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Rodovias Federais que cortam Alagoas são fechadas em protesto contra reforma da Previdência

 

 

 

 

 

 

 

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O Movimento Via do Trabalho interditou, durante a manhã desta segunda-feira (19), as rodovias federais 101 e 104 que cruzam o estado de Alagoas em protesto contra a Reforma da Previdência e em defesa da Reforma Agrária. O ato faz parte de uma mobilização nacional e acontece desde as 8h da manhã, sem previsão para a liberação das vias.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), há pontos de bloqueios nas cidades de União dos Palmares e de Teotônio Vilela. Nos dois casos, as vias estão totalmente interditadas.

Segundo o integrante da coordenação geral do Movimento no país, Marcos Antônio da Silva, o Marrom, a mobilização defende, além da Reforma Agrária e uma posição contrária à Reforma da Previdência, uma diminuição da violência nos campos.

“Há três anos cobramos da Secretaria de Estado da Infraestrutura (SEINFRA) uma posição concreta e imediata sobre a questão agrária e a violência que assola os campos. Sequer está havendo distribuição de comida, e estamos desde dezembro aguardando uma audiência pública com o órgão. Aproveitamos a mobilização nacional contrária a Previdência para também levantar uma bandeira a favor da Reforma Agrária em Alagoas” explicou.

Ainda de acordo com Marcos, as rodovias foram fechadas com pneus e ainda não há previsão para a liberação das vias. “Colocamos pneus nas pistas e não temos uma definição do momento em que vamos liberar” disse ele.

Além do ato, também estão agendadas para hoje (19) outras manifestações no estado de Alagoas, nas regiões de Delmiro Gouveia, Arapiraca e Maceió.

Sem Greve

O Sindicato dos Bancários em Alagoas esclareceu, durante a manhã desta segunda-feira (19), que a mobilização da categoria em protesto contra a reforma da Previdência ocorre a nível nacional assim como em outras entidades, mas que ainda não existe nenhum indicativo de greve geral.

Márcio dos Anjos, presidente do sindicato, afirmou que a mobilização ocorre em favor do trabalhador brasileiro e contra os deputados alagoanos que votarem a favor da medida. “A mobilização hoje é a favor do trabalhador brasileiro. Nós queremos deixar um recado para o deputado alagoano que votar a favor, pois ele poderá não voltar ao Congresso nas próximas eleições, mas não há indicativos de uma greve geral” esclareceu o presidente.

Militares são condenados por gravar vídeo comentando a soltura de mulher flagrada com armas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Três policiais militares foram condenados à prisão por terem gravado um vídeo que ganhou repercussão nacional nas redes sociais sobre a soltura de uma alagoana presa em flagrante com oito revólveres calibre 38 e 32, em agosto do ano passado. A decisão do Comando Geral do Polícia Militar foi publicada no Boletim Ostensivo da Polícia Militar (BGO), desta quinta-feira (15).

Em uma cópia, obtida pela reportagem do CadaMinuto, a decisão enfatiza que o ato dos militares em gravar o vídeo com imagens da acusada Maria Cícera Oliveira Lima Santos na porta de sua residência no dia seguinte a qual foi presa, “comprometeu o prestígio e a imagem da corporação”, além de criticar de forma “irônica” a decisão Judicial.

Cícera foi colocada em liberdade durante a audiência de custódia, mesmo tendo sido flagrada de posse de oito armas de fogo. Os três militares, lotados no 1º Batalhão da Polícia Militar, deverão ficar reclusos por oito dias.

Na decisão, o Comando da PM afirmou que os militares receberam o direito de ampla defesa, mas não conseguiram apresentar argumentação satisfatória. “Considerando que o dever da Polícia Militar é executar atividades que tenham como finalidade a preservação da ordem pública. Desta feita, quando realizou a prisão em flagrante de delito da srª  Maria Cícera Oliveira Lima Santos, o fez com o pleno exercício da função pública. Porém, o que virar depois, não cabe externar sua opinião, tanto do lado da Polícia Civil, quanto ao Poder Judiciário”, diz um trecho da decisão.

A infração praticada pelos policiais foi considerada grave e eles devem cumprir a pena na sede do 1º Batalhão, no bairro do Poço. A pena deverá começar a ser cumprida nesta sexta-feira (16).

 

 

 

 

 

 

Jovem que matou 17 em escola na Flórida era membro de grupo supremacista branco

Membro do grupo Republic of Florida diz que Nikolas Cruz chegou a participar de treinamentos

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↑ Nikolas Cruz, que é apontado pela polícia como atirador que deixou mortos na Stoneman Douglas High School, em Parkland, na Flórida, na quarta-feira (15) (Foto: Broward County Jail via AP)

O líder de um grupo supremacista branco da Flórida disse nesta quinta-feira (15) que Nikolas Cruz, o jovem que matou 17 pessoas e feriu outras 14 em uma escola na quarta-feira, era um dos integrantes de seu grupo.

