1 FIA, Toyota Hilux IMA 2021, 28h55min21

1) #301 Marcos Baumgart/Kleber Cincea, (2)T1FIA, Toyota Hilux IMA 2021, 29h03min39

3) #315 Sylvio de Barros/Rafael Capoani, (3)T1 FIA, Toyota Hilux IMA 2021, 29h42min46

4) #368 Julio Capua/Emerson Cavassin, (4)T1FIA, Toyota Hilux V8, 30h25min15

5) #373 Marcelo Gastaldi/Cadu Sachs, (5)T1 FIA, Buggy Century CR-6, 30h29min57

OS CAMPEÕES

UTV – Denísio Casarini/Ivo Meyer

O paulistano Deninho, 40 anos, é filho de Denísio Casarini, lenda da motovelocidade. Foi duas vezes campeão mundial de Jet-Ski, compete também em provas de endurance e carros clássicos nos autódromos. Ivo Mayer, 51 anos, é catarinense de Brusque e começou no enduro de regularidade (Motos). Disputou o Sertões pela primeira vez nas duas rodas, antes de se tornar navegador.

Motos – Adrien Metge

Natural de Ganges, Sul da França, 35 anos, começou nas provas de Enduro (FIM) e chegou ao Brasil em 2014 para disputar a modalidade. Estreou no Sertões em 2015 e retornou este ano para se tornar o quinto estrangeiro a conquistar a prova – Heinz Kinigadner, Marc Coma, Cyril Despres e Paulo Gonçalves. Muito querido pelos brasileiros, ganhou deles o apelido de Croissant.

Quadriciclos – Manuel Andujar (Argentina)

25 anos, natural de Lobos (província de Buenos Aires), atual campeão do Dakar e torcedor fanático do Boca Juniors. Disputa o Mundial de Rally Cross-Country FIM

Carros – Cristian Baumgart/Beco Andreotti

Paulista, 46 anos, Cristian chegou à quarta vitória no Sertões. Também é tricampeão da Mitsubishi Cup, vice-campeão brasileiro de Rally Cross-Country e tem uma participação no Dakar, com um UTV. Todos os resultados conquistados ao lado do navegador Beco, 45 anos.

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Fonte: Assessoria

Professores podem ter perdas se reforma do IR for aprovada

Presidente do Sinteal critica projeto que pode resultar na alteração do cálculo do piso nacional do magistério

↑ Para Consuelo Correia, presidente do Sinteal, será um desrespeito dos parlamentares se a reforma do Imposto de Renda passar na Câmara (Foto: Edilson Omena)

Um acordo entre governo, Congresso e a Confederação Nacional dos Municípios (CMN) para destravar a votação do projeto sobre o Imposto de Renda (IR) pode resultar na alteração do cálculo do piso nacional do magistério. Com a mudança, a remuneração dos professores passaria a ser corrigida apenas pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). No entanto, apesar do movimento, os deputados votaram, pela terceira vez, pelo adiamento da apreciação da proposta.

Com a medida, os cofres municipais teriam reforço de R$ 6,5 bilhões por ano. Cálculos da CNM mostram que, no acumulado de 2009 a 2020, o piso do magistério subiu 203,81%. Se a regra de reajustar somente pelo INPC já estivesse em vigor, o aumento seria de 61,38%. Hoje, o piso é de R$ 2.886,24 para a jornada de 40 horas semanais.

Pesquisa feita em 2020 pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 46 países apontou que o professor brasileiro recebe por ano o equivalente a U$S 25.966 (ano de referência foi 2017), quase metade da média praticada nos 38 países ricos e integrantes da OCDE, que é de U$S 49.778.

Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Consuelo Correia, o projeto é um desrespeito contra os educadores desse país.

“Nos períodos de campanha eleitoral os candidatos levantam a bandeira da educação, afirmando que devem investir na pasta e melhorar os salários dos professores, porque é através da educação que se transforma a nação. Entretanto, depois de eleitos, querem cada vez mais nos golpear”, reclama.

Consuelo Correia destaca os ataques do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) aos profissionais da educação. “Como se já não bastasse o presidente, que corta os recursos da educação como o todo, desde o ensino fundamental ao superior, nesse momento de dificuldade que todos estamos passando, com baixos salários, ainda querem substituir o cálculo atual da correção do piso salarial. Quando se acompanha o crescimento do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação], uma conquista nossa, esse projeto é a coisa mais absurda que esse governo pode apresentar para os docentes”, continua.

