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Senai levará experiência bem-sucedida a congresso sobre síndrome de down

Senai levará experiência bem-sucedida a congresso sobre síndrome de down

Esta é a quarta turma formada por alunos com down
Assessoria

Com mais de dois mil alunos – entre pessoas com deficiência, idosos e reabilitandos do INSS – já qualificados para o mercado de trabalho, em quase duas décadas, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) estará presente no 8º Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down.

Realizado pela Associação Amor 21 com o propósito de discutir temas relacionados à inclusão e promoção da cidadania das pessoas com síndrome de down, o evento acontece nos próximos dias 26, 27 e 28 de outubro, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro de Jaraguá, em Maceió.

Durante o Congresso, a gestora nacional do Programa Senai de Ações Inclusivas (PSAI), Adriana Bertoldi, apresentará as ações da entidade da Indústria para incluir alunos com deficiência, idosos e reabilitandos do INSS nos seus cursos de  Habilitação Técnica, Aprendizagem Industrial e Qualificação e, consequentemente, no mercado de trabalho.

  

“O Senai de Alagoas  respeita verdadeiramente a diversidade e entende que toda pessoa possui os seus interesses, as suas habilidades, particularidades e necessidades. Por isso, todas as unidades operacionais do Senai estão preparadas para receber e qualificar de maneira efetiva e eficaz a todos”, explica Nívia Andrade, gerente executiva de Educação do Senai/AL.

Um bom exemplo são os cursos na área de Alimentos para pessoas com síndrome de down, que ocorrem no Centro de Formação Profissional Gustavo Paiva, localizado no bairro. Dez alunos compõem a quarta turma para pessoas com down, conduzida pelos irmãos Wagner e Thaís Amorim.

“Eles têm uma energia contagiante, possuem muita alegria e são mais aguçados na questão de abraçar e cumprimentar”, revela Thaís, ao destacar que, com paciência e repetição, eles aprendem, direitinho, a fabricar quitutes saborosos.

É o caso de Lício Victor da Silva, de 24 anos, medalhista na Olimpíada do Conhecimento 2016, promovida pelo Senai Nacional em Brasília-DF. Ele ganhou a prata na ocupação Padeiro da categoria Pessoas Com Deficiência (PCD). “Eu estou muito feliz com esse curso, o que eu mais gosto de fazer é bolo”, destaca.

O eletricista Erlon Martins, 54, pai da aluna Amanda Catarine, de 23, afirma que a filha evoluiu muito após ter começado o curso no Senai. “Ela passou a se comunicar melhor e está muito animada”, relata.

Os alunos desta turma ministrarão oficinas de fabricação de alimentos durante o Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down. O Senai também terá um estande no evento, onde vai expor os cursos e tecnologias que desenvolve. Outras informações sobre encontro estão disponíveis no link http://bit.ly/2kUi4zc.