Segundo a Liga Anti-Difamação, Cruz, de 19 anos, era associado ao grupo Republic of Florida (ROF). As primeiras citações ligando o jovem ao grupo foram feitas em um fórum na internet e a ONG então entrou em contato com um telefone do grupo supremacista para verificar a informação.

Um homem que se identificou como Jordan Jereb – que chegou a ser preso em 2016 por ameaças a um assessor do governador da Flórida, Rick Scott – disse que Cruz foi apresentado ao grupo por outro membro e que chegou, inclusive, a participar de treinamentos na região de Tallahassee. O homem fez questão de ressaltar, no entanto, que não incentivou e que não apoia o que Cruz fez na quarta-feira.

Armado com um rifle AR-15, Nikolas Cruz invadiu a Stoneman Douglas High School, de onde foi expulso no ano passado, e matou 17 pessoas, além de ferir mais 14. Ele agiu sozinho e conseguiu deixar o prédio, mas foi preso nas proximidades.

A imprensa americana encontrou em sua conta no Instagram, que foi bloqueada após o tiroteio, uma série de fotos em que Nikolas Cruz aparece com facas e arma de fogo. Amigos e ex-colegas de classe confirmaram que a conta pertencia a ele.

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Autoridades resgatam vítima de tiroteio na escola Marjory Stoneman Douglas High School, em Parkland, na Flórida (Foto: John McCall / AP)

O jornal “The York Post” diz que ele afirmava que tiroteio era uma espécie de “terapia grupal” e aparentava zombar de muçulmanos na legenda de pelo menos uma das fotos. Em quase todas elas, usava camiseta preta ou um lenço para cobrir o rosto.

Na avaliação do xerife Scott Israel, o conteúdo de suas redes sociais era “perturbador”, segundo a CNN. Ele fazia comentários ameaçadores sob vídeos do YouTube e outros sites, como “Eu quero atirar nas pessoas com a minha AR-15”.

O jornal “Miami Herald” conversou com professores e alunos que conheciam Cruz e dizem que ele era considerado uma pessoa problemática, que ameaçava colegas e não tinha autorização para entrar no prédio portando mochilas.

“Tudo o que ele falava era sobre armas, facas e caça. Não posso dizer que fiquei chocado. A partir de experiências passadas, ele parecia ser o tipo de cara que faria algo assim”, disse Joshua Charo, 16, ex-colega de classe no ensino médio.

Segundo Victoria Olvera, uma aluna de 17 anos que o conhecia e foi ouvida pela Associated Press, ele era abusivo com uma ex-namorada e foi expulso da escola depois de brigar com o atual namorado da garota.

Família

Cruz e seu irmão biológico, Zachary, perderam a mãe adotiva, Lynda Cruz, em 1º de novembro do ano passado. Eles já tinham perdido o pai há alguns anos e desde a morte da mãe passaram a viver com uma família de amigos.

A família, que não foi identificada, sabia que Nikolas tinha um rifle, e aceitou que ele o mantivesse na casa, desde que a arma – comprada legalmente em fevereiro de 2017 – permanecesse trancada em um armário.

A família que o hospedava acredita que Cruz seja depressivo, mas atribui isso à morte de sua mãe e não a uma doença mental, de acordo com o advogado que representa essa família, Jim Lewis.

Vítimas identificadas

Embora as autoridades ainda não tenham divulgado oficialmente os nomes das pessoas que morreram no ataque à escola, a imprensa americana já revelou as identidades de algumas das vítimas. Em entrevista coletiva nesta quinta (15), o xerife Scott Israel disse que as famílias de todas foram notificadas.

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Joaquin Oliver, jovem venezuelano morto em ataque contra escola na Flórida (Foto: Reprodução/Facebook)

Brasileiros

Brasileiros que estudam na escola relataram o terror durante o tiroteio. A estudante Kemily dos Santos Duchini, de 16 anos, estava dentro de sua sala de aula e conseguiu se comunicar com a mãe durante a ação, de acordo com a BBC.

Já Gustavo Capone havia saído da sua sala calmamente, junto com outros alunos, porque soou um alarme de incêndio na escola. Mas do lado de fora do prédio viu policiais armados chegando e escutou um segundo alarme, que desta vez alertava para um tiroteio. Então correu para a sua casa, que fica a uma quadra do colégio.

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Gustavo Capone, que estuda na escola em que houve houve tiroteio nesta quarta-feira (14), e sua mãe Priscilla Capone (Foto: Arquivo Pessoal)

Fonte: G1

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