A presidente do Sinteal continua sua fala afirmando que o governo de Bolsonaro “odeia a educação”, lembrando ainda da fala do ministro Milton Ribeiro, que afirmou nos últimos dias que a universidade deveria ser para poucos.

“Nós sabemos que esse governo não quer que o filho da classe trabalhadora tenha acesso às escolas e nem à universidade. Não querem que tenho acesso à educação, que é a ferramenta que transforma a sociedade, por isso que eles buscam diminuir cada vez mais esse direito do filho classe trabalhadora”, afirma.

Consuelo critica proposta feita pelos municípios

 

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Consuelo Correia, questiona a fala do presidente da CNM, Glademir Aroldi, quando ele diz que a mudança de cálculo irá salvar os governadores. “Salvar de quê? De se investir na educação? Cada vez mais teremos políticos como esses, que durante a campanha reverberam que vão melhorar a educação, e quando eleitos querem nos golpear. O plano é que cada vez mais pessoas estejam alijadas do processo de aprendizagem”.

A presidente do Sinteal destaca ainda a atual inflação do país, onde produtos da cesta básica têm aumentado consideravelmente. “Eu gostaria de saber que salário tão alto é esse de um professor que trabalha 40 horas semanais e recebe 2.886 reais por mês. Esses parlamentares, membros do executivo, sobreviveriam com esse salário para pagar todas as suas contas e se alimentar com a inflação do jeito que vivenciamos hoje? É um absurdo dizer que houve um crescimento muito grande para o piso do professor”, disse.

Os trabalhadores da educação devem continuar a luta para derrotar o projeto, que ainda não foi aprovado na Câmara Federal. “Temos uma luta ainda para derrotar essa proposta. Na semana passada não foi feita a leitura do requerimento que apresenta esse projeto, mas eles ainda vão tentar, como barganha política, a aprovação da nova tributação do imposto de renda para incluir essa redução do piso dos professores”, afirma Consuelo Correia.

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Fonte: Tribuna Independente / Thayanne Magalhães

Blog do Eduardo Bomfim
Blog do Eduardo Bomfim

15 agosto de 1971: 50 anos de desregulamentação

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Cinquenta anos são passados desde o fatídico discurso do presidente estadunidense Richard Nixon, em 15 de agosto de 1971, no qual ele anunciou medidas radicais para o futuro da economia e da política mundiais. No entanto, não há nada para comemorar.

A decisão tomada naquele momento significou o fim do padrão-ouro. A partir dali, o dólar não seria mais conversível e resgatável em ouro. Em tese, até então, os países detentores de reservas em dólares poderiam solicitar a sua conversão em ouro a qualquer momento. Os EUA estavam livres para “imprimir dinheiro” novamente, sem a obrigação de possuir uma quantidade de ouro equivalente às notas verdes em circulação.

Igualmente, foi deixado de lado o regime de câmbio fixo, que regulava as relações entre as principais moedas, um dos pilares do sistema de Bretton Woods, criado na cidade de New Hampshire, em 1944. Em lugar dele, no sistema monetário internacional, foi introduzida a taxa de câmbio flutuante, que sempre esteve e continua sujeita às especulações do mercado de câmbio. Infelizmente, foi também o início da “desregulamentação”.

Nos EUA, salários e preços também foram congelados por 90 dias, além de adotada uma tarifa de 10% nas importações. Os controles de preços interromperam temporariamente a inflação, que logo voltou mais forte do que antes.

Com a decisão unilateral da flutuação do dólar, iniciou-se um período de instabilidade que levou à desvalorização da moeda estadunidense, o que favoreceu os consequentes choques do petróleo de 1974 e 1979 e, no final da década de 1970, levou à disparada dos juros da Reserva Federal para a casa de 20%. Foi um choque econômico global sem precedentes.

O presidente Nixon rompeu com o padrão ouro para financiar a guerra dos EUA no Vietnã.

A intenção de Nixon era induzir os países industrializados a revalorizar as suas moedas em relação ao dólar, para reduzir o crescente déficit da balança de pagamentos estadunidense. Os efeitos, entretanto, estavam fora de controle e eram incalculáveis. As coisas aconteceram de forma diferente. As novas “regras do jogo” pavimentaram o caminho para a globalização das finanças.

É verdade que a situação econômica dos EUA não era mais sustentável, inclusive, devido ao endividamento com os gastos da Guerra do Vietnã. As próprias reservas de ouro do país caíram de 24 bilhões de dólares, em 1948, para 10 bilhões, em 1971.

Desde então, os Estados Unidos têm enfrentado os seus déficits orçamentários e gastos crescentes imprimindo cada vez mais dólares. Na verdade, inundaram o mundo com dólares.

Em 1971, a relação dívida pública/PIB estadunidense era de 36,2%. Hoje, já ultrapassou 135%. Em realidade, devemos somar as dívidas das duas gigantes do mercado imobiliário público, Freddie Mac e Fannie Mae, que não foram uma causa secundária da crise de 2008.

Durante esse meio século, os EUA têm vivido além das suas possibilidades. Para administrar uma dívida crescente e uma situação financeira cada vez mais precária, os governos estadunidenses mudaram muitas outras regras ao longo do tempo, quebrando todo o conjunto de regras criado pelo presidente Franklin Roosevelt para superar a Grande Depressão da década de 1930. Em particular, em 1998, foi revogada a Lei GlassSteagall de 1933, que estabelecia uma separação bancária entre bancos comerciais e de investimento, proibindo os primeiros de usar os depósitos e poupanças de cidadãos em transações financeiras especulativas e de alto risco.

Após a Grande Crise de 2008, com a colossal injeção de liquidez conhecida como “flexibilização quantitativa”, os muitos desafios planetários, a pandemia de Covid-19 e a crise econômica, deve ficar claro que, para evitar perigosas guerras de moedas, será preciso construir um novo acordo monetário internacional. Poderia ser um sistema multipolar baseado preferencialmente em uma “cesta estável de moedas”. Infelizmente, este problema ainda não foi resolvido.

Em seu discurso de 1971, o próprio Nixon falou da “necessidade urgente de se criar um novo sistema monetário internacional”. Talvez ele estivesse mais ciente do que os outros da gravidade de sua decisão.

 

Com dois gols de pênalti, CRB vence o Remo e chega à vice-liderança da Série B

Renan Bressan fez os dois gols do Galo e o time da casa diminuiu com Jefferson

↑ CRB segue vivendo grande fase nesta Série B (Foto: Samara Miranda / Ascom Clube do Remo)

OCRB venceu o Remo por 2 a 1, no Baenão, na noite deste sábado (21). Os gols do Galo foram marcados por Renan Bressan, de pênalti. Foi o CRB que partiu para cima no início do jogo em Belém.

E antes dos 15 minutos, a equipe alagoana colocou o goleiro para trabalhar nas finalizações de Jean Patrick e Guilherme Romão.

Mas as oportunidades do primeiro tempo pararam por aí e foi só depois do intervalo que zero saiu do placar.

Aos 14 minutos do segundo tempo, Renan Bressan de pênalti colocou o Galo na frente. Na sequência, o atacante regatino anotou mais, novamente em cobrança de penalidade, aos 20. Tentando uma pressão final, o Remo diminuiu com Jefferson, aos 36.

E, no último lance da partida, Rafael Jansen quase deixou tudo igual no Baenão, viu Carlos Jatobá evitar o gol em cima da linha e garantir o triunfo do CRB.

Com o resultado fora de casa, o Galo assumiu momentaneamente a vice-liderança da Série B, com 36 pontos. Já o Remo é o 12º colocado, com 26 pontos.

Fonte: CBF

Manifesto pela democracia: ‘Cortar aventura de Bolsonaro no nascedouro’

O“manifesto pela democracia” divulgado nesta sexta-feira  (20) por um grupo de 10 ex-ministros coloca peso na frente informal de resistência que em oposição aos abusos autoritários do governo de Jair Bolsonaro. Não são as “instituições da república” se posicionando, mas é um coro plural, com cabeças diferentes que participaram dos governos de Fernando Henrique, Lula, Dilma e Michel Temer. Aliás, aquele Temer da “ponte para o futuro”, entre o golpe dado em 2016 e isso que este golpe virou hoje.

Assinam o manifesto pela democracia: Miguel Reale Jr., Jose Gregori, José Carlos Dias e Aloysio Nunes Ferreira, todos ex-ministros da Justiça do governo FHC, sendo Nunes também de Relações Exteriores com Temer; Tarso Genro (Educação e Justiça com Lula), Celso Amorim (Relações exteriores com Lula e Defesa com Dilma) e Jaques Wagner (Relações Institucionais com Lula e Defesa do Dilma); José Eduardo Martins Cardoso e Eugênio Aragão (Justiça, com Dilma); e Raul Jungmann (Defesa, com Temer). Faltou Nelson Jobim (que também serviu a FHC, na Justiça, e a Lula, na Defesa), para completar um time de 11.

Além da grife política, o peso dessas assinaturas ante o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, levado por um emissário de Jair Bolsonaro contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, fortalece o Senado. Tanto que, ainda ontem, o presidente da instituição, Rodrigo Pacheco (DEM-RJ), antecipou seu repúdio ao gesto de Bolsonaro. Ao mesmo tempo, no entanto, afirmou que cumprirá seu papel e examinará e responderá ao pedido.

Nesse sentido, ao Poder 360, Aloysio Nunes classificou o manifesto pela democracia como político-jurídico. Porque se posiciona em um “momento de tensionamento” entre os poderes, e porque “tem muito embasamento técnico justificando o pedido” (de Bolsonaro). Assim, não é pouca coisa esse manifesto pela democracia. Sobretudo num cenário em que as instituições vinham fazendo vista grossa a diversos atentados ao Estado democrático de Direito nos últimos cinco anos. Isso porque são sinais de que, antes tarde do que nunca, ensaiam, enfim, funcionar como permite e determina a Constituição.

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Fonte: Revista Fórum

Reino Unido convoca reunião do G7 para discutir crise no Afeganistão

Militantes do Talibã tomaram Cabul no fim de semana passado

↑ Crise no Afeganistão com tomada do poder pelo Talibã (Foto: Saeed Ali Achakzai / Reuters)

Oprimeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse ter convocado para a próxima terça-feira uma reunião virtual dos líderes do G7 para discutir a crise no Afeganistão e pediu aos governos que encontrem maneiras de evitar que as condições piorem.

Militantes do Talibã tomaram o controle de Cabul no fim de semana passado, o que fez com que civis e aliados militares afegãos fugissem do país em busca de segurança.

Muitos temem um retorno à interpretação austera da lei islâmica imposta durante o regime anterior do Talibã, que terminou há 20 anos.

Os governos ocidentais estão discutindo como lidar com a situação em Cabul, onde milhares de civis desesperados para fugir tentam invadir o aeroporto.

“É vital que a comunidade internacional trabalhe em conjunto para garantir retiradas seguras, evitar uma crise humanitária e apoiar o povo afegão para garantir direitos conquistados nos últimos 20 anos”, disse Johnson no Twitter neste domingo.

O Reino Unido detém a liderança rotativa do G7, que também inclui Estados Unidos, Itália, França, Alemanha, Japão e Canadá.

O presidente dos EUA, Joe Biden, sob fogo cerrado dentro do país e no exterior após comandar a retirada das forças norte-americanas do Afeganistão, vai se reunir virtualmente com os líderes do G7 para coordenar políticas, discutir esforços de evacuação e assistência humanitária, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, neste domingo.

A reunião terá como base as ligações que Biden fez nesta semana para Johnson, Angela Merkel, Emmanuel Macron e o primeiro-ministro italiano Mario Draghi.

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Fonte: Reuters

Rally dos Sertões é encerrado em Belo Monte

  • Redação
  • 22/08/2021 23:03
  • Jairo Ribeiro
 

Pela primeira, Belo Monte, no Sertão alagoano, sediou a solenidade final, em Alagoas, da 29ª edição do Rally dos Sertões.

A decisão aconteceu após os organizadores do evento serem alertados que a forte chuva que caiu na região sertaneja de Alagoas e Pernambuco comprometeu o percurso entre Arapiraca (AL) até Tamandaré (PE), onde deveria acontecer o encerramento.

Diante do fato, a nona etapa do certame que também iria ocorrer neste domingo, 22, foi cancelada.

Segundo o Secretário de Turismo de Tamandaré, Robson Cavalcanti, a mudança não foi vista como frustração. “Não fica frustração. Não há nada negativo. Desde o começo, sabíamos do roteiro e que a prova terminaria a 12 quilômetros do Forte (Santo Inácio de Loyola). Então Tamandaré sempre foi vista como local de entrega de premiação e chegada dos pilotos, mas a prova em si não terminaria dentro da cidade”, disse o secretário.

Na etapa final Alagoas, Belo Monte foi escolhida por se enquadrar nos critérios da competição.

O competidores foram recebidos pelo prefeito Dalmo Augusto de Almeida Junior (PTB), que ao lado das secretárias de Turismo Jad Lays Monteiro e de Juventude, Esporte, Lazer e Cultura Rosana Gomes receberam os campeões da modalidade quadriculo, o argentino Manuel Andujar e de carros, Cristian Boumgart e Beco Andreotti.

O Rally dos Sertões 2021 teve início no dia 13 de agosto, percorrendo seis estados do Nordeste e mais de 3.500 quilômetros entre as etapas.

Segunda, 23 Agosto 2021 08:28

É EITA! ATRÁS DE EITA!

É EITA! ATRÁS DE EITA!

Quando falta assunto, o cronista se vale de qualquer coisa para preencher o espaço reservado a crônica semanal. A expressão de admiração, [A frase-título]. Na minha cabeça vocabular, devia de ter uma origem, uma certidão de nascimento. Não satisfeito, apenas com um tema, resolvi aprofundar. Resolvi pesquisar logo a “família” inteira: EITA, EITO, e OITO.

“EITA: É uma interjeição que expressa surpresa, espanto, admiração em relação a alguma coisa. Eita, tem como significado um sentimento diante de uma situação inesperada. Por exemplo: “Eita, de repente o sol foi embora e começou a chover.” Expressão muito usada pelo brasileiro, em especial o nordestino. EXISTE A PALAVRA “EITA”? Sim. Está presente no dicionário da Língua Portuguesa. Não tem origem definida, e está classificada entre as “Palavras expressivas”, caracterizadas por sons curtos e sem significado claro. EITA OU ETA? Qual seria a grafia e pronúncia correta? Segundo o dicionário, ambas as expressões estão corretas. EITA E A CULTURA POP: Expressão muito comum na internet é o: “Eita atrás de eita.”, usada em um contexto em que se sucedem acontecimentos surpreendentes. Por exemplo: “Este ano tá sendo eita atrás de eita.” Há inúmeras músicas que aproveitam a interjeição “Eita” para criar ritmos dançantes, em especial o funk brasileiro atual. São exemplo a música “Eita, eita, eita” de MC Zaac e Jerry. E “Eita,eita” do MC Lan ambas abordam a questão sexual. Tema recorrente no funk. Fonte: meusdicionarios.com.br

“EITO: A palavra vem do Latim “ictus”, significa: golpe, choque, compasso marcado; raio de sol; pulsação [dicionário Houaiss,s.v. eito] a locução verbal: “a eito” significa: ininterruptamente; segue o mesmo modelo de outras expressões que definem modo de fazer: “a esmo”; “ao acaso”; “a tempo”[dentro do prazo]; “a nado”; “a pé” etc. A expressão é bem antiga, vindo do período galego-português, do tempo do rei Afonso X de Leão e Costela (1221-1284) avós de D. Dinis (1261-1325). Exemplo: a rainha que estava deitada no leito junto dele, e este sonho contava todo a eito. Fonte: ciberduvida.iscte/língua.portuguesa.

UM COMENTÁRIO SOBRE EITO: Ainda infante ouvi este termo, pela primeira vez.  Sempre relacionado a algo pejorativo, algo feito de “qualquer jeito” ou “a pulso”, contra a vontade. Ao ler o exemplo que o ilustra, relacionei imediatamente o termo a duas outras palavras: leito [local onde se fica jogado] e deito [de igual teor].

EITO, NOUTRA FONTE: “Eito era o nome do terreno onde trabalhavam os escravos, e com o tempo passou a ser sinônimo de trabalho, ou de muito trabalho, bem como de uma grande extensão de terra ou terreno. Fonte: meusdicionarios.com.br”

OITO E OITÃO: “Nosso sistema de numeração surgiu na Ásia, há muitos séculos, no Vale do rio Indo, onde hoje é o Paquistão. O primeiro número inventado foi o 1, e ele significava o homem , e sua unicidade; o segundo número o 2, significava a mulher, a família, a dualidade; o número 3 significava muitos, multidão. A curiosidade sobre o número três não deve ter ocorrido por acaso. Vejam só com se escreve o nome deste número em: Inglês = Three; Francês = Trois; Latim = Trés;  Grego = Tri; Italiano = Ter; Espanhol = Tres; Alemão = Drei; Russo = Tri; Português = Três.Fonte: significados.com/Google.com.br

COMENTÁRIO SOBRE OITO: Li em algum lugar, que os nomes dos nove primeiros números, foram criados independentemente, e que estes nomes não teriam praticamente relação entre si. A informação, à cima, de que o número 3 daria ideia de muitos, traz-nos a realidade para a trindade santa: Pai, Filho e Espírito Santo; O número quatro lembra a quadra, algo que tem quatro ângulos. Já o oito, seria, a meu ver, a simbologia de dois quadrados sobrepostos que ao simplificar, no formato, viraram dois círculos. O oitão, noutra crônica trouxemos a definição: “Parede lateral de uma construção, ou de uma edificação. O espaço, o vão existente entre duas construções. Fonte: Google.com.br”

HE AIN’T HEAVY, HE IS MY BROTHER [ ELE NÃO É UM FARDO, ELE É MEU IRMÃO] The Hollies.

É música internacional, faixa do Long Play “Década Explosiva Romântica[1976]” Eu a ouvi, a muito tempo [final da década de 70 ] . Só agora tomei ciência, da letra desta belíssima composição, vejam:

“A história conta que certa noite, em uma forte nevasca, na sede da entidade “Missão dos órfãos” em Washington – EUA, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta. Ao abri-la, se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto, o frio e a miséria deles o comoveram. O sacerdote  mandou-os entrar e perguntou:

-Ele deve ser muito pesado?

Ao que o que carregava respondeu:

-He ain’t heavy, he is my brother. [Ele não pesa, ele é meu irmão.]

Naquela noite os dois meninos foram adotados pela instituição. Vejamos parte da música traduzida:

“A estrada é longa/ Com muitos caminhos sinuosos

Que nos levam a quem sabe/ quem sabe onde

Quem sabe quando.

Mas sou forte/ Forte o bastante para carrega-lo

Ele não é pesado, ele é meu irmão.  

 

UM POUCO DE HUMOR, PARA ENCERRAR:

“-Alô! É do Suporte Técnico?

-Sim.

-O Modem da internet deu problema!

-Tem alguma Luz Acesa?

-Tem, a da Sala.

CANTADA FRACA NO WATSAPP:

-Vamos tomar um Açaí?

-Vou não. Tô resfriada.

-Ôxente!  Então, nós toma um Benegrip.

NA FARMÁCIA

-O que é Bom pra TERÇOL?

-Ter Praia.

CAIPIRAS

-Os Políticos estão cada vez mais abusando dos DIREITOS!

-Ainda bem, que eu sou CANHOTO.

BODE GAIATO

“CUMÉ QUE A PESSOA VAI JUNTAR UM DINHEIRO PRA UMA EMERGÊNCIA? SE TODO MÊS É UMA EMERGÊNCIA!”

 

FABIO CAMPOS, 22 de Agosto de 2021.

  É EITA! ATRÁS DE EITA!

Quando falta assunto, o cronista se vale de qualquer coisa para preencher o espaço reservado a crônica semanal. A expressão de admiração, [A frase-título]. Na minha cabeça vocabular, devia de ter uma origem, uma certidão de nascimento. Não satisfeito, apenas com um tema, resolvi aprofundar. Resolvi pesquisar logo a “família” inteira: EITA, EITO, e OITO.

“EITA: É uma interjeição que expressa surpresa, espanto, admiração em relação a alguma coisa. Eita, tem como significado um sentimento diante de uma situação inesperada. Por exemplo: “Eita, de repente o sol foi embora e começou a chover.” Expressão muito usada pelo brasileiro, em especial o nordestino. EXISTE A PALAVRA “EITA”? Sim. Está presente no dicionário da Língua Portuguesa. Não tem origem definida, e está classificada entre as “Palavras expressivas”, caracterizadas por sons curtos e sem significado claro. EITA OU ETA? Qual seria a grafia e pronúncia correta? Segundo o dicionário, ambas as expressões estão corretas. EITA E A CULTURA POP: Expressão muito comum na internet é o: “Eita atrás de eita.”, usada em um contexto em que se sucedem acontecimentos surpreendentes. Por exemplo: “Este ano tá sendo eita atrás de eita.” Há inúmeras músicas que aproveitam a interjeição “Eita” para criar ritmos dançantes, em especial o funk brasileiro atual. São exemplo a música “Eita, eita, eita” de MC Zaac e Jerry. E “Eita,eita” do MC Lan ambas abordam a questão sexual. Tema recorrente no funk. Fonte: meusdicionarios.com.br

“EITO: A palavra vem do Latim “ictus”, significa: golpe, choque, compasso marcado; raio de sol; pulsação [dicionário Houaiss,s.v. eito] a locução verbal: “a eito” significa: ininterruptamente; segue o mesmo modelo de outras expressões que definem modo de fazer: “a esmo”; “ao acaso”; “a tempo”[dentro do prazo]; “a nado”; “a pé” etc. A expressão é bem antiga, vindo do período galego-português, do tempo do rei Afonso X de Leão e Costela (1221-1284) avós de D. Dinis (1261-1325). Exemplo: a rainha que estava deitada no leito junto dele, e este sonho contava todo a eito. Fonte: ciberduvida.iscte/língua.portuguesa.

UM COMENTÁRIO SOBRE EITO: Ainda infante ouvi este termo, pela primeira vez.  Sempre relacionado a algo pejorativo, algo feito de “qualquer jeito” ou “a pulso”, contra a vontade. Ao ler o exemplo que o ilustra, relacionei imediatamente o termo a duas outras palavras: leito [local onde se fica jogado] e deito [de igual teor].

EITO, NOUTRA FONTE: “Eito era o nome do terreno onde trabalhavam os escravos, e com o tempo passou a ser sinônimo de trabalho, ou de muito trabalho, bem como de uma grande extensão de terra ou terreno. Fonte: meusdicionarios.com.br”

OITO E OITÃO: “Nosso sistema de numeração surgiu na Ásia, há muitos séculos, no Vale do rio Indo, onde hoje é o Paquistão. O primeiro número inventado foi o 1, e ele significava o homem , e sua unicidade; o segundo número o 2, significava a mulher, a família, a dualidade; o número 3 significava muitos, multidão. A curiosidade sobre o número três não deve ter ocorrido por acaso. Vejam só com se escreve o nome deste número em: Inglês = Three; Francês = Trois; Latim = Trés;  Grego = Tri; Italiano = Ter; Espanhol = Tres; Alemão = Drei; Russo = Tri; Português = Três.Fonte: significados.com/Google.com.br

COMENTÁRIO SOBRE OITO: Li em algum lugar, que os nomes dos nove primeiros números, foram criados independentemente, e que estes nomes não teriam praticamente relação entre si. A informação, à cima, de que o número 3 daria ideia de muitos, traz-nos a realidade para a trindade santa: Pai, Filho e Espírito Santo; O número quatro lembra a quadra, algo que tem quatro ângulos. Já o oito, seria, a meu ver, a simbologia de dois quadrados sobrepostos que ao simplificar, no formato, viraram dois círculos. O oitão, noutra crônica trouxemos a definição: “Parede lateral de uma construção, ou de uma edificação. O espaço, o vão existente entre duas construções. Fonte: Google.com.br”

HE AIN’T HEAVY, HE IS MY BROTHER [ ELE NÃO É UM FARDO, ELE É MEU IRMÃO] The Hollies.

É música internacional, faixa do Long Play “Década Explosiva Romântica[1976]” Eu a ouvi, a muito tempo [final da década de 70 ] . Só agora tomei ciência, da letra desta belíssima composição, vejam:

“A história conta que certa noite, em uma forte nevasca, na sede da entidade “Missão dos órfãos” em Washington – EUA, um padre plantonista ouviu alguém bater na porta. Ao abri-la, se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas, um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto, o frio e a miséria deles o comoveram. O sacerdote  mandou-os entrar e perguntou:

-Ele deve ser muito pesado?

Ao que o que carregava respondeu:

-He ain’t heavy, he is my brother. [Ele não pesa, ele é meu irmão.]

Naquela noite os dois meninos foram adotados pela instituição. Vejamos parte da música traduzida:

“A estrada é longa/ Com muitos caminhos sinuosos

Que nos levam a quem sabe/ quem sabe onde

Quem sabe quando.

Mas sou forte/ Forte o bastante para carrega-lo

Ele não é pesado, ele é meu irmão.  

 

UM POUCO DE HUMOR, PARA ENCERRAR:

“-Alô! É do Suporte Técnico?

-Sim.

-O Modem da internet deu problema!

-Tem alguma Luz Acesa?

-Tem, a da Sala.

CANTADA FRACA NO WATSAPP:

-Vamos tomar um Açaí?

-Vou não. Tô resfriada.

-Ôxente!  Então, nós toma um Benegrip.

NA FARMÁCIA

-O que é Bom pra TERÇOL?

-Ter Praia.

CAIPIRAS

-Os Políticos estão cada vez mais abusando dos DIREITOS!

-Ainda bem, que eu sou CANHOTO.

BODE GAIATO

“CUMÉ QUE A PESSOA VAI JUNTAR UM DINHEIRO PRA UMA EMERGÊNCIA? SE TODO MÊS É UMA EMERGÊNCIA!”

 

FABIO CAMPOS, 22 de Agosto de 2021.

  

Professores podem se cadastrar no Projeto Contando as Histórias de Alagoas

Projeto leva, de forma lúdica, conhecimento sobre a história do Estado e sobre cinco folguedos populares

↑ Foto: Assessoria

Agosto, o mês do folclore, chegou e com ele a etapa de cadastramento de profissionais da educação no ‘Projeto Contando as Histórias de Alagoas’, do Instituto Boibumbarte de Cultura, teve seu início.

A ação pretende levar conhecimento, através de vídeos lúdicos e revistas eletrônicas, sobre a história de Alagoas e dos seguintes folguedos: pastoril, chegança, coco de roda, guerreiro e bumba meu boi.

O Projeto tem a participação do Guerreiro de Viçosa, do Coco de Roda Xique Xique e do Bumba Meu Boi Lacrau – ambos de Maceió, da Chegança Silva Jardim e do Pastoril Nossa Senhora Mãe dos Homens – situados em Coqueiro Seco.

O material é voltado para o público infanto juvenil e para uso de profissionais da educação, sejam professores, coordenadores pedagógicos, secretários escolares ou de educação.

Através de cada professor, será possível alcançar um número maior de crianças e adolescente. Além de fazer circular informação cultural, de cidadania, de crescimento e fortalecimento de saberes e fazeres de Alagoas.

O material também é de livre acesso para amantes da cultura alagoana, pais e estudantes em geral. Inicialmente, o Projeto era voltado para Maceió, mas, devido a sua dimensão cultural, foi expandido para todo Estado.

Foto: Divulgação

Para não perder nadinha e ter acesso ao material no momento de sua publicação, os interessados podem ficar conectados com Instituto Boibumbarte no Instragram @boibumbarte e realizar cadastro no www.boibumbarte.com.br

O projeto “Contando as Histórias de Alagoas” do Instituto Boibumbarte é viabilizado através da Lei Aldir Blanc do Governo Federal – Edital Mestra Hilda da Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura de Maceió.

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Fonte: Assessoria

Seduc convoca professores do concurso 2017 para avaliação do estágio probatório

Procedimento é obrigatório para educadores efetivados no certame de 2017 (Foto: Valdir Rocha / Agência Alagoas)

A Secretaria de Estado da Educação, por meio da Superintendência de Gestão de Pessoas, a partir da Subchefia de Capacitação e Avaliação dos Servidores, convoca todos os professores efetivos aprovados no concurso 2017 para efetivação da avaliação do seu estágio probatório, conforme previsto na Portaria/Seduc nº 9.203/2021, publicada no D.O/AL, em 10/06/2021, instruído pelo Processo nº 1800.000007536/2021.

De acordo com a presidente da Comissão da Avaliação de Desempenho do Professor em Estágio Probatório, Flávia Soares, a referida avaliação foi realizada no período entre os dias 02 e 06 de agosto, sendo prorrogada até a última sexta-feira (13). 

 

“Aquele professor que não foi avaliado deverá abrir processo administrativo via sistema SEI, solicitando a sua avaliação e encaminhá-lo à subchefia de Capacitação e Avaliação do Servidor (SUBCAS). Ressaltamos ainda que o processo deverá ser instruído com uma declaração que justifique a não realização da mesma em tempo hábil, independentemente de quem deu causa a não avaliação, seja este o próprio professor ou qualquer membro da Comissão de Avaliação formada no ambiente escolar”, destaca.

No caso do servidor não possuir acesso ao sistema SEI, ele pode abrir a solicitação via escola ou na Gerência Regional de Educação (Gere) onde está lotado.

Orientações – Segundo a presidente da Comissão, é importante que o processo seja instruído com todos os documentos pessoais do professor, inclusive documento constando lotação, data de admissão e carga horária.

Para maiores informações, basta procurar a respectiva Gere, por meio das chefias de RH, ou contatar via e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Por Manuella Nobre / Agência Alagoas

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